sexta-feira, 1 de setembro de 2006

Êta nóis!

Pernambucanos do Quinteto Violado fazem show em Portugal


O Quinteto Violado, grupo pernambucano de MPB, vai se apresentar em uma casa de shows na cidade de Porto em 14 de setembro. O espetáculo terá uma interpretação jazzística da música do nordeste brasileiro, contou à Agência Lusa Marcelo Melo, vocalista, guitarrista e porta-voz do grupo.

O músico explicou que a idéia do show resultou do contato com um grupo de jazz holandês em um festival de música de Olinda. A partir do som dos jazzistas europeus, os pernambucanos se inspiraram a reinterpretar a música nordestina através da linguagem do jazz.

O grupo já soma 35 anos de trabalho. Logo no seu primeiro disco, impressionou o público e a crítica com o tratamento sofisticado dado aos ritmos e temas folclóricos, apoiado em um instrumental acústico (constituído por guitarras, flauta, baixo e bateria) repleto de efeitos típicos da música do Nordeste brasileiro.

O Quinteto Violado é considerado pelos maiores nomes das diversas gerações da música brasileira, desde Caetano e Gilberto Gil até Chico César ou Lenine, como "separador das águas no desenvolvimento da música popular brasileira".

Além de Melo, compõem o grupo atualmente Ciano (violão), Dudu (teclado), Fernando Filizola (viola e sanfona), Roberto Medeiros (percussão) e Toinho Alves (voz e contrabaixo).

Eu recomendo!!! É muito comum no nordeste brasileiro, o contador de estórias, e principalmente na música pernambucana, é constante a utilização de um enredo misturado ao encantamento da musicalidade nordestina que sai da sanfona, da viola, e da zabumba. E para quem não conhece, pode conhecer o Quinteto Violado aqui.


fonte: UOL

quinta-feira, 31 de agosto de 2006

Partitura de Bach encontrada na Alemanha

Uma especialista mostra partitura com transcrições de peças de órgão escritas pelo compositor barroco alemão Johann Sebastian Bach (1685-1750); as obras foram encontradas durante restaurações na cidade alemã Weimar.



fonte: UOL

quarta-feira, 30 de agosto de 2006

Descarada e feliz!


Atriz de "Lost" chama Santoro de "sexy"
e quer logo contracenar com ele


A atriz Kim Yun-jin, 33, que interpreta a coreana Sun na série "Lost", afirmou que considera Rodrigo Santoro,31, muito atraente. O ator acabou de assinar o contrato para participar da terceira temporada do seriado.

"Ele é sexy. Mal posso esperar para fazer uma cena com ele", revelou Kim em entrevista à revista "Prestige Hong Kong". Kim afirmou que Josh Holloway, que interpreta Sawyer, é o mais bonito do elenco. "Ele é um bad boy e tem aquele charme do sul (dos Estados Unidos)." Mas ela disse que prefere homens asiáticos e que não está comprometida com ninguém.

Na trama - em que um grupo de sobreviventes de um desastre de avião vive em uma ilha misteriosa - Kim é casada com o ator Daniel Dae Kim.

A atriz revelou que quando conheceu as características de sua personagem achou-a submissa demais. Mas segundo ela, o criador do programa a tranqüilizou, dizendo que o papel iria sofrer mudanças no decorrer do seriado.

"Assinei o contrato antes de ler o roteiro. Quando li as cenas do programa piloto pensei: As mulheres coreanas não são mais assim. Não são tão submissas. Não posso interpretar o papel. Isso não representa as mulheres asiáticas de uma forma correta."

Kim contou que discutiu o assunto por quase duas horas com o criador do seriado J.J. Abrams. "Ele me explicou que os personagens são arquétipos e não estereótipos."

Kim disse que Abrams lhe contou que Sun iria esconder do seu marido que sabia inglês e que a profundidade de sua personalidade seria revelada no final. A atriz afirmou que mais da verdadeira personalidade de Sun será revelada na terceira temporada de Lost. "Veremos um lado mais sobrio. Ela vai cometer um ou dois erros."

O programa é exibido no Brasil pelo canal pago AXN.

Calma, menina, o ragazzo é comprometido há muito tempo com uma loira. E depois, nós, brasileiras, somos as assanhadas. Imaginem! Apenas fama sem proveito! E pensar que quase atropelei Rodrigo Santoro em Ipanema, mas na época achava-o apenas um gatinho, lindo. Ele não era nem de longe esse pedaço de mau caminho dos dias atuais. Ai, ai!


fonte: Folha Online


"Tateio. A fronte. O braço. O ombro.
O fundo sortilégio da omoplata.
Matéria-menina a tua fronte e eu
Madurez, ausência nos teus claros
Guardados.

Ai, ai de mim. Enquanto caminhas
Em lúcida altivez, eu já sou o passado.
Esta fronte que é minha, prodigiosa
De núpcias e caminho
É tão diversa da tua fronte descuidada.

Tateio. E a um só tempo vivo
E vou morrendo. Entre terra e água
Meu existir anfíbio. Passeia
Sobre mim, amor, e colhe o que me resta:
Noturno girassol. Rama secreta."


