segunda-feira, 31 de março de 2014

Perfeito







domingo, 30 de março de 2014

Saudades



Tenho uma amiga que diz que é pra desgraça, vamos com tudo. Então toma lá Saudade.

Saudades




Eu não sei explicar como ela acontece, só que as vezes bate de um jeito que me coloca do avesso, o coração aperta de um jeito, que sem esforço algum me sinto lá longe, posso sentir até os cheiros do Porto. Não sei se foi porque os primos telefonaram no fim de semana, não sei, só sei que quando ela vem me aperta inteira.


quinta-feira, 27 de março de 2014

Paixão


Tenho uma paixão por esta senhora, ...eu ainda era adolescente quando ouvi Años pela primeira vez através de uma amiga do Colégio Princesa Isabel. A família dela havia sido perseguida durante a Ditadura, portanto Mercedes Sosa e outros tantos faziam parte da sua discoteca. Sim, sou da época do disco, depois veio o CD, DVD...







segunda-feira, 24 de março de 2014

Anjo



Não tenho a menor dúvida que meu Sasha era um anjo.




sábado, 22 de março de 2014

Vamos falar de coisa séria?



Não sou de vir ao Nuvens no fim de semana, mas hoje o dia merece um registro. 


Por mais estapafúrdio que pareça, no dia de hoje foi marcada uma manifestação em todo o Brasil, a "Marcha das Famílias com Deus pela Liberdade", um revival da mesma marcha que ocorreu em 1964, que antecedeu ao Golpe Militar. 

A marcha que foi uma resposta à "ameaça comunista" na época. Sim, pasmem, existem pessoas no Brasil que acreditam que vivemos sob ameaça comunista, há quem creia que vivemos numa Ditadura de Esquerda e há quem creia que uma intervenção militar é a solução para todos esses males que estaríamos vivendo no Brasil.

Este tipo de pensamento beira a linha tênue entre o horror e o patético. Eu fico imaginando que apenas viúvas da Ditadura e elementos da mesma é que podem sentir saudades daquela época.

Bem, de qualquer maneira, venho informar que a adesão foi ridícula, e que Deus não compareceria a uma manifestação em prol de torturadores e assassinos. No Rio de Janeiro, compareceram umas 100 pessoas, 200 em São Paulo, 40 em Brasília, 3 em Florianópolis e por aí vai. Abaixo segue o oportuno texto que Zuenir Ventura escreveu para o jornal O Globo, com relação à tal marcha e não só.

E só para complementar. foi muito bom descobrir que a imbecilidade não assola a grande maioria do povo brasileiro.


OS LIMITES DO PERMITIDO
, por Zuenir Ventura


Está marcada para hoje em SP a reedição da Marcha da Família com Deus pela Liberdade, organizada pelos que, insatisfeitos com o presente, acham que a solução é a volta dos militares ao poder. Muita gente considera o ato uma provocação, no momento em que são reveladas as atrocidades cometidas pela ditadura implantada no país há meio século.

Como contrapartida, também está sendo convocada a Marcha Antifascista. São manifestações que fazem parte do jogo democrático, desde que realizadas dentro da ordem. No primeiro caso, ressalte-se a curiosa contradição: vão pedir o retorno de um regime que se caracterizou justamente pela proibição de protestar. É usar a democracia para tentar acabar com ela.

O pretexto é o mesmo do passado: temor de um golpe comunista, num país em que foi mais fácil pôr fim ao comunismo do que ao eterno anticomunismo. Há dias, o ex-ministro José Serra, presidente da UNE em 1964, escreveu que “nada mais fantasioso do que supor que o Brasil pudesse virar uma Cuba ou que a esquerda, em 63-64, estivesse armada”.

O mesmo poderia ser dito hoje. Mas, nas palestras e debates desse concorrido ciclo sobre os 50 anos do golpe, a democracia tem sido muito questionada, principalmente pelos jovens.

Há uma certa nostalgia de um tempo idealizado, não vivido, estimulada por aqueles mais velhos que acham que tudo piorou: a corrupção, a impunidade, a violência urbana, o crime organizado, a lentidão da Justiça, a banda podre da polícia, a inoperância enfim das instituições. Será que isso já não existia naquela época?

De uma maneira ou de outra, claro que sim, só que a opinião pública não sabia, a censura não deixava. Com a liberdade de imprensa e a disputa de mercado, sabe-se tudo. Se um veículo não publica, o concorrente escancara. E assim temos um país que às vezes cheira mal, tem aspecto ruim, mas é um nervo completamente exposto.

Essa superexposição, porém, não pode servir de álibi para não se corrigir as mazelas de um sistema imperfeito com cara de impotente. Não basta expor os defeitos, é preciso corrigi-los. Uma indignação resignada, feita de críticas e denúncias, está criando uma espécie de inconformismo conformado, sem poder de transformação.

Na política, a hipocrisia, em que se finge ser o que não se é, foi substituída pelo cinismo, em que se assume o que se é, mas trocando os sinais. O vício vira virtude e o culpado posa de vítima, como no caso dos mensaleiros.

A verdade é que há limites de permissividade sendo testados. Protestos rotineiros com ônibus incendiados e quebra-quebra por qualquer motivação são apenas um exemplo. O mais grave, no entanto, é a prática da justiça pelas próprias mãos. Num momento de confusão como o atual, é preciso ficar claro que democracia é tolerância, mas não leniência, é liberdade com lei, não anarquia.


sexta-feira, 21 de março de 2014

Dia Mundial da Poesia



E acho que Vivaldi pode representar este dia muito bem.




quinta-feira, 20 de março de 2014

Happy / We are Rio




Pois é, é esse o jeitinho Carioca de ser: Happy! Perante todos os problemas e dificuldades: Happy! Só quem é do Rio sabe como é se sentir assim. Beijinho no ombro.


terça-feira, 18 de março de 2014

domingo, 16 de março de 2014

sexta-feira, 14 de março de 2014

quinta-feira, 13 de março de 2014

Ansiedade






terça-feira, 11 de março de 2014

First Kiss



Eu não sei se é a seleção de músicas ou porque o vídeo está em preto e branco ou é o fato de que toda a gente neste vídeo é muito atraente, mas o que começou como incrivelmente estranho: ver dois estranhos se encontrarem e se beijarem transforma o acontecimento em algo incrivelmente bonito. O vídeo, chamado de "First Kiss" e dirigido por Tatia Pilieva, tinha como objetivo conseguir 20 estranhos e fazer com que se beijassem pela primeira vez.

É bonito ver os estranhos hesitantes no início. Mas a partir do momento que o beijo começa é como assistir a fogos de artifício. Enfim. Beijos para todos!





fonte:Sploid
tradução: Minha e livre
n.e.: Achei lindo, sorri do início ao fim

domingo, 9 de março de 2014

Lepo, Lepo



Ouvi "Lepo, Lepo" hoje pela primeira vez e não entendi a implicância, é apenas uma música boba, tão boba como a "Maria Sapatão", também criada no Carnaval, por Chacrinha, mas que não sofreu a implicância dos chatos de plantão. Outros tempos, hoje ninguém leva mais nada com bom humor e se importam com o que não tem a menor importância.

Não gosta, não compre e não ouça, mas associar uma música boba ao decréscimo da qualidade da música brasileira é demais para os meus neurônios loiros.

"Lepo, Lepo" foi sucesso no Carnaval da Bahia neste Carnaval, aliás, o refrão foi um sucessão. Não é pra entender, foi Carnaval, acontece.







Ocorreu um erro neste gadget
Blog Widget by LinkWithin
 
Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.