Álbum de luxo relança primeiras histórias do Homem-Aranha
As primeiras histórias do Homem-Aranha já foram publicadas mais de uma vez no Brasil. Mas não no formato de luxo lançado, nesta virada de semana (Panini, R$ 53). A edição, de 250 páginas, foi feita com papel especial, em cores e com capa dura.
A obra integra a coleção "Biblioteca Histórica Marvel", que relança material clássico da editora norte-americana. Esta edição traz histórias do surgimento do herói. A estréia foi na revista "Amazing Fantasy", de agosto de 1962.
O criador do personagem, Stan Lee, diz na introdução do álbum de luxo que o Homem-Aranha só não foi publicado inicialmente num título próprio porque competia com vários anti-rótulos heróicos.
O personagem dialogava com a fraqueza: vivia com a tia, era adolescente (faixa etária reservada até então aos parceiros dos grandes heróis), era excessivamente problemático.
Lee conta que insistiu. Lançou a história do adolescente tímido e estudioso que é picado por uma aranha radioativa, acidente que confere a ele poderes extraordinários.
Peter Parker, alter-ego do herói, tenta aproveitar os poderes para ganhar dinheiro, e não no combate ao crime. Tem a chance de impedir a fuga de um assaltante, mas não o barra.
É o mesmo criminoso que, depois, iria assassinar o tio de Parker, Ben. Da tragédia, ele aprende a lição que irá motivar sua carreira de super-herói: com grandes poderes, vem grandes responsabilidades.
A história é a base de parte do primeiro filme do Homem-Aranha, lançado em 2002.
A persistência de Lee deu resultado. O lado anti-herói do personagem gerou empatia. A revista vendeu bem –até demais- e o herói conquistou um título próprio em março do ano seguinte, "Amazing Spider-Man".
Os primeiros dez números da série compõem o restante do álbum da Panini, programado para ser vendido em lojas especializadas em quadrinhos e livrarias.
As histórias marcam a estréia de vilões que passaram a acompanhar o herói desde então, como o Abutre, Doutor Octopus, Homem-Areia e o Lagarto. Os desenhos são de Steve Ditko, co-criador do personagem.
As histórias, nesta primeira década de século 21, podem parecer ingênuas. Mas são clássicas. Mostram o ponto de partida do herói, que se tornou uma das maiores vendas da Marvel, algo que continua até hoje.
fonte:Blog dos Quadrinhos
A obra integra a coleção "Biblioteca Histórica Marvel", que relança material clássico da editora norte-americana. Esta edição traz histórias do surgimento do herói. A estréia foi na revista "Amazing Fantasy", de agosto de 1962.O criador do personagem, Stan Lee, diz na introdução do álbum de luxo que o Homem-Aranha só não foi publicado inicialmente num título próprio porque competia com vários anti-rótulos heróicos.
O personagem dialogava com a fraqueza: vivia com a tia, era adolescente (faixa etária reservada até então aos parceiros dos grandes heróis), era excessivamente problemático.
Lee conta que insistiu. Lançou a história do adolescente tímido e estudioso que é picado por uma aranha radioativa, acidente que confere a ele poderes extraordinários.
Peter Parker, alter-ego do herói, tenta aproveitar os poderes para ganhar dinheiro, e não no combate ao crime. Tem a chance de impedir a fuga de um assaltante, mas não o barra.
É o mesmo criminoso que, depois, iria assassinar o tio de Parker, Ben. Da tragédia, ele aprende a lição que irá motivar sua carreira de super-herói: com grandes poderes, vem grandes responsabilidades.
A história é a base de parte do primeiro filme do Homem-Aranha, lançado em 2002.
A persistência de Lee deu resultado. O lado anti-herói do personagem gerou empatia. A revista vendeu bem –até demais- e o herói conquistou um título próprio em março do ano seguinte, "Amazing Spider-Man".
Os primeiros dez números da série compõem o restante do álbum da Panini, programado para ser vendido em lojas especializadas em quadrinhos e livrarias.
As histórias marcam a estréia de vilões que passaram a acompanhar o herói desde então, como o Abutre, Doutor Octopus, Homem-Areia e o Lagarto. Os desenhos são de Steve Ditko, co-criador do personagem.
As histórias, nesta primeira década de século 21, podem parecer ingênuas. Mas são clássicas. Mostram o ponto de partida do herói, que se tornou uma das maiores vendas da Marvel, algo que continua até hoje.
fonte:Blog dos Quadrinhos





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