Hilda Hilst
Salvador Dalí - "The Persistence of Memory"

terça-feira, 29 de agosto de 2006

Pontos nos "is"

Depois da notícia do mensalão, o que causou grande impacto mais uma vez esse ano foram os comentários que saíram do cérebro e boca de alguns artistas que se reuniram na casa do Ministro Gilberto Gil em apoio à reeleição do presidente Lula.

Então, "a ética seria uma grande bobagem, política se faria com as mãos sujas e seria absolutamente normal, porque sempre foi assim e qual é o espanto se continua a ser?" É difícil que alguém compreenda o que se passa na cabeça de alguns seguidores do Partido dos Trabalhadores, o PT. Acho muito doido!

Imaginem, que todo brasileiro leu ou soube por alguém do que foi dito na tal reunião e ficamos assim, ó, de boca aberta, com a cara no chão sem entender nada. Como alguém compõe "Coração de Estudante" num belo dia e muitos anos depois apaga tudo com uma frase de arrepiar? Não existem mais os princípios morais? Os fins justificam os meios? O impensável aconteceu. Estou abestalhada e quanto mais leio sobre o efeito das frases, pior fico.

Gosto do Arnaldo Jabor, mesmo que não concorde sempre com ele. Acho que hoje, pelo menos para mim, senti que ele colocou os pingos nos "is", deu nome à coisa. Nada alivia a minha desesperança, mas fiquei rendida ao inevitável. Nada mais a pensar ou tentar entender. Ponto final.

E para quem não sabe, vale a curiosidade: Jabor, que estudou no Colégio Santo Inácio e na PUC, também foi integrante da UNE. Mas vamos a isso:


"A reunião dos intelectuais e artistas com Lula, no Rio, destampou a panela da verdade. Quando dizem: "Os fins justificam os meios, mensalão não é crime" ou "Não estou preocupado com a ética do PT nem com qualquer ética. Isso não interessa; eu acho que o PT fez o que tem de fazer para governar o país...", esses bravos criadores de arte e pensamento estão à luz do dia, num ato falho espetacular, a verdadeira ideologia que orienta o PT.

Os petistas do governo ficam enrolando e, aí, vêm uns artistas ingênuos e abrem o jogo cuidadosamente escondido. Prestaram um serviço à verdade, porque muita gente boa repete, como robôs de Lula: "Sempre foi assim, corrupção endêmica, sobras de campanha, houve erros éticos, todos os partidos fizeram isso..."

Esta falsa explicação é enlouquecedora, porque ilude, elide a verdade meridiana que é a seguinte: não foi apenas um desvio "ético" ou uma "roubalheira tradicional". Não. Foi um plano armado para mudar o Estado por dentro, por um bando de sujeitos que se consideram "superiores" à nós, com a "missão" de usar a democracia para apodrecê-la. Ideólogos ignorantes e narcisistas tentaram mais uma "revolução" ridícula. Aliás, erram sempre e continuarão a errar. No entanto, é espantoso que gente que estudou e que come continue a achar que foi "caixa 2 ou desvio ético de alguns companheiros". A barra foi muito mais pesada. E pode voltar a ser.

Os quadrilheiros do governo não são de esquerda, não; são de direita, autoritários. Não só desviaram bilhões de reais de aparelhos do Estado, de fundos de pensão, por contratos falsos , mas roubaram também nossos mais generosos sentimentos. E não é só a mentira que indigna. É a arrogância cínica com que mentem. E a mentira vai se acumulando como estrume e acaba convencendo muitos ingênuos.

Sempre houve corrupção no Brasil? Claro que sim, mas o ladrão tradicional sabia-se ladrão, roubava em causa própria e se escondia pelos cantos para não ser flagrado. Os ladrões desse governo roubam de testa erguida, como se estivessem fazendo uma "ação revolucionária". Dizer que "sempre foi assim" é burrice ou má-fé".

E depois, Arnaldo Jabor também escreve: "Não tem papo. Lula está reeleito." Eu também acho.




fonte: Arnaldo Jabor in Segundo Caderno do "O Globo".

Mais barato que um Jaguar ou um Porsche

Eu quero uma!


A lindinha virou objeto de desejo e de consumo. Vi no blog do Fernando Vilarinho, "Bibliotecas em Portugal". Sofro com a minha luminária, que se mexe para tudo quanto é lado porque tem um braço imeeeeenso, mas não é prática como essa.

Estas, têm a vantagem em não incomodar as restantes pessoas que estiverem ao nosso lado; têm lupa, visão nocturna, etc. Existem em vários tamanhos, formatos, com diversas funcionalidades, e cores para todos os gostos! Autonomia entre 20 a 40 horas. São comercializadas por esta empresa americana.




fonte: Bibliotecas em Portugal

"Nós no Morro" levam Shakespeare a sua terra natal

O vilarejo-natal de William Shakespeare aplaudiu com entusiasmo a apresentação da sua peça Os Dois Cavalheiros de Verona, no último domingo, pelo grupo brasileiro de teatro Nós do Morro, formado na favela carioca do Vidigal e convidado da Royal Shakespeare Company para um festival internacional em Stratford-Upon-Avon.

O público encheu o Courtyard Theatre, a 200 metros da igreja onde está enterrado o monstro-sagrado da dramaturgia mundial, e não deu sinais de se importar com o fato de que os atores falavam português, enquanto um cartaz eletrônico mostrava as palavras originais em inglês.

