sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Bom Carnaval!

É Carnaval e como não sei se passarei aqui durante a Folia de Momo, vou deixando meus desejos de um bom Carnaval a quem passar por aqui. Esqueçam o mau humor, os problemas, só por um breve momento. Embora as más línguas falem que Carnaval é alienação, blá, blá, blá, não é, né gente? Os problemas não vão embora, só se suavizam perante o intervalo de momentos mais felizes. Mas não é assim que devemos levar a vida? Aproveitando os bons momentos que ela nos oferece para superarmos os menos bons? Além disso o ano NÃO começa depois do Carnaval, não estou em férias, nem eu e nem um montão de gente, estamos trabalhando e vamos descansar por uns dias. Xô mau humor por que o momento é de festa!






quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

1º ônibus elétrico a baterias do Brasil

Quando é para falar mal, eu grito, mas quando é para falar bem eu fico bem mais feliz.

Começou a circular este mês em São Paulo, em fase experimental, o 1º ônibus elétrico brasileiro 100% movido a baterias. O E-bus tem autonomia de 200km, um sistema de recarga rápida, e vai fazer o transporte de passageiros no Corredor ABD, administrado pela Metra. A tecnologia das baterias e das estações é da Mitsubishi Heavy Industries. Já o chassi, carroceria e todo o sistema elétrico de tração são fabricados no Brasil, semelhantes aos trólebus desenvolvidos pela empresa Eletra.




fonte:Revista Exame

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Tai Chi Flsh Mob, em Niterói - Rio de Janeiro




Pois é... no Rio de Janeiro tem umas iniciativas que nos fazem sorrir de orelha a orelha.





terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Mobilidade urbana








Às vezes sou obrigada a fazer fisioterapia por conta da minha coluna e braços, mas a minha visão sobre quem a frequenta sempre foi muito restrita, era chegar e me enfiar num cubículo e depois ir embora.
Mas aí aconteceu algo diferente: como minha mãe estava com labirintite, foi necessário eu dispensar algumas horas do meu dia para acompanhá-la e aí a forma de enxergar a fisioterapia se alterou.
Sendo apenas uma acompanhante eu vi quem chegava e partia durante meia hora no ambiente de um Centro de Fisioterapia, e agradeci a Deus pela minha saúde e pedi desculpas pelas vezes que reclamei da vida.
A quantidade de cadeirantes que vi sem pernas, sem partes de pernas e sem pés foi um número imenso, sem contar as que precisavam se amparar em muletas.
Ao mesmo tempo eu pensei em como há coisas tão injustas, já que não ver essas pessoas no meu dia-a-dia é, certamente, pela falta de acessibilidade da cidade onde moro.
Já temos rampas nas calçadas, mas adianta pouco se o cidadão estaciona na saída delas impedindo o acesso. Elevadores em ônibus também, mas é preciso que tenha em todos. É preciso mais, mas muito mais para que quem tem alguma deficiência em locomoção possa ser tão independente quanto eu e você que podemos nos deslocar sem problemas.



segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Bora transgredir um pouquinho?

Coral da Faculdade de Direito da USP canta ‘Beijinho no Ombro’, de Valesca Popozuda



O que esperar de um coral? Músicas eruditas, arranjos clássicos à capela ou, quem sabe, Valesca Popozuda. Sim. O CoralUSP XI de Agosto surpreendeu a todos na última quinta-feira, 21, ao cantar o hit Beijinho no Ombro durante a cerimônia de recepção dos calouros da Faculdade de Direito da USP. O evento foi realizado no Salão Nobre da faculdade, no Largo São Francisco. Um vídeo com a performance inusitada circulou pela internet e caiu nas graças da funkeira, que elogiou a performance: ”coral maravilhoso!’








fonte:Estadão

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Fica a dica!








11 dicas para ler notícias sem enlouquecer



Os leitores estão enlouquecendo. Faça uma visita às caixas de comentários de qualquer grande portal e você verá o quanto são raras as demonstrações de bom senso. O caps lock parece ser a tecla da moda. Há xingamentos para todos: o autor da reportagem, os entrevistados, os outros comentaristas e as famílias de todos os envolvidos. Teorias da conspiração abundam. Um acidente de carro na Grã-Bretanha ou a alta no preço dos sanduíches no Rio de Janeiro podem ser culpa da Dilma, do PSDB, da imprensa, do imperialismo americano ou de todos eles juntos, dependendo de quem for o leitor.

