Mostrando postagens com marcador Nova York. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Nova York. Mostrar todas as postagens

domingo, 5 de julho de 2009

Após oito anos fechada, coroa da estátua da Liberdade reabre ao público

Um ícone da paisagem nova-iorquina, a coroa da Estátua da Liberdade será reaberta ao público depois de quase oito anos fechada por medo de ataques terroristas.

Era segunda-feira, 10 de setembro de 2001, quando um turista espremeu sua câmera pela última vez contra a pequena janela da coroa e tomou uma foto olhando da ilha de Manhattan. A vista era então dominada pelas Torres Gêmeas do World Trade Center.

Na manhã seguinte, antes de a Ilha da Liberdade abrir para turistas, aviões atingiram as torres, que desapareceram.

Desde então, por razões de segurança, a coroa da Estátua da Liberdade estava fechada ao público – os visitantes podiam chegar apenas até o pedestal do famoso monumento.

A ordem de reabertura foi dada pelo presidente americano, Barack Obama, cuja decisão também tem significado político. E não apenas porque a ocasião escolhida foi este sábado, 4 de julho, dia em que os EUA celebram sua independência.

Para o correspondente da BBC Matthew Price, a medida “é um novo sinal de como o novo presidente está determinado a repensar o foco na segurança nacional que dominou o mandato de seu predecessor”, George W. Bush, na Casa Branca.

Como disse um turista americano que visitava a estátua, é um sinal de que os Estados Unidos “estão novamente se tornando um lugar melhor”.

No ano passado, quase três milhões de turistas visitaram a ilha na qual a estátua se localiza. Uma vez reaberta, apenas 240 por dia poderão ter acesso à coroa. Eles precisarão marcar a visita com antecedência e subirão em grupos com no máximo dez pessoas.

Até a coroa são 354 degraus, os últimos 150 em forma de uma espiral estreita pelo que se pode chamar o “esqueleto” da estátua.

Lá em cima, descreveu o correspondente, a vista de Nova York “não é impressionante”. “A estátua está orientada para o leste, para a França – o país que a construiu e a deu aos EUA em comemoração ao centenário de sua independência. Por isso as pequenas janelas da coroa também olham para o leste, passando pelo porto de Nova York e a ponte Verrazano Narrows e daí para o Atlântico”, escreveu.

Para ver a agora mudada paisagem de Manhattan, disse o repórter, é preciso virar o pescoço e se inclinar em direção à ilha.

“Mas não desanime: esse é um dos mais reconhecidos lugares turísticos do mundo”, afirmou. “Para os poucos que conseguirem tíquetes, será uma emoção.”


fonte: BB Brasil

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Nuvens laranja

O céu de Manhattan causou estranheza à população que logo ligou o fenômeno à uma aparição de Michael Jackson. E diferentemente do boato que correu solto em Nova York, a cara de Jacko não apareceu em nenhuma das nuvens. Ignorância é uma coisa muito triste. Desculpem-me, mas há situações que me fazem perder a paciência. Ó dó...

Este fenômeno é conhecido como "Mammatus Clouds", também conhecido como "Mammatocumulus" e conforme a minha pesquisa na Wikipedia, o mesmo fenômeno ocorreu em 2005, no estado de Minnesota.





fonte: Wikipedia e YouTube

terça-feira, 17 de junho de 2008

O brasileiro Paulo Szot leva Prêmio Tony em Nova York

O barítono brasileiro Paulo Szot, 38, venceu na noite deste domingo (15) o Prêmio Tony, na categoria melhor ator em musical, em Nova York (EUA). Ele foi indicado ao prêmio por sua atuação no musical "South Pacific", que levou sete prêmios no Oscar do teatro dos EUA.



O ator superou a resistência da Broadway a estrangeiros e levou o prêmio ante os concorrentes Daniel Evans ("Sunday in the Park with George"), Stew ("Passing Strange"), Tom Wopat ("A Catered Affair") e Lin-Manuel Miranda ("In The Heights").