Fãs de Shakespeare, como os que se dispõem a ver suas peças em outros idiomas, conhecem bem as histórias e acompanham a trama sem dificuldade, o que valoriza ainda mais a atuação no palco.

As risadas e palmas do público durante duas horas e meia de espetáculo, sem intervalo, comprovaram a apreciação da montagem dirigida por Guti Fraga.

Alguns atores ingleses do grupo Gallery 37, de Birmingham, se incorporaram à apresentação, em papéis secundários que levaram ao uso de algumas frases em inglês.

Mesmo assim, e incluindo as misturas de canto e dança nos dois idiomas, era difícil distinguir as nacionalidades de quem se movimentava pelo palco. E como se movimentavam, inclusive para se fazer de cenário, porque a apresentação de uma peça nova a cada dia não permite montar cenários fixos.

Grande parte do público permaneceu no teatro após a apresentação, para uma discussão com os atores e outros organizadores do evento, parte do festival The Complete Works (Os Trabalhos Completos).

O Nós do Morro surgiu na favela carioca do Vidigal, mas já se expandiu por outros lugares e conta hoje com 1.800 participantes, atuando em teatro, cinema e televisão. Seus atores formaram a base do desempenho no premiado filme Cidade de Deus, de Fernando Meirelles.


fonte:BBC Brasil

Maria Callas, Diva em Veneza

Veneza homenageia Maria Callas e sua relação com a cidade

Maria Callas, além de ter sido a maior cantora lírica do século 20, era considerada também um ícone de glamour junto a Audrey Hepburn. Uma diva absoluta que exerce até hoje grande fascínio, a quase 30 anos de sua morte, e que "nasceu artisticamente" no Teatro La Fenice de Veneza, em 1947, onde se revelou ao mundo nos anos sucessivos.


Para homenagear esta relação especial entre a diva e a cidade dos canais, na ocasião do 63º Festival de Cinema de Veneza, a Associação Cultural Maria Callas apresenta uma exposição fotográfica intitulada "Callas, Diva em Veneza". A mostra será inaugurada nesta quinta-feira (31), no espaço Centrale Lounge, ao lado do Teatro La Fenice.

"Na exposição estão 13 imagens inéditas, a maior parte em preto e branco, que retratam a cantora no seu discreto e inconfundível glamour. Vemos desde a Callas posando em trajes de banho no Lido de Veneza em 1957 ou brincando com o marido à beira do mar, até a Callas dirigindo uma lancha e chegando em companhia de Luchino Visconti ao Palácio do Cinema", explica Bruno Tosi, organizador da mostra.

As imagens mostram anos de ouro na vida de Callas, testemunhando o amor da soprano pela cidade italiana, que no último verão batizou com o nome da estrela uma ponte ao lado do Teatro La Fenice e que em cinco anos poderá receber também um museu dedicado inteiramente a ela.

Em Veneza, a vida de Callas mudou completamente, principalmente após o encontro com o armador grego Aristotele Onassis, em 1957. Foi lá também que ela se revelou como soprano dramática em 1949, interpretando Elvira na ópera "I Puritani", cantando ininterruptamente no Teatro La Fenice até 1954 e recebendo os primeiros significativos sucessos da parte da crítica.


fonte: Folha Online

segunda-feira, 28 de agosto de 2006

"A Bruxa de Portobello"

É o nome do novo livro de Paulo Coelho, que será lançado no dia 27 de setembro no Brasil e em Portugal.

Em seu blog, Paulo Coelho liberou os sete primeiros capítulos desse seu novo livro que começa com o relato de Heron Ryan, 44 anos, jornalista sobre seu encontro e paixão por Athena, a bruxa de Portobello, que é assassinada no primeiro capítulo.

Blog - http://paulocoelhoblog.com/




Mineirinho, mineirinho, Uai!

Dino das Minas Gerais


A foto mostra esqueleto reconstituído do Maxacalissauro, dinossauro que viveu há cerca de 80 milhões de anos; os ossos foram achados em Minas Gerais e pode ser visto no Museu Nacional do Rio de Janeiro.

O fóssil de um dinossauro chamado Maxacalissauro e que viveu há mais de 80 milhões de anos foi apresentado hoje por pesquisadores do Museu Nacional do Rio de Janeiro.

A reconstrução do esqueleto demorou mais de um ano, desde a descoberta dos ossos em uma extensa área rural de Minas Gerais.

O exemplar apresentado hoje, jovem para sua espécie, tem treze metros de comprimento e pesava cerca de nove toneladas. Apesar de sua envergadura, o Maxacalissauro era herbívoro e podia alcançar vinte metros de cumprimento, informou o pesquisador Alexander Kellner.

O Museu Nacional lançou hoje um concurso para que crianças e adolescentes de até 16 anos escolham um nome para o animal.

Não é prá lá de fofo dar nome a um monte de ossos? Acredito piamente que na intimidade já ia sendo chamado de Max. Alguém imagina ouvir durante o tempo de sua "montagem": "aí, cadê o crânio do MA-XA-CA-LIS-SAU-RO?"