Antes que alguém se aventure a buscar uma explicação na política nacional, convém lembrar que esse fenômeno se repete no mundo inteiro. Mudam os nomes dos partidos, os políticos execrados e o idioma dos palavrões. A atitude continua igual. O lado bom é que, salvo algumas infelizes exceções, ainda não estamos discutindo aos berros no meio da rua e pulando no pescoço alheio. Reservamos esse comportamento para as caixas de comentários de notícias. Porque são elas as responsáveis por nossa loucura.

Começamos a consumir informações em tempo real há algumas décadas, mas raramente paramos para pensar se isso é saudável. Já escrevi aqui sobre as vantagens de largar as notícias de vez em quando e reservar tempo para leituras mais nutritivas – reportagens mais longas, ensaios e, sobretudo, livros. Abandonar as notícias permanentemente não é uma opção, ao menos para a maioria de nós. Manter-se desinformado por algumas horas pode ser um prazer, mas a desinformação por um período prolongado logo se transforma em ignorância.

Se as notícias são necessárias, precisamos encontrar uma forma saudável de consumi-las. O livro recém-lançado The news: A user's manual (Notícias: Um manual do usuário), do filósofo suíço Alain de Botton, traz sugestões para os leitores que querem aproveitar o que as notícias têm de bom sem cair em suas armadilhas. Reuni 11 das principais dicas do autor nos itens a seguir.

1. Tenha um motivo para ler

Com muita frequência, clicamos em notícias nas redes sociais ou nas páginas de grandes portais simplesmente porque não estamos fazendo nada. "As notícias não vêm com manual de instruções porque lê-las é teoricamente uma das atividades mais fáceis e óbvias do mundo, como piscar os olhos e respirar", afirma Botton. Quando ler notícias se transforma num passatempo, porém, deixamos de pensar sobre as informações que recebemos e aproveitamos muito pouco do que lemos. Antes de ler uma notícia, faça duas perguntas simples para você mesmo: o que você quer saber e por quê? Essas duas respostas tornarão sua leitura muito mais proveitosa.

2. Enfrente seu tédio


"Caetano Veloso estaciona no Leblon" é uma informação que absorvemos instantaneamente. "ONU acusa Coreia do Norte de crimes contra a humanidade" exige algum esforço. As notícias mais relevantes são, na maioria das vezes, as mais monótonas. A culpa nem sempre é do repórter. Alguns assuntos são naturalmente mais áridos do que os outros. Cabe ao leitor perseverar. Se você só der atenção às reportagens fáceis de ler, continuará desinformado mesmo depois de horas dedicadas às notícias.

3. Tente aprender algo

Se você somar todo o tempo que gasta lendo notícias ao longo de um ano, perceberá que essa atividade toma semanas ou até meses inteiros. O que ganhamos em troca do tempo investido? A resposta depende muito do tipo de notícia que lemos e da maneira como encaramos essa leitura. Um mês dedicado a acessar centenas de notícias de política diariamente para ofender candidatos nos comentários é um mês desperdiçado. O mesmo tempo pode ser muito bem aproveitado se lermos reportagens mais aprofundadas sobre os problemas e conquistas do país, entendermos o ponto de vista de cada candidato e nos tornarmos eleitores (e cidadãos) melhores. Depois de ler uma notícia, pergunte-se se aprendeu algo com ela. Se a resposta for "não" na maioria das vezes, é um sinal de que você está lendo as notícias erradas ou dando pouca atenção a elas.

4. Seja seu próprio editor


Diariamente, editores enfrentam a tarefa de escolher quais são os fatos mais importantes para os leitores. A tarefa é difícil e a margem de erro é enorme. O que importa para um leitor pode ser absolutamente irrelevante para outro. Há notícias que todos devem ler, mas a maioria dos nossos interesses é pessoal. Talvez a informação mais importante do dia para você não esteja na manchete, mas sim no pé da página, ou até mesmo em outro site. Busque-a. Você é o único responsável por encontrar o conteúdo que você quer ler.

