sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Dúvidas








n.e.: só achei engraçado...

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Campanha denuncia casos de discriminação e xenofobia



Eu sou daquelas que sempre espera de pessoas com um certo nível de instrução um comportamento diferente ao de pessoas ignorantes. É muito triste ter ainda notícias de preconceito e xenofobia, e pior ainda, vindo de universitários e professores. Muito triste mesmo... Obviamente sofri preconceito em Portugal, por ser brasileira e mulher, mas acreditava que isso tivesse mudado, afinal de contas, muitos anos se passaram, mas enfim, pelo visto, pouco ou nada mudou. É mesmo triste...




"Os brasileiros e negros deviam todos morrer". A frase, segundo o cartaz, estaria escrita em uma carteira da Fluc (Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra), em Portugal.



"'O que é isso' nada! Calas a boca ou levas umas bofetadas". A frase, segundo o cartaz, foi dita por um jovem português, depois de cuspir no rosto da mulher que segura o cartaz.



"Burro! Aprenda a falar/escrever o português direito. Tudo isso porque sou brasileiro".



'Mas você é brasileira!' Quando recusei uma investida sexual".




"Sabe o que brasileira fala quando vai tirar foto? Pênis. Depois ele sorriu ironicamente".


As frases expostas nos cartazes fazem parte de uma campanha de denúncias de casos de discriminação e xenofobia surgidas durante as eleições para a Associação Acadêmica de Coimbra, da Universidade de Coimbra, em Portugal, em novembro de 2013. A chapa Lista R - AAC, composta por estudantes portugueses e brasileiros, que tinha como principal bandeira a luta contra discriminações dentro e fora da Universidade de Coimbra. "O objetivo era fazer com que as pessoas, ao lerem os cartazes, se dessem conta do quanto alguns comentários, que às vezes não passam de brincadeiras, são ofensivos e refletem o quanto os preconceitos estão enraizados na cultura", informou a chapa.

Acho ingênuo demais chegar à hipótese de dizer que esse tipo de comentários são ditos em tom de brincadeira, só por que a agressão vem acompanhada de um sorriso? Tenha dó! Ainda bem que alguns acordaram para a existência do preconceito nesta Universidade. E em quantas mais não existirá, não é mesmo?




fonte:UOL

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Superman





Se o Papa é o Superman não sei, só sei que ele tem demonstrado vontade em operar mudanças dentro da Igreja Católica, e isto pode ser comprovado tanto em suas atitudes quanto em seu discurso. Ao mesmo tempo acredito que ele deve estar tirando o sono de muita gente, o que eu acho ótimo!



segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Há coisas tão bonitas...




Lisboa e Tejo e Tudo



Antes de mais nada deixo aqui um dos comentários a respeito do texto de Maria Helena Rubinato Rodrigues de Sousa, feito nesta publicação do Blog do Noblat: "O eleitorado do PT não lê. Quem se informa fica sapateando de raiva, mas inutilmente. A Dilma sabe disso, por isso não está nem aí."

por Maria Helena Rubinato Rodrigues de Sousa, para o Blog do Noblat:


Como é possível que uma senhora que já não é mais criança, ocupante do mais alto cargo de uma Nação cheia de problemas, se comporte como uma Maria-Chuteira que não sabe mais nem em quê gastar de tanto que seu marido ganha?

À menina que sai da periferia de qualquer de nossas cidades e vai parar em Barcelona ou Madrid e fica extasiada com as purpurinas de sua nova vida, dá-se um desconto: é natural que queira pavonear-se para os da sua turma.

Mas dona Dilma ir se exibir em Lisboa e nos fazer passar pelo vexame de mostrar que no fundo ainda somos os mesmos tupinambás boquiabertos com os espelhos e as miçangas?

Será que ela porventura acha que os grandes empresários do mundo não vão pôr num prato da balança a estadista e seu discurso em Davos e no outro a deslumbrada sem limites?

Será que ela por um átimo de segundo achou que esse piquenique às margens do Tejo ia passar despercebido e que não ia ser comparado com o rastilho de pólvora que começa a unir nossas cidades?