Foi no Museu Nacional que conheci a minha primeira múmia, e se não estou enganada - não, não estou - ela era de D.Pedro II. A múmia propriamente dita era egípcia, ela havia pertencido à D.Pedro II. Assim como outras várias preciosidades de valor histórico/arqueológico e antropológico que podem ser vistas no Museu Nacional, estão lá pela contribuição de D. Pedro II e alguns membros de sua imperial família. Mas esse assunto é mais longo e é para outro post.

O Museu Nacional fica na Quinta da Boa Vista - que precisa de reformas -, em São Cristóvão. As exposições são normalmente de terça a domingo, das 10 às 16hs.



fonte: UOL

Quiprocó astronômico

Decisão sobre Plutão cria racha entre astrônomos









Plutão foi rebaixado! Parece que a decisão da União Astronômica Internacional (IAU, na sigla em inglês) de retirar o status de planeta de Plutão causou descontentamento entre alguns cientistas.

O principal cientista da missão robótica da Nasa (agência espacial americana) a Plutão, New Horizons, criticou a decisão, adotada na quinta-feira, qualificando-a de "constrangedora".

"É uma decisão horrenda; é ciência malfeita e jamais vai passar pela avaliação da categoria (de astrônomos) por duas razões", disse ele.

"Primeiramente, é impossível e artificial colocar uma linha divisória entre planetas anões e planetas. É como se nós declarássemos que as pessoas não são pessoas por uma razão arbitrária, como 'elas tendem a viver em grupos'".

"Em segundo lugar, a definição em si é ainda pior, porque é inconsistente."

Um dos três critérios para o status de planeta é que ele precisa ter "limpado as áreas vizinhas em sua órbita".

Os maiores objetos no Sistema Solar vão agregar a matéria em seu caminho ou expeli-las.

Plutão foi desqualificado porque sua órbita altamente elíptica se sobrepõe à de Netuno – ou seja nem agregou nem expeliu o outro planeta.

Stern destacou que Terra, Marte, Júpiter e Netuno também não "limparam" totalmente as suas zonas orbitais.

A Terra tem órbita com 10 mil asteróides próximos. Júpiter, por sua vez, é acompanhado de 100 mil asteróides "troianos" (asteróides que seguem na mesma órbita que um determinado planeta).

Estas rochas são essencialmente fragmentos que sobraram após a formação do Sistema Solar, há mais de 4 bilhões de anos.

"Se Netuno tivesse 'limpado' a sua zona, Plutão não estaria lá", acrescentou.

Stern disse que astrônomos com posições semelhantes à sua organizaram uma petição para restituir a Plutão sua classificação de planeta.

Decalques onde se lê "buzine se Plutão ainda é um planeta" estão sendo vendidos pela internet, e e-mails sobre a decisão que circulam na rede mundial de computadores estão chamando a IAU de "União Astronômica Irrelevante".

Owen Gingerich preside a comissão que define planetas da IAU e ajudou a elaborar uma proposta inicial elevando o número de planetas do Sistema Solar de nove para 12.

O professor emérito de Harvard atribuiu o resultado em grande parte a uma "revolta" dos dinamicistas - astrônomos que estudam o movimento e os efeitos gravitacionais dos corpos celestes.

"Em nossa proposta inicial, nós tomamos a definição de um planeta que geólogos planetários queriam. Os dinamicistas se sentiram terrivelmente insultados que não os tivéssemos consultado para saber o que pensavam. De alguma forma, havia um número suficiente deles para criar um grande protesto", disse Gingerich.

"A revolta deles criou uma grita suficiente para destruir a integridade científica da resolução (anterior)."

"Havia 2,7 mil astrônomos em Praga (onde ocorreu a reunião da IAU) durante o período de dez dias. Aqueles que discordaram e estavam determinados a bloquear a outra resolução apareceram em maior número do que os que acharam 'bem, esta é apenas uma daquelas coisas em que a IAU está trabalhando'".

Gingerich, que estava nos Estados Unidos e perdeu a votação, disse que gostaria da introdução, no futuro, de votos eletrônicos.

Alan Stern concorda: "Eu não pude votar porque eu não estava no plenário, em Praga, na quinta-feira, dia 24. De 10 mil astrônomos, 4% estavam naquele recinto - não se pode nem alegar consenso."

"Se todo mundo tivesse que viajar para Washington DC todas as vezes que se desejasse votar para presidente, nós teríamos resultados muito diferentes porque ninguém iria votar."

Outros astrônomos estão felizes em ver Plutão retirado da lista de planetas. Iwan Williams, presidente de ciência de sistemas planetários da IAU, disse: "Plutão tem muitos e muitos amigos; nós não temos muito entusiasmo em ver Plutão e todos os seus amigos no clube porque fica lotado. No final da década, nós teríamos cem planetas, e eu acho que as pessoas diriam 'meu Deus, que confusão eles fizeram em 2006'."

O pivô desse quiprocó se negou a prestar declarações à BBC.




fonte:BBC Brasil

Carmem Calvo - Museu Afro Brasil

Museu Afro Brasil diversifica com a mostra da espanhola Carmem Calvo

Uma das protagonistas do movimento artístico espanhol conhecido como "La Movida Madrileña", a artista plástica Carmen Calvo se estabelece também como pioneira no Museu Afro Brasil. A exposição que se iniciou dia 22, é a primeira desde a abertura da casa, em outubro de 2004, que não tem o viés de produção africana ou afro-relacionada.

