
As muralhas do castelo de Marvão (distrito de Portalegre, leste de Portugal) são alvo de uma obra de restauração avaliada em 350 mil euros (R$ 912,6 milhões).
Recortada por ruas estreitas de orientação incerta, demarcadas por uma fileira de casas brancas, a vila de Marvão está cercada por muralhas seiscentistas, a mais de 850 metros de altitude.
As obras estão sendo desenvolvidas com o auxílio de uma candidatura ao Programa Operacional da Cultura e devem estar concluídas em junho.
O prefeito local, Vítor Frutuoso disse que as muralhas não ameaçavam ruir, justificando as obras de restauração com a necessidade de "mudar um pouco o seu aspecto envelhecido".
“A manutenção do patrimônio histórico construído é uma mais valia estruturante e afetiva" afirmou o prefeito, acrescentando que pretende que "as muralhas continuem a ser um dos cartões de visita do distrito".
Marvão decidiu retirar a candidatura a Patrimônio da Humanidade em junho de 2006, para evitar a sua anulação, depois de um parecer negativo do Icomos (braço técnico da Unesco na área de patrimônio).
História
Conquistado por D. Afonso Henriques, o local teve sua primeira regulamentação concedida por D. Sancho II, em 1226. A importância da região como centro militar foi testada nos séculos 12 e 13 e mais tarde serviu de "sentinela" durante as disputas territoriais com Castela.
Do seu vasto patrimônio cultural consta o castelo, uma imponente obra da arquitetura militar, cuja atual configuração remonta, em grande parte, ao reinado de D. Dinis.
No conjunto também se destaca a rua do Espírito Santo (antiga rua Direita), onde ainda se conserva a casa do governador, além dos ferros forjados em destaque.
A Igreja do Espírito Santo, com um portal renascentista e uma janela Manuelina, e o pelourinho do século 16 fazem igualmente parte do patrimônio local, assim como o Convento de Nossa Senhora da Estrela, por onde passou a ordem dos franciscanos.
fonte:Agência Lusa
Recortada por ruas estreitas de orientação incerta, demarcadas por uma fileira de casas brancas, a vila de Marvão está cercada por muralhas seiscentistas, a mais de 850 metros de altitude.
As obras estão sendo desenvolvidas com o auxílio de uma candidatura ao Programa Operacional da Cultura e devem estar concluídas em junho.
O prefeito local, Vítor Frutuoso disse que as muralhas não ameaçavam ruir, justificando as obras de restauração com a necessidade de "mudar um pouco o seu aspecto envelhecido".
“A manutenção do patrimônio histórico construído é uma mais valia estruturante e afetiva" afirmou o prefeito, acrescentando que pretende que "as muralhas continuem a ser um dos cartões de visita do distrito".
Marvão decidiu retirar a candidatura a Patrimônio da Humanidade em junho de 2006, para evitar a sua anulação, depois de um parecer negativo do Icomos (braço técnico da Unesco na área de patrimônio).
História
Conquistado por D. Afonso Henriques, o local teve sua primeira regulamentação concedida por D. Sancho II, em 1226. A importância da região como centro militar foi testada nos séculos 12 e 13 e mais tarde serviu de "sentinela" durante as disputas territoriais com Castela.Do seu vasto patrimônio cultural consta o castelo, uma imponente obra da arquitetura militar, cuja atual configuração remonta, em grande parte, ao reinado de D. Dinis.
No conjunto também se destaca a rua do Espírito Santo (antiga rua Direita), onde ainda se conserva a casa do governador, além dos ferros forjados em destaque.
A Igreja do Espírito Santo, com um portal renascentista e uma janela Manuelina, e o pelourinho do século 16 fazem igualmente parte do patrimônio local, assim como o Convento de Nossa Senhora da Estrela, por onde passou a ordem dos franciscanos.
fonte:Agência Lusa





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