Poema de sete faces
Quando nasci, um anjo torto
desses que vivem na sombra
disse: Vai, Carlos! ser gauche na vida.
As casas espiam os homens
que correm atrás de mulheres.
A tarde talvez fosse azul,
não houvesse tantos desejos.
O bonde passa cheio de pernas:
pernas brancas pretas amarelas.
Para que tanta perna, meu Deus, pergunta meu coração.
Porém meus olhos
não perguntam nada.
O homem atrás do bigode
é sério, simples e forte.
Quase não conversa.
Tem poucos , raros amigos
o homem atrás dos óculos e do bigode.
Meu Deus, por que me abandonaste
se sabias que eu não era Deus
se sabias que eu era fraco.
Mundo mundo vasto mundo
se eu me chamasse Raimundo,
seria uma rima, não seria uma solução.
Mundo mundo vasto mundo,
mais vasto é meu coração.
Eu não devia te dizer
mas essa lua
mas esse conhaque
botam a gente comovido como o diabo.
Carlos Drummond de Andrade
terça-feira, 15 de novembro de 2005
Ladrões de moedinhas
Polícia prende gangue da Fontana di Trevi
A polícia de Roma prendeu quatro faxineiros em posse de 1,1 mil euros (cerca de R$ 2.843) em moedinhas lançadas na Fontana di Trevi, um chafariz na capital italiana.
Os quatro trabalhavam para a empresa responsável pela limpeza da famosa fonte, onde visitantes jogam cerca de 2 mil euros em moedas a cada semana.
Boa parte dessas moedas vai para campanhas de organizações não-governamentais ou de caridade. Foi uma dessas organizações que deu o alarme, quando o número de moedas diminuiu drasticamente.
A polícia teme que eles tenham roubado até 110 mil euros (cerca de R$ 284 mil) nas últimas semanas.
A polícia observou os suspeitos por algum tempo antes de prendê-los. Os quatro são italianos e teriam entre 18 e 50 anos de idade.
Os quatro trabalhavam para a empresa responsável pela limpeza da famosa fonte, onde visitantes jogam cerca de 2 mil euros em moedas a cada semana.
Boa parte dessas moedas vai para campanhas de organizações não-governamentais ou de caridade. Foi uma dessas organizações que deu o alarme, quando o número de moedas diminuiu drasticamente.
A polícia teme que eles tenham roubado até 110 mil euros (cerca de R$ 284 mil) nas últimas semanas.
A polícia observou os suspeitos por algum tempo antes de prendê-los. Os quatro são italianos e teriam entre 18 e 50 anos de idade.
Sem príncipe e sem coroa
Princesa japonesa perde o título ao se casar com plebeu

A princesa Sayako, do Japão, perdeu o seu título real ao se casar com um "plebeu" nesta terça-feira em Tóquio.
Única filha do Imperador Akihito, Sayako de 36 anos, casou-se com Yoshiki Kuroda, um funcionário da Prefeitura de Tóquio, de 40 anos.
Vestindo um vestido branco e pérolas, a princesa deixou o palácio numa limusine preta e foi recebida do lado de fora por milhares de pessoas que queriam lhe desejar boa sorte.
A cerimônia de casamento foi realizada no Hotel Tokyo e, embora não tenha sido transmitida pela TV, parece ter sido mais simples do que os tradicionais casamentos reais.
A monarquia mais antiga do mundo enfrenta agora um problema de sucessão, já que não nasce nenhum herdeiro do sexo masculino há 40 anos. Estão sendo estudadas mudanças na lei para permitir que mulheres ascendam ao trono.
Ao contrário dos seus irmãos, o príncipe herdeiro Naruhito e o príncipe Akishino, Sayako é obrigada pela lei japonesa a deixar o palácio e os privilégios da realeza. Uma lei de 1947 determina que as mulheres da família real se tornam plebéias e ficam impedidas de assumir o trono quado se casam com um plebeu.
Única filha do Imperador Akihito, Sayako de 36 anos, casou-se com Yoshiki Kuroda, um funcionário da Prefeitura de Tóquio, de 40 anos.
Vestindo um vestido branco e pérolas, a princesa deixou o palácio numa limusine preta e foi recebida do lado de fora por milhares de pessoas que queriam lhe desejar boa sorte.
A cerimônia de casamento foi realizada no Hotel Tokyo e, embora não tenha sido transmitida pela TV, parece ter sido mais simples do que os tradicionais casamentos reais.
A monarquia mais antiga do mundo enfrenta agora um problema de sucessão, já que não nasce nenhum herdeiro do sexo masculino há 40 anos. Estão sendo estudadas mudanças na lei para permitir que mulheres ascendam ao trono.