"Solo lamento no ser un niño"


Carmen, nascida em Valencia, iniciou sua produção na Espanha pós-Franco. Com o fim da repressão e da ditadura do general (1939-75), grupos de jovens, identificados sobretudo com a cena noturna da capital federal, começaram a se mobilizar por liberdade cultural e artística. Um desses coletivos iconoclastas que tiveram seu auge na década de 80 chamava-se "La Movida" (expressão usada para se referir à vida noturna, algo como "a balada", em tradução livre), e agremiava artistas de diversas vertentes. Entre seus representantes, o cineasta Pedro Almodóvar tornou-se um dos nomes mais conhecidos.

Representações de sexo e violência, exploradas em múltiplas formas, são características do movimento e refletem-se também na obra de Carmen Calvo. Calvo usa ainda, em suas colagens, esculturas, pinturas, instalações e, mais recentemente, fotografias, uma mistura de temas religiosos e infantis. Assim, busca "transformar dramas pessoais em questões universais", como afirma o texto de divulgação da exposição.

"L'espirit"


Carmen Calvo
» Onde: Museu Afro Brasil - Pavilhão Padre Manoel da Nóbrega
Av. Pedro Álvares Cabral s/n. Parque Ibirapuera - Portão 10.

» Quando: 22/8 a 22/10.
Terça a domingo, das 10 às 17h30.
» Quanto: Grátis
» Informações: (11) 5579-0593


fonte: UOL

sábado, 26 de agosto de 2006

Apresentando-me a mim

Gostaria de ser apresentada a mim mesma.

Somente hoje percebi que estou mais uma vez na fase que começo a chamar de concha. Meio introspectiva, muito mais aérea. Também já sou capaz de me aperceber fora do mundo, desse nosso mundo real. Recolho-me a um canto, onde de preferência, só possa escutar o barulho da natureza. Acordo mais cedo, ando devagar pelas ruas admirando a luz do dia, o céu, as cores, sem pensar em nada, a cabeça vazia. Difícil explicar como isso acontece. Como gostaria de ser apresentada a mim mesma.

Gostaria de saber aonde foi parar o manual de instruções que trouxe comigo no dia em que nasci. Minha mãe teima em dizer que nasci careca e pelada, que nada trouxe de lado algum. Não creio! Coisas de mãe: não facilitar a vida dos filhos para aprenderem a lidar com o mundo enquanto crescem e se afirmam. Coisas de mãe.

Minha introspecção só é quebrada pelo som do telefone ou a voz de algum amigo que encontro na rua. Passada a rotina social, volto, como animalzinho ensinado e condicionado para a minha conchinha. Faço-me a pergunta se por acaso, nesse lugar só meu, existiria uma espécie de bateria recarregável onde me escondo de tempos em tempos. Mas o estranho, é que as baterias têm como função fazer o objeto/coisa voltar a funcionar. Não é o meu caso.

Estranhamente, há dias nesse processo, sinto-me flutuar, gravidade zero. Não percebo o mínimo de agitação em mim, nada. Atrái-me a rede de minha infância instalada na varanda cheia de plantas, que suspensa no ar, me dá essa sensação de flutuar sozinha e em paz. Paz, palavrinha tão pequena, mas que possui um efeito de bem estar imenso.

Quem sabe, me sinto no ninho protegida e segura? Quem sabe? Será um ato de meditação mais longo que o normal e inconsciente? Não faço idéia. Nem sei responder a tantas questões. Obedeço apenas as ordens do meu corpo e mente sem pensar, sempre foi assim...

Mas hoje, em pleno sábado, essa instrospecção me leva a refletir, mas na reflexão não obtenho resposta. Sinto minha mente dizer: "não penses!" Obedeço! É mesmo! Refletir para quê? É maravilhoso me sentir assim.

quarta-feira, 23 de agosto de 2006

Copy & Paste do Copy & Paste

Dessa vez não foi no "Farol" da Cristina! Peguei vocês!!!! Estou me tornando mestra em "copy & paste". Já sei: "tonta!".

Agora, a sério. Fui até o blog do Cláudio, "Jogando conversa fora" - jogandoconversafora.blogspot.com e achei essa novidade. Diz o Cláudio:


"A Palpiteira descobriu um sistema de comunicação online muito bom. Bem, não sei se foi ela quem descobriu, mas eu descobri por causa do post dela que reproduzo aqui.

Com a palavra, Claudia Palpiteira, uma das melhores blogueiras que eu conheço:

"Gente, você não tem noção do que esse sistema de comunicação significa e da facilidade de utilização. Consegue dar conta da dimensão? Através dele é possível conversar com qualquer pessoa que esteja acessando a mesma página que você, seja ela qual for.

Basta adicionar o endereço desejado, sem o inicial "http://www." na página do Gabbly ou, simplesmente, digitar "gabbly.com/" antes de qualquer endereço.

Por exemplo:
http://gabbly.com/endereçodoblogdesejado.blogspot.com

Exemplo: http://gabbly.com/uol.com.br.

