Ou melhor, você sabe quando está sendo manipulado?
O assunto correu ontem, numa conversa onde alguém disse que aquele que conduzia o assunto manipulava os demais involuntariamente. Discordei, mas isso me levou a pensar em quando somos realmente manipulados e pensei em diversar situações, mas falarei apenas de duas.
Sinto-me manipulada pela violência, ela me restringe os movimentos e me conduz a caminhos menos inseguros do que outros os quais sei que são totalmente inseguros. Não vou a todos os lugares que gostaria, portanto ela me comanda, me manipula, mesmo sem ter uma presença física.
A manipulação sempre me incomodou.
Um belo dia qualquer há muitos (muitos mesmo) anos atrás, cismei que precisava me conhecer melhor e decidi fazer terapia. Na época escolhi o terapeuta de um dos meus tios e lá fui eu.
Foi tudo muito bem na primeira sessão (uma vez por semana), até que na sessão seguinte, o dito terapeuta apareceu sentado com uma mola nas mãos, que irritantemente jogava de um lado para o outro durante toda a sessão, sem parar.

Achei que ele queria que eu falasse sobre a mola, perguntasse sobre aquilo e por esse motivo não perguntei. Claro que na cabeça do terapeuta, muito provavelmente, haviam duas situações: se eu perguntasse, seria avaliada como a fulanda A e se eu não perguntasse, seria avaliada como a fulana B. Normalmente eu perguntaria, mas como me senti manipulada, resolvi fazer o papel da fulana B e preferi ser avaliada de forma errada (eu era muito novinha, devia ter uns 18/19 anos e adorava contrariar).
A terapia durou um mês, não por culpa da mola, mas porque ele disse que eu deveria comprar e dar um presente a um conhecido em função de um sonho que tive com a pessoa, onde ganhava um cãozinho. Fiquei em estado de choque. Tanto que até hoje lembro com quem sonhei e qual era o presente que ganhava no sonho. Somei a mola com o presente a ser comprado e me "demiti" na sessão seguinte e o surpreendi (isso me causou uma grande surpresa na época). Pediu-me explicações do que havia ido mal e eu, com o ar mais blasé do mundo disse que apenas não tinha mais tempo devido aos estudos.
Acho que normalmente percebemos quando somos manipulados, é daí que vem o confronto com a situação.
Sinto-me manipulada pela violência, ela me restringe os movimentos e me conduz a caminhos menos inseguros do que outros os quais sei que são totalmente inseguros. Não vou a todos os lugares que gostaria, portanto ela me comanda, me manipula, mesmo sem ter uma presença física.
A manipulação sempre me incomodou.
Um belo dia qualquer há muitos (muitos mesmo) anos atrás, cismei que precisava me conhecer melhor e decidi fazer terapia. Na época escolhi o terapeuta de um dos meus tios e lá fui eu.
Foi tudo muito bem na primeira sessão (uma vez por semana), até que na sessão seguinte, o dito terapeuta apareceu sentado com uma mola nas mãos, que irritantemente jogava de um lado para o outro durante toda a sessão, sem parar.

Achei que ele queria que eu falasse sobre a mola, perguntasse sobre aquilo e por esse motivo não perguntei. Claro que na cabeça do terapeuta, muito provavelmente, haviam duas situações: se eu perguntasse, seria avaliada como a fulanda A e se eu não perguntasse, seria avaliada como a fulana B. Normalmente eu perguntaria, mas como me senti manipulada, resolvi fazer o papel da fulana B e preferi ser avaliada de forma errada (eu era muito novinha, devia ter uns 18/19 anos e adorava contrariar).
A terapia durou um mês, não por culpa da mola, mas porque ele disse que eu deveria comprar e dar um presente a um conhecido em função de um sonho que tive com a pessoa, onde ganhava um cãozinho. Fiquei em estado de choque. Tanto que até hoje lembro com quem sonhei e qual era o presente que ganhava no sonho. Somei a mola com o presente a ser comprado e me "demiti" na sessão seguinte e o surpreendi (isso me causou uma grande surpresa na época). Pediu-me explicações do que havia ido mal e eu, com o ar mais blasé do mundo disse que apenas não tinha mais tempo devido aos estudos.
Acho que normalmente percebemos quando somos manipulados, é daí que vem o confronto com a situação.





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4 comentários:
Acho que percebemos, sim.
Só que há situações em que somos manipulados até aos ossos e não podemos fazer nada. É o caso de ter um Governo em quem não votei, e estão a ir-me ao bolso todos os dias...
Nas próximas eleições o povo já se esqueceu e vai votar igual, ou parecido...
Beijinho, Cris.
Exato, esse é o grande problema povo/políticos: reclamam, reclamam e continuam votando sem consciência alguma.
Beijinhos
sim, percebemos quase sempre.
é sempre dificil reagir à manipulação, porque a generalidade dos manipuladores são cinicos e não admitem o que fazem...
bjs Cris
Bem, Luis, sob esse ponto de vista sou obrigada a concordar.
Beijos
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