Ao contrário dos seus irmãos, o príncipe herdeiro Naruhito e o príncipe Akishino, Sayako é obrigada pela lei japonesa a deixar o palácio e os privilégios da realeza. Uma lei de 1947 determina que as mulheres da família real se tornam plebéias e ficam impedidas de assumir o trono quado se casam com um plebeu.
"O Jardineiro Fiel" é indicado a melhor filme não-europeu

"O Jardineiro Fiel", do diretor brasileiro Fernando Meirelles, concorre neste ano a melhor filme não-europeu na premiação da Academia Européia de Cinema.
A cerimônia de entrega dos prêmios acontece em 3 de dezembro no Arena de Berlim. Os Prêmios Europeus foram fundados em 1988 por um grupo de cineastas como alternativa ao Oscar de Hollywood. O cinema latino-americano também pode ganhar um prêmio nessa categoria com "Batalha no céu", do mexicano Carlos Reygadas.
Os outros filmes que concorrem nessa categoria são "Be with me" de Eric Khoo, "Brokeback mountain" de Ang Lee, "Broken Flowers" de Jim Jarmusch, "Crash" de Paul Haggis, "C.R.A.Z.E" de Jean-Marc Vallée, "Good night, and good luck" de George Clooney, "Look both ways" de Sarah Watt, "Sympathy for Lady Vengeance" de Park Chan-Wook e "Tsotsi" de Gavin Hood.
Para melhor filme europeu do ano os indicados são os franceses "Caché", de Michael Hanecke, e "L'enfant", de Jean-Pierre e Luc Dardenne, os alemães "Don't come knocking", de Wim Wenders, e "Sophie Scholl", de Marc Rothemund, o dinamarquês "Bryde", de Susanne Bier, e o britânico "My Summer of Love", de Pawel Pawlikowski. Na categoria "melhor direção" estão indicados Bier, Pawlikowski, Wenders e Hanecke também, além de Roberto Faenza ("Alla luce del sole"), Cristi Piu ("Moartea Domnului Lazaresco") e de Alex de la Iglesia ("Crime Ferpecto").
A Academia distribui também os prêmios do ano à melhor atriz, ao melhor ator, e aos melhores roteiro, câmara, trilha sonora e montagem e à revelação do ano.
segunda-feira, 14 de novembro de 2005
Quando não estás
Quando não estás invento-te.
Imagino histórias
Escrevo argumentos
Realizo filmes
Para encher de ti
O tempo em que não estás.
Puxo-te por um braço
Trago-te para o meu espaço
És voz amante de um filme de Almodovar
Calmo. Terno. Meigo
Carinho. Paz.
Ou persegues-me. Agarras-me
Empurras-me contra um canto
Possuis-me ao ritmo alucinante de Tarantino
E somos paixão absurda
Que tudo destrói à passagem
Que esgota os sentidos
Arrasa o corpo
Não acalma a alma
Não conhece paz nem calma
Mas é fogo violento que arde
E exige sempre mais.
Quando não estás presente
Invento-te.
Para estares sempre
Mesmo quando não estás.
Encandescente
Série Ostriches,"Dancing Ostriches 3" - Paula Rego
China planeja prisão exclusiva para HIV-positivos
Uma província chinesa anunciou um projeto de construir duas penitenciárias para abrigar exclusivamente presos portadores do vírus HIV.
O jornal China Daily diz que a província de Guangdong, no sul do país, tomou a decisão de construir as penitenciárias por causa do crescente número de prisioneiros com Aids ou portadores do vírus. A China diz ter quase 1 milhão de pessoas com o vírus, mas especialistas estrangeiros dizem que o número verdadeiro pode ser muito maior.O tratamento dado pela China aos portadores do HIV tem sido polêmico há tempos.
Inicialmente, a resposta oficial foi esconder todos os casos de Aids e ignorar as pessoas portadoras do vírus. Mas nos últimos anos, grandes campanhas contra a Aids foram lançadas, e os portadores do HIV se tornaram objeto de discriminação.
A decisão das autoridades de Guangdong devem aumentar o estigma. Guangdong tem atualmente 20 pacientes de Aids e 518 portadores do HIV em suas celas.
Segundo o China Daily, o político local responsável pelo esquema acredita que esses números podem aumentar rapidamente em um ambiente prisional.
O jornal China Daily diz que a província de Guangdong, no sul do país, tomou a decisão de construir as penitenciárias por causa do crescente número de prisioneiros com Aids ou portadores do vírus. A China diz ter quase 1 milhão de pessoas com o vírus, mas especialistas estrangeiros dizem que o número verdadeiro pode ser muito maior.O tratamento dado pela China aos portadores do HIV tem sido polêmico há tempos.
Inicialmente, a resposta oficial foi esconder todos os casos de Aids e ignorar as pessoas portadoras do vírus. Mas nos últimos anos, grandes campanhas contra a Aids foram lançadas, e os portadores do HIV se tornaram objeto de discriminação.