Acho que é o tipo de notícia que deve ser espalhada para todas as pessoas que acreditamos prontas para esse tipo de informação."

Gostei, é muito bacaninha!


fonte: Jogando conversa fora


Canteiros


Quando penso em você
Fecho os olhos de saudade
Tenho tido muita coisa
Menos a felicidade

Correm os meus dedos longos
Em versos tristes que invento
Nem aquilo a que me entrego
Já me dá contentamento

Pode ser até manhã
Cedo, claro, feito o dia
Mas nada do que me dizem me faz sentir alegria

Eu só queria ter do mato
Um gosto de framboesa
Pra correr entre os canteiros
E esconder minha tristeza
E eu ainda sou bem moço pra tanta tristeza ...
Deixemos de coisa, cuidemos da vida
Senão chega a morte
Ou coisa parecida
E nos arrasta moço
Sem ter visto a vida

É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um toco sozinho ...
São as águas de março fechando o verão
É promessa de vida em nosso coração


Fagner
Claude Monet - "Jardim em Giverny"


Canteiros é baseado no poema "Marcha" de Cecília Meirelles e a música incidental é "Águas de Março" de Tom Jobim.


Prazer em bebê-lo...

Chá, café e chocolate quentinho com estilo




1. Importada, de porcelana, R$ 24, na Benedixt.
2. Divertida, os pequenos e grandes vão adorar tomar chocolate quente nela. De porcelana, R$ 12,50, na Raul's.
3. Elegante Blue and Brown, R$ 49,90, o set com duas peças, na Doural.
4. O modelo Quartier, da cerâmica brasileira Oxford, é clean nas cores e moderno no design da alça, R$ 9,99, na Biagallo Presentes.
5. Estreitinha e comprida, de porcelana, R$ 93, o jogo com quatro canecas, na Momussk.
6. Miss You Mug, como se diz em inglês "sinto saudade de você, caneca", R$ 99, acompanha pires, na Zona D.
7. De porcelana, com quadrados coloridos, para alegrar a mesa, R$ 16,57, na Mickey Presentes.
8. De porcelana, simples e azul, pintada à mão, modelo da casa, R$ 16,25, na Raul's.
9. De porcelana, tem formato perfeito para ser abraçada e aquecer as mãos, de preferência na frente da lareira. O conjunto de quatro canecas e pires, R$ 110, na Empório Carol Martini.



10. Pintada à mão pela artista plástica Rosa Maria Piatti, faz belo presente para quem vive a dois. O par de canecas vem numa caixa de madeira, também pintada à mão, R$ 140, na Arango.
11. Engraçadinhas dentro e fora do armário, com desenhos de bichinhos, R$ 48, a dupla, na Spicy.
12. Para beber chá, café ou chocolate, Maxi Mug Könitz, de porcelana, R$ 45, o set com duas unidades, na Mickey Presentes.
13. Para os admiradores dos felinos, da alemã Alimport, R$ 22, na Biagallo.
14. Brilho violeta na Mug Oops, R$ 22,10, na Doural.
15. Classe no coffee break com o modelo Office Hours. Repare na alça, R$ 33, na Benedixt.
16. Jogo com quatro peças, R$ 65, na Spicy.
17. Optical art na caneca, R$ 69, acompanhada de pires, na Zona D.

Guia de compras



fotos:Ricardo D'Angelo

terça-feira, 22 de agosto de 2006

Chega de impunidade

Dia da blogagem coletiva para um basta a violência

Carlos do blog "Beco dos Bytes" (becodosbytes.blogspot.com) me avisou e obviamente aderi para ser mais uma voz contra tanta violência a que somos submetidos diariamente sem que nenhuma atitude por parte das autoridades que tem competência sobre a gestão do assunto tome medidas que sejam de fato eficientes para que possamos ter o básico direito de ir e vir em qualquer cidade brasileira e a qualquer hora.

Diferentemente do que dizem os especialistas sobre o assunto violência e insegurança - um não existe sem o outro - nós, sociedade de "culpados" por não termos nascido em favelas, há muito viramos vítimas. Somos tão vítimas como vários trabalhadores que por falta de condições materiais, são obrigados a morar nas favelas e a serem "coniventes" por medo de seus algozes e por pura atitude de sobrevivência.

Este post faz parte da blogagem coletiva proposta pela Laura (lauravive.blogspot.com). A partir daqui vou transcrever parte do post do Carlos, que já começa dizendo que todos nós estamos fartos de tanta violência e tanta impunidade. "Como o tema é muito amplo, o texto será concentrado no nosso querido país, o Brasil.