5. Acompanhe as grandes histórias

Muitas das notícias que lemos são apenas pequenas partes de narrativas muito maiores, que só serão compiladas por historiadores daqui a alguns anos. Notícias como "Batistas abrem espaço para que mulheres sejam pastoras" ou "Lupi voltou a negociar com Eduardo Campos" tornam-se muito mais interessantes quando as enxergamos como peças num quebra-cabeça, e não como fatos que se encerram em si. Acompanhar as notícias diariamente é como ler, ao mesmo tempo, dezenas de livros que ainda estão sendo escritos. Quem se dá conta disso consegue aproveitá-las muito mais.

6. Pense como um estatístico


Diariamente, centenas de milhões de fatos triviais acontecem sem registro nos jornais, revistas ou sites noticiosos. O noticiário privilegia, por princípio, acontecimentos incomuns. Uma desvantagem disso é que, se formarmos nossa visão de mundo com base no jornalismo, teremos a impressão de que fatos atípicos são muito mais frequentes do que parecem. A maioria dos aviões não cai. A maioria dos motoristas não se envolve em acidentes graves. A maioria das pessoas que caminham na rua à noite não é assaltada. Há motivos para termos cuidado, mas o mundo não é tão perigoso quanto os jornais nos dizem.

7. Busque bons exemplos


Por mais que as notícias ruins chamem atenção, quem tiver paciência para procurar algo construtivo em meio ao noticiário será recompensado. As notícias nos mostram o que pensam e como vivem algumas das pessoas mais importantes e bem-sucedidas de nossa geração. É possível encontrar bons exemplos nas páginas de política, economia, cultura, esportes e celebridades. Ler sobre eles pode nos ensinar a viver melhor.

8. Não seja uma máquina de indignação


A raiva é a reação natural a muita das notícias que lemos. Crimes, denúncias de corrupção e declarações impensadas em entrevistas nos deixam instantaneamente indignados. Isso é, a princípio, algo bom. A indignação é fundamental para que busquemos melhorar a sociedade. O risco é nos transformarmos em máquinas de indignação em série, sentindo raiva de uma notícia diferente a cada dia sem fazer nada a respeito disso. “As notícias deveriam nos ajudar a ter raiva pelos motivos certos, e a transformá-la em algum projeto construtivo”, afirma Botton.

9. Lembre-se das notícias de ontem


O jornalismo é obcecado pela novidade. Histórias que são importantíssimas hoje podem desaparecer das páginas dos sites e jornais amanhã ou na semana que vem, a não ser que algo novo seja descoberto. Isso não as torna menos importantes. Muitas vezes esquecemos denúncias de corrupção publicadas há meses ou anos apenas porque não há nada de novo no caso. Será que o que era suficiente para nos indignar ontem merece ser completamente esquecido hoje?

10. Não terceirize suas opiniões


Basta abrir um jornal ou acessar um site de notícias e você encontrará dezenas de pessoas dispostas a pensar por você. "Flaubert odiava as notícias por acreditar que elas impediam os leitores de pensar por contra própria", afirma Botton. As redes sociais tornaram isso ainda pior. Quem quiser abrir mão do direito de formar sua opinião precisa apenas clicar em curtir ou compartilhar. Alguns chegam ao absurdo de "limpar" a timeline quando deparam com um ou outro amigo discorda de sua opinião. Ouvir quem discorda de nós é fundamental para que aprimoremos nossas ideias. Leia as opiniões favoráveis e contrárias à sua. Abra jornais, revistas e sites diferentes. Quanto mais opiniões você ler sobre algum assunto, mais ponderada e instruída será a sua.