A decisão das autoridades de Guangdong devem aumentar o estigma. Guangdong tem atualmente 20 pacientes de Aids e 518 portadores do HIV em suas celas.
Segundo o China Daily, o político local responsável pelo esquema acredita que esses números podem aumentar rapidamente em um ambiente prisional.
Cão clonado é melhor invenção de 2005, diz "Time"
O filhote de Afghan Hound, de cinco meses, foi clonado na Universidade Nacional de Seul, na Coréia do Sul, por uma equipe de 45 pessoas liderada pelo professor Woo Sul Hwang. Os gens de Snuppy foram retirados de uma única célula da orelha de um cachorro adulto.
A técnica de transferência de célula nuclear somática foi a mesma utilizada pelos pesquisadores britânicos que criaram a ovelha Dolly, o primeiro mamífero já clonado.
Entre outras invenções lembradas pela "Time" estão uma bicicleta movida por um motor de célula de hidrogênio, uma filmadora descartável e um gato-robô que reconhece comandos de voz.
Adélia Prado faz reflexão sobre a morte e o inefável
Em "Quero Minha Mãe", autora constrói narrativa
fragmentada e poética sobre uma mulher doente
fragmentada e poética sobre uma mulher doente
Cada doença esconde em si mesma sua inexplicável cura? Cada morte deixada de herança carrega consigo uma redenção? Cada ato cotidiano - o destrinchar de um frango, uma conversa despretensiosa na cozinha, um passarinho que a atravessa e se esconde atrás da geladeira - encerra a beleza de toda uma vida?
Adélia Prado parece pensar que sim, e há quase setenta anos tem feito o favor de esmerar-se para que também o acreditemos. Desta vez, na obra que chega às livrarias na próxima semana, troca seus dóceis e líricos poemas habituais por um brado desconsolado: "Quero Minha Mãe" (Record, R$ 24,90, 84 págs.).
Trata-se de uma novela curta, construída de modo poético e fragmentário, em que acompanhamos a narrativa pouco linear de Olímpia, uma mulher que se descobre acometida por uma doença grave. Pelo seu fluxo quase caótico de sonhos, lembranças, diálogos e fatos, seguimos as voltas de seu inabalável medo da morte, agravado pela memória onipresente da longínqua morte da mãe, e a dificuldade em revelar a doença para amigos e familiares.
Olímpia não é Adélia, mas quase que poderia ser. Com ela, compartilha a forte devoção à religião, compartilha a morte precoce da mãe, a idade, a condição social, a numerosa família nuclear. Compartilha também a sensibilidade para captar o momento poético e compreender o exato instante em que o gesto vão se faz poesia. E essa é a porta que se abre para nós, leitores, e para o nosso consolo.
Sobre o inenarrável, o inalcançável, o inefável e sobre a possibilidade de buscá-los na extraordinariedade do ordinário, Adélia conversou com a Folha na tarde da última sexta. Isso pouco tempo antes de falar sobre poesia por duas horas e ser aplaudida de pé pelas cerca de 200 pessoas que a ouviram no Fórum das Letras de Ouro Preto - evento literário que se encerra amanhã na cidade mineira.
Adélia Prado parece pensar que sim, e há quase setenta anos tem feito o favor de esmerar-se para que também o acreditemos. Desta vez, na obra que chega às livrarias na próxima semana, troca seus dóceis e líricos poemas habituais por um brado desconsolado: "Quero Minha Mãe" (Record, R$ 24,90, 84 págs.).
Trata-se de uma novela curta, construída de modo poético e fragmentário, em que acompanhamos a narrativa pouco linear de Olímpia, uma mulher que se descobre acometida por uma doença grave. Pelo seu fluxo quase caótico de sonhos, lembranças, diálogos e fatos, seguimos as voltas de seu inabalável medo da morte, agravado pela memória onipresente da longínqua morte da mãe, e a dificuldade em revelar a doença para amigos e familiares.
Olímpia não é Adélia, mas quase que poderia ser. Com ela, compartilha a forte devoção à religião, compartilha a morte precoce da mãe, a idade, a condição social, a numerosa família nuclear. Compartilha também a sensibilidade para captar o momento poético e compreender o exato instante em que o gesto vão se faz poesia. E essa é a porta que se abre para nós, leitores, e para o nosso consolo.
Sobre o inenarrável, o inalcançável, o inefável e sobre a possibilidade de buscá-los na extraordinariedade do ordinário, Adélia conversou com a Folha na tarde da última sexta. Isso pouco tempo antes de falar sobre poesia por duas horas e ser aplaudida de pé pelas cerca de 200 pessoas que a ouviram no Fórum das Letras de Ouro Preto - evento literário que se encerra amanhã na cidade mineira.
domingo, 13 de novembro de 2005
Arte contemporânea brasileira é revista em ensaios de crítico inglês
O inglês Guy Brett é um observador inquieto que encontrou no Brasil alguns dos artistas que repercutiam, de forma potente, o ideal de reinvenção da história da arte, da produção experimental que abraçava a modernidade e representava a contemporaneidade.Há uma peculiaridade no seu trabalho como crítico de arte: é escancarada a sua convivência e sua relação com os artistas sobre os quais escreve. Seus conceitos não se baseiam apenas na observação mas, principalmente, na sensibilidade que permite que se envolva com as obras.