Vou começar falando sobre um fato que presenciei e que nunca vou esquecer. Há algum tempo, perto da minha casa, um grupo de flanelinhas “tomou conta” de uma parte da calçada aonde as pessoas costumavam parar seus carros. Além de “vigiarem” os carros, eles gostavam de perturbar as pessoas que passavam pela rua, especialmente idosos e crianças – os mais indefesos. Um certo dia, eu presenciei uma cena lastimável. Estava na parte de fora da padaria que fica ao lado do território dos flanelinhas e vi que eles estavam bem agitados, fazendo uma verdadeira bagunça, brigando entre si e falando palavrões bem cabeludos quando uma senhora já de idade passou pelo local e foi ofendida pelo grupo. Sentindo-se totalmente agredida, ela avistou o que deveria ser a solução (pelo menos o melhor que poderia ser feito) do seu problema, um policial estava parado do lado de fora da padaria. A senhora se aproximou e contou o que havia acabado de acontecer ao policial, que rapidamente a levou até o grupo. Eu, que estava observando, procurei me aproximar um pouco mais para saber qual seria a atitude do policial. Infelizmente, o pior aconteceu. Ao chegar próximo do grupo, o policial diz: “Aê, a vovó tá fazendo queixa de vocês!” Um dos marginais se vira e responde, “Fazendo queixa, é!? Pode deixar que a gente vai cuidar dela!” E depois disso, todos começaram a rir num tenebroso tom de deboche, enquanto a pobre senhora teve que ir embora completamente sem acreditar no que havia acabado de acontecer.

Até hoje, sempre que me lembro disso, fico com o mesmo sentimento de impotência perante tamanha safadeza. O policial que deveria nos proteger, na verdade, protege os nossos agressores. Não sei se o grupo, que felizmente não está mais por aqui, fez algo a mais contra a indefesa velhinha (espero que não), mas o ato daquele policial não é único. É apenas mais um dos vários que deveriam nos proteger, mas que não protege."



Posso dizer que há muito tempo, na rua onde moro e arredores, o assalto a carros a noite é semanal, dizer que são diários seria exagero. Mas não é exagero dizer que quase são diários. Era assim.
Há dois meses, a coisa ficou banal. Os assaltantes já se aperceberam que aqui como em muitas outras ruas, nada se altera com relação a segurança, e passaram a ser totalmente descarados no alto do conhecimento que têm que continuarão impunes. Agora eles chegam a pé, em horário de bastante movimento de pessoas nas ruas, sem se preocuparem que algo possa impedí-los de um roubo, de um ganho. A maldita frase "perdeu, perdeu!" já é parte do inconsciente de qualquer morador do Rio de Janeiro.

E contrário ao que usualmente serve como desculpa, pelas ruas a que me refiro, nem por isso, receberam um policiamento mais constante. As pessoas assaltadas, cujos carros, dinheiro e documentos são levados pela bandidagem, dão queixa na delegacia mais próxima. Mas o que fazer? A última notícia que tivemos através dos jornais é que a polícia não têm dinheiro para pôr gasolina em seus carros e que os telefones também foram cortados por falta de pagamento. Como fazer para pedir ajuda? Não sei.

Um turista português morreu esfaqueado na praia de Copacabana, poucas semanas depois de um turista paulista morrer na Estrada das Paineiras - outro local turístico - defendendo sua família de um sequestro. E ainda há moradores do Rio que escrevem aos jornais e comparam um assassinato como esse a um assalto nas ruas de Paris, ou Nova York, ou noutra grande cidade qualquer que membros de sua família costumam visitar. Realmente, não foi um filho dessa pessoa que morreu.

Aqui, somos violentados em nossos direitos, outros povos vem aqui fazer turismo e morrem e mesmo assim alguns moradores dessa cidade não enxergam nada do que está acontecendo. E na mesma semana em que o jovem português de 19 anos morreu, na quinta- feira e sexta-feira houve um total de 28 assaltos contra turistas. Foi notícia em vários jornais e rádios do Rio de Janeiro.

Nesse fim de semana, por medo da violência, um pai e uma mãe foram apanhar a filha em uma festinha na Barra da Tijuca, na volta à casa, ouvem um barulho e a mãe está sangrando após ter sido atingida por uma bala perdida na cabeça. No Jornal "O Globo" de hoje - ver em www.oglobo.com.br - é noticiado que o carro que foi perfurado pela bala até ontem não havia sido periciado. É dessa forma que estamos vivendo nosso dia a dia.

Não consigo entender como algum turista ainda queira vir para o Rio de Janeiro. Não venham! A situação de violência aqui é grave. Estar vivo é pura questão de sorte!


Hoje é o Dia do Folclore

Dia de homenagem à cultura popular brasileira

Em 1965, o Congresso brasileiro oficializou o dia 22 de agosto como o Dia do Folclore, numa justa homenagem à cultura popular brasileira. A palavra folclore tem origem no inglês antigo, sendo que "folk" significa povo e "lore" quer dizer conhecimento, cultura.

O folclore brasileiro, portanto, é a cultura de nosso povo e não há nada mais nacional do que ele. Afinal, ele é precisamente o conjunto das tradições culturais dos conhecimentos, crenças, costumes, danças, canções e lendas dos brasileiros de norte a sul. Formada pela mistura de elementos indígenas, portugueses e africanos, a cultura popular brasileira é riquíssima.

Na área musical, por exemplo, são inúmeros e muito variados os ritmos e melodias desenvolvidos em nosso país. É o caso do frevo, do baião, do samba, do pagode, da música sertaneja... Há ainda as danças típicas das festas populares, como o bumba-meu-boi, o forró, a congada, a quadrilha e - é claro - o próprio carnaval, um verdadeiro símbolo de nosso país.