Eu mesma respondo. Acho que ela está convencida que nós, os trouxas absolutos, não faremos nada e que ela, retroalimentada pelo PT e seu dono, pode mesmo tudo e que nada de mau lhe acontecerá, a não ser a reeleição e aí...

Bem, aí entra a Carta do Leitor de O Globo, que copio:

“Estou cansado de ver oportunistas manipularem pessoas, usando a religião e a política para ganhar dinheiro fácil e poder. De ver tantas mortes e acidentes em estradas esburacadas, perigosas e mal conservadas. De ver políticos jogando pretos contra brancos, empregados contra patrões, pobres contra ricos, incentivando o preconceito e botando lenha na fogueira da luta de classes. De ver ministérios inúteis, criados para acomodar companheiros, no esquema do toma lá dá cá. Estou cansado da carga tributária de 37,5% do PIB, uma das mais altas do mundo, com quase nenhum retorno. De ter medo de sair à rua, apavorado com bala perdida, assalto e arrastões. Do trânsito e do transporte público sempre infernais. De ver políticos e governantes zombarem da nossa inteligência. Da educação cada vez mais desvalorizada. Estou cansado de muitas coisas, mas, principalmente, de ver a mediocridade tomando conta do país. Rubem Paes, Niterói, RJ”.

É carta que seria assinada por mim e por muita e muita gente. Perfeita. E com o timbre da Verdade.

Eu só acrescentaria uma linha depois de olhar detidamente a foto-testemunha do ‘rolézinho’ às margens do Tejo: precisavam sair carregando a mercadoria?



*O título, já se sabe, é do poema Lisbon Revisited (1926), Álvaro de Campos (Fernando Pessoa).


Para quem não sabe o que aconteceu: a Presidente Dilma, entre Davos e Havana, fez uma paradinha junto com sua comitiva, em Lisboa, e ficaram hospedados em 2 hotéis, ocupando 45 quartos, sendo que a diária da suíte presidencial de um deles ficou ao precinho de 26 mil reais e foram distrair o estômago, num dos restaurantes mais caros de Lisboa. A viagem, obviamente, não constava de sua agenda oficial, por isso, a indignação da senhora do texto acima, assim como de um número imenso de brasileiros.


fonte:Maria Helena Rubinato Rodrigues de Sousa, professora e tradutora, escreve semanalmente para o Blog do Noblat desde agosto de 2005.
foto: Dilma Roussef e o chef Joachim Koerper, no restaurante Eleven.

domingo, 26 de janeiro de 2014

Para nossa alegria!




O guri não imaginava o sucesso que faria quando colocou o vídeo dele na internet. E imaginava menos ainda que aquele vídeo o levaria à uma publicidade de um curso de inglês, com a Jessica Alba. É um barato as surpresas que a vida proporciona, não é mesmo?





O 1o vídeo:






O vídeo da publicidade: One, two, three, quatro (risos)






Boa Semana!!!



domingo, 19 de janeiro de 2014

O cenário é uma beleza



Vladimir Platonow
Repórter da Agência Brasil, em 05/12/2013

Rio de Janeiro – Um levantamento feito pelo Ministério Público (MP) durante dez dias, em 50 unidades de saúde na cidade do Rio, apontou longas filas para internação de pacientes, principalmente em UTIs, ao mesmo tempo em que havia leitos vagos que poderiam ser usados. O maior tempo de espera foi verificado nas especialidades de ortopedia (nove dias), oncologia (12 dias) e infectologia (16 dias).

A fiscalização foi conduzida pelas promotorias de Justiça e de Tutela Coletiva da Saúde da Capital e teve a participação das promotoras Anabelle Macedo Silva, Patrícia Silveira Tavares e Madalena Junqueira, entre os dias 12 e 21 de agosto. Além da falta de leitos, o MP detectou falta de sistema informatizado para organizar as filas de pacientes que aguardam por vaga, falta de critérios claros para definir quem deve receber prioritariamente a vaga no hospital e ausência de cooperação entre hospitais federais, estaduais e municipais.

