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segunda-feira, 19 de maio de 2008

Futebol é preferência na Europa

Seis de cada dez europeus preferem futebol a sexo, diz pesquisa


A chegada de dois grandes eventos esportivos do ano – a Eurocopa em junho e as Olimpíadas em agosto – pode ser motivo de preocupação entre namoradas de torcedores na Europa.

Uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira indica que seis de cada dez europeus preferem ver um jogo de futebol a ter relações sexuais.

Os suecos foram os que confessaram mais fanatismo pelo esporte e menos interesse pelo sexo: 95% dos entrevistados responderam nunca ou quase nunca trocariam uma partida de futebol por uma relação sexual.

Os espanhóis aparecem em segundo lugar na lista dos que deixam o sexo para mais tarde: 72% admitiram que entre o futebol e as relações sexuais, preferem ver os jogos mesmo que seja pela televisão.

Chorões
A pesquisa foi feita em 17 países da Europa. O questionário com 18 perguntas relacionadas com a paixão e emoção dos torcedores às vésperas dos grandes eventos esportivos de 2008 foi preparado pelo Centro Europeu de Investigação de Assuntos Sociais.

Nas respostas, os torcedores definiram até que ponto o esporte influi em decisões básicas como planejar um fim-de-semana ou escolher namorados.

A maioria (63%) disse que planeja seu tempo livre em função do calendário de competições esportivas. Só marca programas se não tiver que perder a transmissão de alguma partida.

O time ou seleção também conta como quesito na hora de encontrar uma namorada. Quatro de cada dez entrevistados preferem que a parceira torça pela mesma equipe.

A pesquisa ainda revelou dados sobre o comportamento dos torcedores na hora do gol e da vitória ou derrota de seu time.

A maior parte dos torcedores (88%) respondeu que já abraçou ou beijou a um desconhecido durante a celebração de um evento esportivo.

Na hora de soltar a emoção, 66% admitiram chorar habitualmente nas vitórias ou derrotas de seus times ou atletas favoritos.

Os portugueses são os mais "chorões" do ranking. Oito de cada dez confessaram que já choraram muito ou bastante por culpa do futebol. Os portugueses são seguidos na lista de "chorões" por belgas, alemães e britânicos.

Para liberar a emoção do esporte o melhor remédio é berrar. Essa foi a opção mais votada pelos entrevistados: 95% responderam que gritam muito quando assistem a alguma competição e se sentem aliviados por essa atitude.

Quanto às crendices, 40% disseram que repetem os mesmos rituais nos dias de finais ou eliminatórias. Os espanhóis são os que mais acreditam na influência da sorte e do azar - 69% afirmaram que são influenciados pela superstição no esporte.

As competições, especialmente o futebol, estão tão presentes no inconsciente dos torcedores europeus que, segundo a pesquisa, seis de cada dez chegam a sonhar com a vitória de seus times.


fonte:BBC Brasil

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007

Roupas x Sexo

Pesquisa mostra que mulheres preferem um bom guarda-roupa


A maioria das mulheres dos Estados Unidos prefere um armário cheio de roupa ao sexo, segundo uma pesquisa realizada com mulheres de dez das maiores cidades do país.

De acordo com o estudo, realizado pela empresa Unilever, 61% das norte-americanas considera que seria mais traumático perder uma peça de roupa favorita do que ficar sem sexo durante um mês. A maioria das mulheres deixaria de manter relações sexuais durante quinze meses, se ao final desse período encontrassem um
armário repleto de roupa nova. Inclusive, 2% das indagadas assumiriam sem problemas três anos de abstinência se tivessem a mesma recompensa.



Mas o sexo não é o único perdedor nesta batalha: as relações sentimentais, o amor e os homens também aparecem abaixo da roupa na lista de preferências femininas. A média das indagadas entre os 18 e os 54 anos manteve no armário sua peça de roupa favorita durante doze anos e meio, um ano a mais do que durou sua relação sentimental mais longa.

A maioria das mulheres está convencida, ainda, de que, sim, existe amor à primeira vista; mas só quanto à roupa. O amor instantâneo é real para 70% das perguntadas quando se apaixonam por alguma saia, blusa ou sapatos, enquanto este número cai para 54% quanto a detectar o homem adequado à primeira vista. Entre o poder do sexo oposto e o da roupa para fazer sentir as mulheres se sentirem bem, também não há lugar para dúvida. Para 48% das mil entrevistadas, um homem não pode lhes transmitir
tanta segurança nem lhes fazer sentir tão sexy como sua roupa favorita.

Possivelmente, viver num país com um W. Bush como presidente possa destruir a libido de qualquer uma, porque o resultado da pesquisa é grave! 61% é muito! São muitas mulheres trocando o sexo por um armário cheio de roupa!!! Também não quero pensar muito em como será o guarda-roupa dessas mulheres para se sentirem tão seguras com a troca. Vestidos floridos dos anos 80, calcinhas samba-canção com o elástico roto, a lycra gasta pelo passar dos anos e das lavagens? Cruzes!!!

Logo de cara, imagino a pior das imagens a respeito da roupa interior e exterior dessas senhoras, caso contrário, puxa! Fica dificílimo entender e mesmo assim...
Mas, talvez...que tipo de homens atravessaram ou atravessam seus caminhos para as deixarem tão...tão...frias, sem fantasias? Onde se escondeu o desejo de 61% das mulheres norte-americanas? Que mêdo levou-as a subtraírem algo tão natural a qualquer ser-humano?

A pesquisa ganha um tom ainda mais pesado quando inclúi que o sentimento é dispensável. Porque?! Talvez pelas guerras constantes, onde a única coisa mutável é o país onde acontecem, homens que partem e não retornam mais, e novamente outros homens que partem e não retornam deixando uma dor profunda, que não cicatriza pela repetição. A questão não é fazer ou não ter. É não ter vontade "DE"! Eu não troco "o que há de vir" por "aquilo que passou", nem pensar! Tomara que elas encontrem em si mesmas a segurança que buscam nos outros. Tomara!



fonte: agência EFE
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