
A exaustão
das cinco da manhã
e a noite em claro
Gravo o poema,
que o peso da caneta
e eu nem Atlas
Os olhos a fecharem-se
mais fortes
que o desejo
(vontade de rimar
nestes espaços)
(Se agora tu viesses
Dar-me um beijo
Com certeza adormecia
Nos teus braços)
Ana Luísa Amaral
foto: Markus Arns
das cinco da manhã
e a noite em claro
Gravo o poema,
que o peso da caneta
e eu nem Atlas
Os olhos a fecharem-se
mais fortes
que o desejo
(vontade de rimar
nestes espaços)
(Se agora tu viesses
Dar-me um beijo
Com certeza adormecia
Nos teus braços)
Ana Luísa Amaral
foto: Markus Arns





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