Ele tanto acompanhou a série de experimentos de Hélio Oiticica na galeria Whitechapel, em Londres, como chega a participar da apresentação da obra "Mandala", de Lygia Clark, em evento de arte holandês em 1969 - segurando uma das tiras plásticas da criação.
"Brasil Experimental: arte/vida: proposições e paradoxos" reúne 21 ensaios, escritos entre 1969 e 2002, sobre 15 artistas brasileiros: além de Oiticica e Clark, há Lygia Pape, Sérgio Camargo, Mira Schendel, Cildo Meireles, Antonio Manuel, Tunga, Waltercio Caldas, Regina Vater, Roberto Evangelista, Maria Theresa Alves, Jac Leirner, Ricardo Basbaum e Sonia Lins.
Kátia Maciel, organizadora do livro, escreve no prefácio: "Guy Brett pensa com os artistas e não sobre artistas e obras. Sua escrita se realiza no fluxo da relação entre pensamentos sensíveis. Quase em silêncio, o escritor abriga generosamente o movimento da obra na proximidade criada com o artista". E isso sem cair no estereótipo de olhar estrangeiro, uma vez que o intuito de Brett é o de entender, com elementos da arte brasileira, as estratégias que reprocessam o fazer artístico.
Para celebrar o lançamento do livro de Guy Brett, o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro reagrupou artistas que são tema de textos do crítico inglês com obras que representam os aspectos enfocados, seja com peças do próprio acervo do MAM, dos próprios criadores ou da Coleção Gilberto Chateaubriand. A exposição permanece até 15 de janeiro de 2006.
EXPOSIÇÃO: BRASIL EXPERIMENTAL
» Onde: MAM-RJ (Av. Infante Dom Henrique, 85 - Pq. do Flamengo)
» Quando: Até 15/1/2006 (de ter. a sex., das 12h às 18h; sáb., dom. e feriados, das 12h às 19h)
» Quanto: R$ 5
» Informações: (21) 2240-4944 e www.mamrio.org.br
França dá alerta ao mundo, diz Saramago
As duas semanas de violência urbana na França devem ser consideradas como um sinal de alerta para o mundo, que precisa fazer mais para combater a desigualdade, disse nesta sexta-feira o escritor José Saramago, primeiro Prêmio Nobel de Literatura da língua portuguesa (1998).
"Esse é um sinal de alarme, uma campainha que está tocando, que pede a todos nós que façamos algo para garantir que cada vida humana tenha valor", afirmou Saramago no lançamento oficial de "As intermitências da morte", em Lisboa.
Saramago, que completará 83 anos na próxima semana, comentou que o mundo se dirige para um "tremendo conflito", a menos que as condições de vida para as pessoas que vivem na pobreza melhorem.
"Os subúrbios de Paris, Lisboa, Madri e todas as grandes cidades estão cheios de gente que se sente excluída e marginalizada", advertiu.
sábado, 12 de novembro de 2005
Alberto de Veiga Guignard (1896-1962) - S.Paulo
Festa de S.João - Ouro Preto

Guignard
A exposição reúne 60 obras da carreira do artista, e acontece simultaneamente ao livro "Alberto da Veiga Guignard (1896-1962)", com texto de diversos críticos analisando a obra do pintor. A mostra é dividida em 10 temas: Retratos e Auto-Retratos; Flores e Naturezas-Mortas; Surrealismo; História; Lirismo Nacionalista; Festas de São João; Pinturas Decorativas; Composições Religiosas; Rio de Janeiro e Minas Gerais.
Pinakotheke São Paulo
Quando:até 23 de dezembro
Quanto:entrada franca

Guignard
A exposição reúne 60 obras da carreira do artista, e acontece simultaneamente ao livro "Alberto da Veiga Guignard (1896-1962)", com texto de diversos críticos analisando a obra do pintor. A mostra é dividida em 10 temas: Retratos e Auto-Retratos; Flores e Naturezas-Mortas; Surrealismo; História; Lirismo Nacionalista; Festas de São João; Pinturas Decorativas; Composições Religiosas; Rio de Janeiro e Minas Gerais.
Quando:até 23 de dezembro
Quanto:entrada franca
"Portugal Novo" - S.Paulo
Continua...