Paulista de Ribeirão Pires, Szot atuou durante 12 anos como cantor lírico. Em entrevista recente, o ator disse que jamais imaginaria que a Broadway contrataria um brasileiro para interpretar um francês para uma peça.

O musical "South Pacific" se passa em uma ilha tropical durante a Segunda Guerra Mundial e conta a história de dois casais, formados com membros da Marinha dos EUA e moradores locais, afetados pela ameaça da guerra.

Na peça, Szot interpreta Emile de Becque, um fazendeiro francês que se apaixona por Nellie Forbush (Kelli O'Hara), uma enfermeira da Marinha.



Além do prêmio de melhor ator, a peça levou o prêmio de direção, cenografia, iluminação, som e figurino. "South Pacific", que estreou em 1949, também levou o prêmio de melhor "revival" pela volta aos palcos.

O ator já pôde ser visto em São Paulo em teatros como o Alfa, onde atuou nos últimos dez anos sob direção de nomes do teatro nacional como Jorge Takla e José Possi Neto.

A cerimônia de entrega do Prêmio Tony foi realizada no Radio City Musical Hall.

O musical "In the Heights", sobre a vida da população latina em Manhattan, ganhou o prêmio de melhor musical, enquanto "August: Osage County", sobre uma família de Oklahoma, levou como a melhor peça.

n.r.: não sei porque o moçoilo achou que não seria contratado para o papel. Olha a carinha dele e atentem para o sobrenome; parece brasileiro? E ainda por cima, um pedaço de mau-caminho.


fonte:Folha Online

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Nova York terá quedas-d'água



Nova York vai ganhar quatro monumentais quedas d’água, projetadas pelo artista dinamarquês Olafour Eliasson. As obras serão erguidas, entre julho e outubro deste ano, em quatro pontos da costa: no Brooklyn, uma ancorada na ponte do Brooklyn e outra entre os piers 4 e 5 (foto); em Lower Manhattan (no pier 35); e no lado norte da Governors Island. As instalações terão entre 27 e 37 metros de altura e vão funcionar, diariamente, das 7h da manhã às 10h da noite, sendo iluminadas depois do pôr-do-sol. A idéia é que sejam erguidas de forma a proteger a qualidade da água e a vida aquática local. A verba para o projeto foi levantada pela organização sem fins lucrativos Public Art Fund, com apoio da iniciativa privada.


fonte:ViajeAqui

quinta-feira, 19 de julho de 2007

Engraxate brasileiro inspira filme em Nova York

O editor e o engraxate


Como tantos outros brasileiros em Nova York, Aguilar Benício trabalha como engraxate para os bacanas de Wall Street. Não numa engraxataria, que ele não é mané. Os brasucas descolados, como Gil, arrumam emprego de engraxate particular para os que Tom Wolfe chamava de "mestres do universo" em seu "A Fogueira das Vaidades" (VanityFair).



São os proprietários das corretoras de valores do distrito financeiro de Nova York e seus funcionários, para os quais um dos símbolos de status máximo, maior mesmo que as camisas monogramadas ou as abotoaduras, é ter um engraxate ali, à disposição, ao estalar dos dedos. Sendo bom, a chance de o profissional em questão ser brasileiro é grande. Sendo ótimo, é provável que você esteja falando de Gil.

"Gil" existe no livro "Confessions of a Wall Street Shoeshine Boy" (confissões de um garoto engraxate de Wall Street, de Harper Collins), que o jornalista Doug Stumpf lança nesta semana nos EUA. É a história de um engraxate de Santo André (SP) que presencia sem querer um caso de "inside trading", o uso de informação privilegiada para ganho ilegal com ações, e acaba se envolvendo num enrosco com perseguições, falcatruas, sexo, Bahamas e ameaças de morte.

Seria ficção? Mais ou menos. A Folha reuniu Stumpf e sua "musa inspiradora" para um almoço no Brazil Grill, em Manhattan. "Gil" não é Gil, é o carioca Murilo Junior, da Penha, e prefere ser chamado de "Flamenguista". E o caso existiu mesmo. Certo? Mais ou menos.

A conferir.



fonte:Folha de S.Paulo
Blog Widget by LinkWithin
 
Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.