
Tentei de várias formas matar
o amor que teima nesse peito
já maduro de sofrimento
fazer morada permanente.
Tentei afogá-lo na bebida...
me tornei alcoólatra;
Tentei queimá-lo com fogo...
só aumentei sua chama;
Rasguei meu coração em pedaços...
cada um se tornou novo amor;
Utilizei fórmulas, feitiços...
me tornei um alquimista;
Fui indiferente com ele...
aprendi o que era caridade;
Torturei meu coração...
entendi o sofrimento alheio;
Arranquei-o do peito...
me tornei um doador;
Enfim, meu amigo leitor,
NADA dei em troca ao amor,
TUDO me devolveu com sabedoria,
SEMPRE em mim fará moradia.
fonte:Dalton L in Recanto das Letras
imagem:Google
o amor que teima nesse peito
já maduro de sofrimento
fazer morada permanente.
Tentei afogá-lo na bebida...
me tornei alcoólatra;
Tentei queimá-lo com fogo...
só aumentei sua chama;
Rasguei meu coração em pedaços...
cada um se tornou novo amor;
Utilizei fórmulas, feitiços...
me tornei um alquimista;
Fui indiferente com ele...
aprendi o que era caridade;
Torturei meu coração...
entendi o sofrimento alheio;
Arranquei-o do peito...
me tornei um doador;
Enfim, meu amigo leitor,
NADA dei em troca ao amor,
TUDO me devolveu com sabedoria,
SEMPRE em mim fará moradia.
fonte:Dalton L in Recanto das Letras
imagem:Google





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4 comentários:
não se mata... tenta-se esquecer, tenta-se...
beijos Cris
Concordo totalmente...
Beijos, Luis
Não se pode matar o amor. Nunca.
Se o pudessemos matar... a vida não teria razão de existir!
Beijinho, Cris.
Pois... mas é um sentimento muito complicado, incontrolável... é estranho.
Beijinhos, Maria
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