A arte portuguesa cruzou o mar trazendo um panorama de sua produção desde a Revolução dos Cravos até hoje. Em parceria com o Instituto das Artes do Ministério da Cultura de Portugal, a Estação Pinacoteca tem a a exposição "Portugal Novo: Artistas de Hoje e Amanhã", com núcleo complementar exposto na galeria do Instituto Camões, que reúne os fotógrafos Helena Almeida e Jorge Molder.
Na Estação, são exibidas 50 obras de nomes expressivos e em plena atividade, agrupados por critérios cronológicos, temáticos e de linguagem. A representação do corpo e da figura humana dos anos 70 é mostrada por Paula Rego e Julião Sarmento.
Nomes dos anos 80, Pedro Cabrita Reis, José Pedro Croft e Rui Chafes privilegiam questões da evolução da escultura. João Tabarra e João Louro testam a manipulação de imagem, simbolizando os anos 90, e a videoinstalação é recorrente no trabalho de Filipa César, João Onofre e Vasco Araúlo, expoentes atuais. A curadoria é de Alexandre Melo.
Na Estação, são exibidas 50 obras de nomes expressivos e em plena atividade, agrupados por critérios cronológicos, temáticos e de linguagem. A representação do corpo e da figura humana dos anos 70 é mostrada por Paula Rego e Julião Sarmento.
Nomes dos anos 80, Pedro Cabrita Reis, José Pedro Croft e Rui Chafes privilegiam questões da evolução da escultura. João Tabarra e João Louro testam a manipulação de imagem, simbolizando os anos 90, e a videoinstalação é recorrente no trabalho de Filipa César, João Onofre e Vasco Araúlo, expoentes atuais. A curadoria é de Alexandre Melo.
6ª Bienal Internacional de Arquitetura - S.Paulo
Continua...
Pavilhão da Bienal
Parque Ibirapuera - Portão 3
Quando: até 11 de dezembro
De 3ª a 5ª feira - das 12h00 as 22h00
6ª Sáb. e Dom. - das 10h00 as 22h00
Quanto: R$12,00
A "Casa de Cinema Manoel de Oliveira" - Porto, Portugal
projeto do arquiteto Eduardo Souto Moura

Pavilhão da Bienal
Parque Ibirapuera - Portão 3
Quando: até 11 de dezembro
De 3ª a 5ª feira - das 12h00 as 22h00
6ª Sáb. e Dom. - das 10h00 as 22h00
Quanto: R$12,00
A "Casa de Cinema Manoel de Oliveira" - Porto, Portugal
projeto do arquiteto Eduardo Souto Moura

Beng Bu Bridge - China
projeto do arquiteto francês Marc Mimram
sexta-feira, 11 de novembro de 2005
Exposições alternativas - RJ
Continua...
Ambulantes Do Design
Rua Dois de Dezembro 63, Flamengo - tel: 3131 3060.
Ter a dom, das 11h00 às 20h00.
Espaço Cultural Sérgio Porto - até 27 de novembro.
Rua Humaitá 163, Humaitá - tel: 2266 0896.
Ter a sex, do meio-dia às 21h. Sáb e dom, das 15h às 21h.
Projéteis - Redemergências - até 25 de janeiro.
Centro de Artes Funarte: Mezanino do Palácio Gustavo Capanema.
Rua da Imprensa 16, Centro - tel: 2279 8085.
Seg a sex, das 10h às 18h.
Ambulantes Do Design
Rua Dois de Dezembro 63, Flamengo - tel: 3131 3060.
Ter a dom, das 11h00 às 20h00.
Espaço Cultural Sérgio Porto - até 27 de novembro.
Rua Humaitá 163, Humaitá - tel: 2266 0896.
Ter a sex, do meio-dia às 21h. Sáb e dom, das 15h às 21h.
Projéteis - Redemergências - até 25 de janeiro.
Centro de Artes Funarte: Mezanino do Palácio Gustavo Capanema.
Rua da Imprensa 16, Centro - tel: 2279 8085.
Seg a sex, das 10h às 18h.
Novembro - S.Paulo
24 horas de Cultura
Inspirada nos famosos eventos que ocorrem na Europa, a cidade de São Paulo terá, em novembro, sua primeira "Noite Branca". A filosofia é promover, durante 24 horas consecutivas, variados eventos culturais. Segundo a prefeitura, que ainda não divulgou a programação, a Noite Branca Paulista começa às 14h do dia 19, um sábado, e vai até às 14h do dia 20.
Por aqui, o projeto recebeu o nome de Cultura 24 horas, coordenado pela Secretaria Municipal de Cultura em parceria com a SPTuris, Secretaria da Cultura do Estado e pela rede Sesc.
Os eventos terão preços populares e vão ocupar variados pontos da cidade, em equipamentos como museus, casas de cultura, teatros, cinemas, galerias ou praças e parques.
Por aqui, o projeto recebeu o nome de Cultura 24 horas, coordenado pela Secretaria Municipal de Cultura em parceria com a SPTuris, Secretaria da Cultura do Estado e pela rede Sesc.