Um dos aspectos mais interessantes do folclore brasileiro, porém, são os seres sobrenaturais que povoam as lendas e as superstições da gente mais simples. O mais popular é o Saci, um negrinho de uma perna só, que usa um barreta vermelho, fuma cachimbo e adora travessuras, como apagar lampiões e fogueiras ou dar nó nas crinas dos cavalos.

Na Nordeste do Brasil, homens vestem o boi para participar da dança típica na festa do Bumba-Meu-Boi.

Mas há vários outros seres fantásticos em nosso folclore: o Curupira, um anão de cabelos vermelhos, que tem os pés ao contrário; a Mula-sem-cabeça, que solta fogo pelas narinas; a Boiúna, cobra gigantesca cujos olhos brilham como tochas; e o Lobisomem, o sétimo filho homem de um casal, que vira lobo nas sextas-feiras de luas cheias.

E você? Conhece o nosso folclore? Faça aqui o teste!


fonte:UOL

Desastre ambiental

Ao fundo um homem observa a serpente coberta de petróleo nas ilhas Guimaras. O naufrágio de um petroleiro no último dia 11 foi responsável pelo pior desastre ambiental da história das Filipinas.



Um dos últimos desastres ambientais de imensas proporções de que se tem memória foi do afundamento do petroleiro "Prestige" (embarcação grega que navegava com bandeira das Bahamas e transportava petróleo para a filial suíça de um grupo petrolífero russo), quando seu interior repleto de petróleo se dividiu em dois em 19 de novembro de 2002.

O governo espanhol demorou uma semana para enviar um representante, dez dias para nomear um responsável e vinte e dois para comparecer ante o Congresso para explicar as medidas tomadas durante a crise, algumas delas muito controversas, como a de afastar a embarcação da costa. Quando, em 14 de dezembro, José María Aznar, presidente do governo, visitou pela primeira vez a Galícia, a maré negra já havia chegado à região da Cantábria, ao País Basco e tingido toda a costa norte espanhola.

Graças a grande mobilização de voluntários espanhóis, principalmente os moradores da Galícia, salvaram várias espécies marítimas dessa catástrofe ambiental.


fonte: UOL e Revista Época
foto: Joe Hares / EFE

segunda-feira, 21 de agosto de 2006

Teatro Oficina comemora 45 anos

"Os Sertões" em S.Paulo


Em 16 de agosto de 1961, um grupo de atores-estudantes ocupou o terreno da Rua Jaceguai, 520, no Bixiga, bairro de São Paulo. Surgia o Teatro Oficina há 45 anos que numa conturbada época de censura no Brasil se acostumou a furar cercos, sejam eles morais, econômicos ou de tijolos.

Para a comemoração, o Oficina montou o ciclo completo de "Os Sertões". É o resultado do projeto de seis anos atrás que ousou adaptar ao teatro a epopéia de Euclydes da Cunha, lançada em 1902. A senha para ingresso gratuito poderá ser retirada no local a partir das 17h.

A apresentação dá largada à temporada do ciclo com as cinco peças, uma a cada final de semana. Depois da reestréia de "A Terra", que retorna de sex. a dom., seguem-se "O Homem 1", "O Homem 2", "A Luta 1" e "A Luta 2" (sessões sempre sex., às 20h, e sáb. e dom., às 18h).

De 20 a 24/9, o grupo Uzyna Uzona apresenta a obra completa em sessões seqüenciais. Os ingressos custam de R$ 30 (por sessão) a R$ 100 (pacote para os cinco espetáculos).


Informações pelo tel.(11) 3106-2818 ou em www.teatroficina.com.br.


fonte: UOL

sábado, 19 de agosto de 2006

Por uma boa causa

"Acabei de comprar uma t-shirt!!!"

Esse foi o jeitinho que a Cristina do blog "O Farol das Artes" - ofaroldasartes.blogspot.com - encontrou para promover o site "Associação Pelos Animais" em www.pelosanimais.org.pt. Na compra de uma t-shirt você ajuda a esterelizar um animal sem família. Eu já encomendei a minha!!!

O custo de cada t-shirt é de 7 Euros, sendo que os portes de envio são de 65 cêntimos por cada t-shirt para Portugal, e 1,55 EUR por t-shirt para o resto do mundo. O pagamento pode ser efetuado por transferência bancária (pela Internet ou qualquer Multibanco), depósito ou Paypal, sendo que o NIB é indicado na mensagem de confirmação do seu donativo.


E no Brasil, podem contribuir para a Suipa, o SOS Gatinhos ou Gatos do Campo de Santana


fonte: O Farol das Artes

sexta-feira, 18 de agosto de 2006


Amor e medo


Estou te amando e não percebo,
porque, certo, tenho medo.
Estou te amando, sim, concedo,
mas te amando tanto
que nem a mim mesmo
revelo este segredo.


Affonso Romano de Sant'Anna in Coleção "Poesia Falada"
Henri Matisse -
"Odalisca com calça vermelha"

Cute, cute

Alto-falante para Ipod


O gadget Flower Pod é direcionado principalmente para o público feminino, é feito em polyester e conta com uma razoável potência de 10 watts. O dispositivo é compatível com outros tocadores digitais, CD players e walkmans.

Eu ainda não tenho um Ipod, mas nada me impede de ganhar de presente o alto-falante que é uma gracinha! Portanto...




fonte: UOL
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