11. Saiba quando se desconectar

"Para ter uma vida fértil, é necessário reconhecer os momentos em que as notícias não têm nada importante ou original para nos ensinar", diz Botton. Se as notícias do dia começarem a te entediar ou irritar, resista à tentação de abrir a caixa dos comentários para descontar a raiva. É muito mais produtivo esquecer as notícias por algum tempo e procurar algo melhor para ler. Experimente o prazer de ser desinformado por algumas horas. Não há mente sã que resista a uma overdose de notícias.


n.e.: Tenho pena dos estagiários dos jornais nas redes sociais, sempre são xingados, no mínimo de manipuladores, mas já li coisa pior. O usual, e também mais light, é alguém comentar com a frase que já é típica: "essa notícia mudou minha vida." E eu não entendo por quê o ser humano tem esse tipo de comportamento, por que são agressivos com quem apenas publica uma determinada matéria, acho que tem muita gente precisando urgentemente de terapia.


 

fonte: Danilo Venticinque, in Época.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Do Amor e Outras Coisas







fonte:Objetos Inanimados

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

O atentado



Não foi um acidente, uma fatalidade, um acaso. Foi um atentado. Com tanta gente àquela hora por ali durante uma manifestação, o rojão aceso disparado do chão teria que atingir alguém — alguém que estivesse passando, parado ou trabalhando, como o cinegrafista Santiago Andrade. O acaso foi a forte carga explosiva estourar “apenas” uma cabeça e não muitas. Os dois autores sabiam o que estavam fazendo, queriam provavelmente acertar de preferência um policial, mas também servia outro inimigo, um membro da mídia tradicional que tanto odeiam. Eles pertencem ao grupo de vândalos e arruaceiros mascarados — black blocs, anonymous — que se infiltram nas manifestações populares para promover quebra-quebra de vitrines de lojas e bancos, achando que assim estão destruindo o capitalismo. Só não esperavam que o ato terrorista de agora fosse tão documentado por imagens de TV. Aliás, o tatuador Fábio Raposo, de 22 anos, um reincidente (já foi detido antes duas vezes por agitação), disse que só se entregou por causa da ampla divulgação de sua foto, já que seria logo descoberto. Mesmo orientado pelo advogado de defesa, o seu depoimento decorado foi marcado por afirmações cínicas, contradições e mentiras, algumas até ingênuas, como a de que não sabia que o “negócio preto” que pegou no chão era uma bomba e que não conhecia o colega a quem passou o artefato, embora aparecessem juntos nas imagens, e cuja identidade ajudou a descobrir: Caio Silva de Souza, de 23 anos.

Na sua comovente despedida do marido, Arlita Andrade apelou para o fim da violência e lamentou que esses rapazes não tivessem tido os ensinamentos que ela deu a seus filhos: “O que falta a eles é o amor pelas pessoas.” Ela tem razão. Eles vão para a rua protestar contra abusos do governo, falam em defesa de direitos humanos, mas na prática têm solene desprezo pela vida do próximo.

Um desfecho como esse estava mais ou menos previsto, porque, enquanto sempre se destinou rigor crítico à ação da polícia, tratou-se com muita leniência os agitadores. Intelectuais apoiaram seus atos sem querer saber a serviço de quê e de quem agiam, quais os mentores e patrocinadores. Advogados, ONGs e políticos preferiam dar-lhes cobertura para que não fossem ou ficassem presos quando flagrados em graves delitos durante os protestos.

Ainda no começo, no dia 22 de junho passado, escrevi aqui que se alguma providência não fosse tomada com urgência para impedir a infiltração dos vândalos mascarados as legítimas manifestações populares iam perder o que haviam conquistado: “o apoio entusiasmado da opinião pública.” Aos que alegavam que os marginais predadores constituíam uma minoria, foi dito: “mas é uma minoria disposta a só produzir estragos.” E, como se viu agora, não só estragos, mas também morte.

Zuenir Ventura


n.e.: Pois é, a tragédia era anunciada. Em conversa em casa, falávamos que só iriam tomar providências quando o pior acontecesse e aconteceu. Sinto um cansaço que vem de uma tristeza por que é possível prever certo tipos de acontecimentos e mesmo assim ninguém faz nada, ninguém se importa, aliás, só se importam depois que mortes acontecem. É tudo tão triste, o descaso é triste, seja pelo Estado, seja pelo ser humano que não se importa em ferir outro ser humano.






segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Depois da morte de cinegrafista, Senado pode votar urgência de projeto que tipifica terrorismo



O senador Jorge Viana (PT-AC) ocupou nessa tarde a tribuna do plenário para defender a aprovação do regime de urgência para o projeto que tipifica o ato de terrorismo no Brasil. Para o senador, a morte do cinegrafista Santiago Andrade, da Band, foi exatamente isso: consequência de um ato terrorista.