Os eventos terão preços populares e vão ocupar variados pontos da cidade, em equipamentos como museus, casas de cultura, teatros, cinemas, galerias ou praças e parques.
Grande salto
Primeira noite
sem dividir a cama
sem dividir o abraço.
A manhã do grande salto.
Como passarinho de penas novas
saindo do ninho.
Como atleta em competição solitária
no trampolim mais alto da piscina.
Procurar a concentração,
sentir o frio na barriga.
A cama vira concreto áspero
esperando nova concentração.
A janela aberta mostra pequeninos juízes
prontos para dar a nota de classificação.
Preparar o grande salto.
E mais uma vez respirar, concentrar,
respirar.
Acho que vou bater nessa janela.
Bato! Bati com o peito.
Mais parecendo cunhado bebum em fim de festa.
Sentindo vertigem, meio sem rumo
sinto a dor estrelada na sola dos pés
tocando o chão.
Misturada a tanta gente
não sou a única com penas novas.
Cristina Caetano
"Pedra da Gávea" - Candido Portinari
A história desaparece
Quase mil fotos somem da Biblioteca Nacional
Entre 4 de abril e 12 de julho, a Biblioteca Nacional, localizada no Rio de Janeiro e considerada a maior da América Latina, registrou o desaparecimento de centenas de fotos raras durante a greve de três meses dos servidores do Ministério da Cultura.
Na ocasião, foram catalogadas 150 imagens desaparecidas. Após o término do inventário, concluído dia 3 de novembro, a comissão que investiga as irregularidades constatou que 990 fotos sumiram do setor de iconografia da instituição. O Ministério da Cultura não informou detalhes da operação devido ao sigilo judicial.
As fotos fazem parte de 48.236 volumes encadernados e fotografias avulsas da coleção Teresa Cristina Maria, patrimônio da UNESCO, deixada em testamento pelo imperador D. Pedro II e distribuída entre o Museu Nacional, o Instituto Histórico Geográfico e a Biblioteca Nacional. Durante o furto, os ladrões substituíram os originais por fotografias antigas, porém sem valor algum.
Na manhã do dia 20 de julho, segundo nota divulgada pela Polícia Federal, parte do material furtado havia sido recuperada após a execução de três mandados de busca em diferentes locais da cidade. Acredita-se que apenas 20 exemplares foram resgatados.
Na ocasião, foram catalogadas 150 imagens desaparecidas. Após o término do inventário, concluído dia 3 de novembro, a comissão que investiga as irregularidades constatou que 990 fotos sumiram do setor de iconografia da instituição. O Ministério da Cultura não informou detalhes da operação devido ao sigilo judicial.
As fotos fazem parte de 48.236 volumes encadernados e fotografias avulsas da coleção Teresa Cristina Maria, patrimônio da UNESCO, deixada em testamento pelo imperador D. Pedro II e distribuída entre o Museu Nacional, o Instituto Histórico Geográfico e a Biblioteca Nacional. Durante o furto, os ladrões substituíram os originais por fotografias antigas, porém sem valor algum.
Na manhã do dia 20 de julho, segundo nota divulgada pela Polícia Federal, parte do material furtado havia sido recuperada após a execução de três mandados de busca em diferentes locais da cidade. Acredita-se que apenas 20 exemplares foram resgatados.
Já que vai viajar - Doe Sangue
Hospitais promovem mutirão para coleta de sangue no feriado
A Secretaria de Estado da Saúde realiza um mutirão de coleta de sangue durante o feriado prolongado, em São Paulo. Nove hospitais vão participar.
O Hospital do Servidor Público Estadual e o Hospital das Clínicas de São Paulo estarão abertos para coletas de sábado a terça-feira (feriado de 15 de novembro). Os horários dos demais postos podem ser conferidos abaixo.
O Hospital Beneficência Portuguesa promove entre 21 e 26 de novembro a "Semana do Doador Voluntário de Sangue".
Podem doar sangue homens e mulheres maiores de 18 anos e que pesem mais de 50 kg. Quem já teve sífilis ou é portador do HIV não pode doar.
O Hospital do Servidor Público Estadual e o Hospital das Clínicas de São Paulo estarão abertos para coletas de sábado a terça-feira (feriado de 15 de novembro). Os horários dos demais postos podem ser conferidos abaixo.
O Hospital Beneficência Portuguesa promove entre 21 e 26 de novembro a "Semana do Doador Voluntário de Sangue".
Podem doar sangue homens e mulheres maiores de 18 anos e que pesem mais de 50 kg. Quem já teve sífilis ou é portador do HIV não pode doar.
CCSP promove Semanas de Dança - S.Paulo
Começa na próxima quarta-feira - dia 16 - a "Semanas de Dança" do CCSP (Centro Cultural São Paulo). Até dia 18 de dezembro, serão apresentações de companhias independentes e do Balé da Cidade Cia. 2, sempre de quarta a domingo, com entrada franca ou ingressos a R$ 5.
De 16 a 20 de novembro, o palco será tomado por "Jardim Noturno II", que mostra a incursão coreográfica do dançarino e coreógrafo Maurício de Oliveira, desde seu retorno ao Brasil e depois de atuar no Frankfurt Ballet, então dirigido pelo coreógrafo americano William Forsythe.
"Todos os 12", atração de 23 a 27 de novembro, mostra a nova experiência da Cia. 2 do Balé da Cidade reunindo os bailarinos do conjunto e bailarinos independentes.
"Calçada Plugada" (30 de novembro a 4 de dezembro) marca o retorno de Fernando Lee, dirigindo novo elenco e bailarinos convidados como Paulo Goulart Filho, no Núcleo Omstrab. Por fim, "Algum Lugar Fora do Mundo - Day Camping" (7 a 18 de dezembro), de João Andreazzi, com a Cia. Corpos Nômades, comemora os cinco anos do grupo.
SEMANAS DE DANÇA
Onde: CCSP - Sala Jardel Filho
Quando: De 16 de novembro a 18 de dezembro.
Quarta a sábado, às 21h, domingo, às 20h.
De 16 a 20 de novembro, o palco será tomado por "Jardim Noturno II", que mostra a incursão coreográfica do dançarino e coreógrafo Maurício de Oliveira, desde seu retorno ao Brasil e depois de atuar no Frankfurt Ballet, então dirigido pelo coreógrafo americano William Forsythe.
"Todos os 12", atração de 23 a 27 de novembro, mostra a nova experiência da Cia. 2 do Balé da Cidade reunindo os bailarinos do conjunto e bailarinos independentes.
"Calçada Plugada" (30 de novembro a 4 de dezembro) marca o retorno de Fernando Lee, dirigindo novo elenco e bailarinos convidados como Paulo Goulart Filho, no Núcleo Omstrab. Por fim, "Algum Lugar Fora do Mundo - Day Camping" (7 a 18 de dezembro), de João Andreazzi, com a Cia. Corpos Nômades, comemora os cinco anos do grupo.
SEMANAS DE DANÇA
Onde: CCSP - Sala Jardel Filho
Quando: De 16 de novembro a 18 de dezembro.
Quarta a sábado, às 21h, domingo, às 20h.
Londres - Museu tem mostra sobre China
A Royal Academy of Arts traz a mostra"China:Os Três Imperadores (1662-1795)"
A mostra é dedicada a três imperadores da dinastia chinesa Qing.
A exposição mostra como esse imperadores usaram a arte e a cultura para consolidar o poder.
O recipiente ao lado foi pintado em esmalte e é do período do imperador Yongzheng (1723/35).
A exposição mostra como esse imperadores usaram a arte e a cultura para consolidar o poder.
O recipiente ao lado foi pintado em esmalte e é do período do imperador Yongzheng (1723/35).
Arte em Campos do Jordão
Encontro em Campos do Jordão tem programação de artes até o feriado
Com eventos que vão de exposições de pinturas e fotografias até oficinas e palestras, o encontro "Ame Campos nas Artes", a ser realizado em Campos de Jordão, este ano promove ações culturais de cunho educativo junto ao público de sábado, 12, até o feriado de 15 de novembro, terça-feira.
A primeira edição do encontro privilegia artistas que de alguma forma têm ou tiveram contato com a principal cidade da Serra da Mantiqueira. Há por exemplo, a exposição de fotografias de Cristiano Mascaro - 25 ao todo - produzidas especialmente para a ocasião, que estarão à mostra na Capela do Palácio Boa Vista, projetada pelo arquiteto Paulo Mendes da Rocha, até 8 de janeiro de 2006.
No campo das artes plásticas, a exposição "Pintores Modernistas em Campos do Jordão" exibe pinturas que retratam a paisagem de Campos do Jordão, feitas por artistas como Lasar Segall, Rebolo, Sergio Milliet e principalmente, Pancetti, que na década de 40 se tratou de tuberculose na cidade serrana.
Ela também ocupa o Palácio Boa Vista até janeiro do ano que vem. Já na antiga Estação Emílio Ribas, em Capivari, a artista Edith Derdyk inaugura no dia 13 a obra "Corrediças", que parte dos trilhos do trem para se desdobrar em três suportes diferentes, que vão de instalação de 70m2 composta por 50 trilhos de 13m e 300kg cada até livro que apresenta 80 fotografias dos trilhos e seu contato com diferentes formas de solo, de Pindamonhangaba a Campos do Jordão.
No cronograma de palestras e oficinas, nomes como Alex Cervey, Paulo Von Poser e do biógrafo de Pancetti, José Roberto Teixeira Leite, integram a programação. Veja no link o calendário completo de eventos para o feriado prolongado de artes em Campos do Jordão, no encontro "Ame Campos nas Artes".