O projeto de lei 499/2013 da Comissão Mista do Congresso para a Consolidação da Legislação Federal e Regulamentação de Dispositivos da Constituição Federal institui e tipifica o crime de terrorismo no Brasil. Ele está pronto desde o ano passado para ser votado pelo plenário do Senado, mas precisa que seu regime de urgência seja aprovado.

“Foi usado um explosivo. Não é um rojão de festa junina. Foi usada uma bomba. Muitas pessoas poderiam ter morrido. E aí dizem: não, foi um rojão; era uma coisa… Não. É uma bomba feita com pólvora e com detonador, que, se acendida e apontada para um grupo de pessoas, mata muitas pessoas. E ela foi colocada nas costas do jornalista para matar, para causar danos. Foi, sim, uma ação terrorista o que nós vimos na manifestação. Aliás, tem-se repetido. É uma manifestação terrorista quando o jornalista não pode trabalhar cobrindo uma manifestação, quando alguém encapuzado, com máscara, proíbe que o jornalista trabalhe. Isso é uma ação terrorista. Isso não está previsto em nenhuma lei deste País”, afirmou Viana no discurso.

Como o Senado hoje praticamente apenas discutiu em plenário a morte de Santiago, é possível que esse clima facilite a tramitação e aprovação do projeto do terrorismo.


n.e.: A que ponto chegamos... impensável que algum dia eu pensaria que o Brasil passasse por um momento tão crítico, um país que era reconhecido por um povo pacífico (não confundir pacífico com passivo). Fomos revolucionários em 68, fomos revolucionários em 92 com o impeachment de Collor e hoje vândalos queimam carros de reportagem, agridem jornalistas e matam cinegrafistas. É hora de darmos um basta a essa violência, temos o direito de nos manifestarmos na rua, sem medo.

fonte:por Marcelo de Moraes in O Estadão

domingo, 9 de fevereiro de 2014

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

É França, Brasil!



Tomara que ele leve a medalha pela França, mas a malemolência é pura genética brasileira. Você sai do Brasil, mas o Brasil não sai de você.





Os Jogos de Sochi começam nesta quinta-feira com a apresentação de um brasileiro que não está entre os 12 integrantes da delegação enviada pelo COB. Isso porque ele vai defender as cores da França. Florent Amodio, de 23 anos, foi entregue pela mãe biológica em Sobral (Ceará), quando ainda era criança, para ser adotado por pais franceses. Na Rússia, chegará à disputa da patinação artística com três medalhas em Campeonatos Europeus no currículo e defendendo uma enorme tradição da França na prova.

Amodio nunca pensou em competir pelo Brasil. ”O Brasil é o meu país, onde nasci, e permanecerá para sempre no meu coração. Mas vivo na França. Passei a minha vida na França, e, portanto, estou competindo para a França “, explicou ele em uma entrevista para o Golden Skate, principal site especializado em patinação artística no gelo.

O garoto de 23 anos foi adotado quando era ainda um bebê e se chamava Francisco Thiago dos Santos. “Eu era mãe solteira, que não trabalhava e que dependia da irmã. Tinha outros dois filhos. Uma ainda mamava e outro já estava mais grandinho, forte. E o Thiago era o que mais precisava de uma vida melhor. A única saída foi entregá-lo para alguém criar“, contou Delfina Antônia dos Santos, mãe biológica de Amodio, em entrevista ao jornal O Povo, de Fortaleza.

Amodio só retornou ao Brasil em 2008, quando já era patinador. “Foi uma grande experiência para mim, porque eu vi tudo de verdade pela primeira vez. Descobri meu país e isso foi ótimo para mim”. Depois, participou de uma reportagem da TV Record em que viu a mãe biológica pela primeira vez, pela televisão. A emissora desejava promover o encontro dos dois, mas a história não foi para frente.