A primeira edição do encontro privilegia artistas que de alguma forma têm ou tiveram contato com a principal cidade da Serra da Mantiqueira. Há por exemplo, a exposição de fotografias de Cristiano Mascaro - 25 ao todo - produzidas especialmente para a ocasião, que estarão à mostra na Capela do Palácio Boa Vista, projetada pelo arquiteto Paulo Mendes da Rocha, até 8 de janeiro de 2006.
No campo das artes plásticas, a exposição "Pintores Modernistas em Campos do Jordão" exibe pinturas que retratam a paisagem de Campos do Jordão, feitas por artistas como Lasar Segall, Rebolo, Sergio Milliet e principalmente, Pancetti, que na década de 40 se tratou de tuberculose na cidade serrana.
Ela também ocupa o Palácio Boa Vista até janeiro do ano que vem. Já na antiga Estação Emílio Ribas, em Capivari, a artista Edith Derdyk inaugura no dia 13 a obra "Corrediças", que parte dos trilhos do trem para se desdobrar em três suportes diferentes, que vão de instalação de 70m2 composta por 50 trilhos de 13m e 300kg cada até livro que apresenta 80 fotografias dos trilhos e seu contato com diferentes formas de solo, de Pindamonhangaba a Campos do Jordão.
No cronograma de palestras e oficinas, nomes como Alex Cervey, Paulo Von Poser e do biógrafo de Pancetti, José Roberto Teixeira Leite, integram a programação. Veja no link o calendário completo de eventos para o feriado prolongado de artes em Campos do Jordão, no encontro "Ame Campos nas Artes".
"Cubi XXVII"
Escultura torna-se a obra de arte contemporânea mais cara
Uma grande escultura de metal do artista americano David Smith, datada de 1965, tornou-se a obra de arte contemporânea mais cara já vendida em um leilão: alcançou os 23,8 milhões de dólares em uma venda realizada na casa Sotheby's de Nova York.
Cinco pessoas disputaram a obra de Smith, intitulada "Cubi XXVII", primeiro lote de um leilão de 54 peças de arte contemporânea pelo qual se pagou um total de 114,5 milhões de dólares na noite de quarta-feira.
A escultura acabou sendo adquirida por Larry Gagosian, um marchand de Manhattan que pagou quase o dobro do valor previamente estimado da peça (US$ 12 milhões).
Os especialistas atribuíram o preço recorde ao fato de que a maior parte da obra de Smith se encontra em museus e que o aparecimento de peças suas em leilões é bastante raro.
A segunda obra mais cara da noite foi "Jackie Frieze", do também americano Andy Warhol, comprada por 9,2 milhões de dólares.
Cinco pessoas disputaram a obra de Smith, intitulada "Cubi XXVII", primeiro lote de um leilão de 54 peças de arte contemporânea pelo qual se pagou um total de 114,5 milhões de dólares na noite de quarta-feira.
A escultura acabou sendo adquirida por Larry Gagosian, um marchand de Manhattan que pagou quase o dobro do valor previamente estimado da peça (US$ 12 milhões).
Os especialistas atribuíram o preço recorde ao fato de que a maior parte da obra de Smith se encontra em museus e que o aparecimento de peças suas em leilões é bastante raro.
A segunda obra mais cara da noite foi "Jackie Frieze", do também americano Andy Warhol, comprada por 9,2 milhões de dólares.
quinta-feira, 10 de novembro de 2005
Tolerância Zero
França quer expulsar presos por distúrbio
O ministro do Interior da França, Nicolas Sarkozy, determinou a expulsão de todos os estrangeiros condenados por envolvimento nos distúrbios das últimas duas semanas.
Sarkozy disse à Assembléia Nacional que 120 estrangeiros já foram condenados por envolvimento e que determinou a autoridades locais que eles sejam deportados sem demora. Alguns deles são imigrantes ilegais, mas a determinação inclui também os que têm permissão permanente de residência no país.
Sarkozy disse à Assembléia Nacional que 120 estrangeiros já foram condenados por envolvimento e que determinou a autoridades locais que eles sejam deportados sem demora. Alguns deles são imigrantes ilegais, mas a determinação inclui também os que têm permissão permanente de residência no país.
Sarkozy, que anteriormente chamou de "escória" os envolvidos nos tumultos em Paris, criticou o uso de eufemismos para descrever os distúrbios que vêm ocorrendo há duas semanas no país. As declarações de Sarkozy foram feitas em encontro com policiais na cidade de Toulouse na terça-feira, e transmitidas pelas rádios e TVs da França nesta quarta-feira.
O ministro destacou as tradições e maneirismos da França e elogiou o desempenho da polícia.
O ministro destacou as tradições e maneirismos da França e elogiou o desempenho da polícia.
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