ATLETA DE SUCESSO – Amodio começou a ter destaque na patinação artística cedo, tendo sido campeão da etapa final do Circuito Mundial Júnior de 2008/2009. Naquela mesma temporada, porém, frustrou ao ser apenas o 15.º no Mundial da categoria.

Quando ainda tinha 20 anos, ganhou o Campeonato Europeu de 2011, um ano depois de se sagrar campeão nacional pela primeira vez. Nos anos seguintes, acumulou um bronze e uma prata no continental, além de outros dois títulos e dois vice-campeonatos no Francês.

Em junho do ano passado, porém, sua carreira passou por problemas, segundo relatou a AP. Ele voltou aos prantos de um treino nos Estados Unidos, largou o treinador de toda sua carreira adulta, o russo Nikolai Morozov, e passou a treinar sozinho. Depois de dois meses, fechou com Katia Krier e Shanetta Folle: “Eles me treinam de um jeito quase militar. Tenho um pouco de artista e preciso de algum limite”, explicou. Depois, foi apenas o 13.º no Europeu, com “Memórias de Sobral” (assista ao vídeo).

Em Sochi, o franco-brasileiro vai disputar sua segunda Olimpíada. Em Vancouver/2010, foi o 12.º colocado. Agora, na Rússia, estreia já nesta quinta-feira, na apresentação por equipes no masculino. Pela programação, a prova começa às 13h30 de Brasília e Amodio é o oitavo a se apresentar.

Ele deve se apresentar no programa curto (quinta por equipes, dia 13 individual) com a música La Cumparsita. No programa livre (domingo e dia 14), com La vie en Rose. Ambas são composições de Sebastien Damiani e Faf Larage. No encerramento da patinação artística, dia 22, há uma “cerimônia de gala”. Nela, o franco-brasileiro deve realizar a apresentação no vídeo lá do começo do texto.




fonte:Estadão

Tentação



Eu sempre tenho duas opções: ou não como em hipótese alguma ou como sem culpa. Mas pizza inteira de que tamanho? Uma pequena eu abato facim, facim.




fonte:Literatortura

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Eu apóio!

Proibido de usar bermuda, homem vai ao trabalho de saia no Rio





Proibido de entrar de bermuda no prédio onde trabalha, no centro do Rio, o ilustrador André Amaral Silva, de 41 anos, foi hoje ao trabalho vestindo saia. Segundo Silva narrou pela internet, o prédio permite o ingresso de mulheres trajando bermuda, mas a mesma peça é proibida para homens.

Silva contou que, quando chegou ao prédio, o porteiro ficou em dúvida se autorizava ou não a entrada dele e consultou o administrador do edifício, um policial militar. O PM liberou o acesso ao imóvel.

"Depois de dois anos trabalhando sem ar condicionado em meu prédio e após ter tentado buscar uma solução com os administradores durante todo esse tempo, sem sucesso, resolvi vir trabalhar de saia. O rapaz da portaria quis me barrar, surpreso e constrangido, e pediu que me dirigisse ao coronel PM que administra o prédio. Expliquei para ele a situação e o mesmo, muito gentil e cordato e sem a mínima surpresa, orientou o porteiro dizendo a ele: 'Pô, de saia pode deixar entrar'. E viva o verão e o esclarecimento, por que é que eu nunca fiz isso antes é que não sei", postou André.

O episódio narrado no Facebook causou grande repercussão no site de relacionamentos, sendo curtido e compartilhado por mais de 4 mil pessoas em poucas horas.

Calor. Esta terça-feira foi o dia mais quente do ano no Rio: o Instituto Nacional de Meteorologia registrou 40,8°C na estação de Santa Cruz, na zona oeste. Foi o segundo dia de recorde: na segunda, a temperatura havia chegado a 40,6°C, até então a maior de 2014. O recorde de 2013 foi de 40,9°C, em 8 de janeiro.



fonte:Estadão

Quase Carnaval...



E o Bloco Gigantes da Lira já começou a dar ares de sua graça, em Laranjeiras. Foi sábado passado, para alegria da criançada, e não só. Bora tirar uma foto?





domingo, 2 de fevereiro de 2014

Ocorreu um erro neste gadget
Blog Widget by LinkWithin
 
Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.