Foram inspecionadas 30 unidades de Pronto-Atendimento (UPAs), 15 hospitais e cinco Coordenação de Emergência Regional (CER). O levantamento foi detalhado em audiência pública hoje (5) na sede do MP, no centro do Rio. Foram encontrados 1.225 pacientes nas emergências, sendo que 812 deles, equivalente a 66%, aguardavam internação. Desses, 220 (27%) esperavam para ser internados em leitos de UTI adulto, sendo que havia 32 leitos vagos, para onde poderiam ter sido transferidos 14,5% dos pacientes. Durante os dias de inspeção, segundo o MP, ocorreram 209 óbitos, sendo 45 (22%) nas UPAs.

O MP vistoriou os hospitais municipais Souza Aguiar, Miguel Couto, Rocha Maia, Evandro Freire, Salgado Filho, Francisco da Silva Teles, Lourenço Jorge, Pedro II e Policlínica Rodolpho Rocco, além dos hospitais estaduais Getúlio Vargas, Carlos Chagas, Albert Schweitzer e Rocha Faria; e os hospitais federais do Andaraí, de Bonsucesso e Cardoso Fontes.

As secretarias municipal e estadual de Saúde divulgaram nota conjunta informando, entre outras coisas, que os profissionais das secretarias estadual e municipal de Saúde têm prestado total colaboração com o MP, fornecendo informações e entendendo o MP como um ator social desempenhando seu papel de mediação, monitoramento e cobrança.

Na nota, assinada pelos secretários estadual de Saúde, Sérgio Côrtes, e municipal, Hans Dohmann, é reconhecida a situação problemática no sistema público de saúde: “Não ignoramos os problemas assistenciais, porém eles não nasceram ontem, e precisam de muito trabalho para sua solução”.

O Ministério da Saúde informou, por meio da assessoria, que não iria se posicionar sobre o assunto, porque ainda não fora notificado pelo MP sobre os problemas nos hospitais federais.

Enquanto isso...



em 19/01/2014, Coluna Gente Boa, do Jornal O Globo:

Uma megaestrutura com quase 20 metros de altura - como uma passarela, com os carros trafegando embaixo - vai ser construída pela Prefeitura na Avenida Atlântica para abrigar estúdios de TV que irão transmitir os jogos da Copa do Mundo. Os estúdios, claro, querem aproveitar a vista da praia como pano de fundo de suas transmissões.

Com 2 andares, a passarela, na altura da Rua Joaquim Nabuco, vai custar R$ 3,85 milhões. A licitação será no mês que vem, e a empresa escolhida terá 30 dias para tirar a estrutura do papel. Depois da Copa, terá outros 30 dias para desmontar tudo.



quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Te amo...



Lembrei-me que tive um namorado que costumava se queixar que era muito raro eu dizer que o amava... os homens são muito complicados (risos).





Após o fim de semana...




quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Inadiável






Quantas vezes adiamos o que não deve ser adiado? Quantas vezes tentamos consertar o que não tem conserto? Pura teimosia...



quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Afinidade



Nunca aceitei aquele velho blá blá blá que diz que "os opostos se atraem", acredito, sempre, que o que atrai, assim como o que faz permanecer, são as afinidades.



terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Talvez






Talvez seja possível amar uma mulher por causa de um livro, de um poema sublinhado, de um filme a preto e branco, de uma casa, do olhar de um homem quando fala dela, da forma como o seu cão a espera. Da reprodução de um Mondrian na parede da sala.
Talvez seja possível amar um homem por causa de um livro, de um poema de Stevenson, «my house, they say», dos olhos de uma mulher quando fala dele, da forma como o seu cão o espera.



Ana Teresa Pereira



segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Toxic




Xingamento



Resolvi partilhar isto hoje porque concordo totalmente com o Gregorio Duvivier, e me aproveitando do fato dele fazer essa matéria a respeito dos comentários que as pessoas fazem, confesso que gostava de ler os comentários sobre as notícias, basicamente porque achava que poderia aparecer algum que fosse inteligente e me acrescentasse algum conhecimento, mas perdi esse hábito pelos constantes xingamentos que lia usualmente, e me sentia incomodada também ao ler uma mulher ser xingada, mas defendê-la seria virar a próxima vítima.


Da primeira vez que fiz um comentário - já não me lembro sobre o quê - numa publicação de jornal, fui acusada de ser evangélica, como se o que eu tivesse escrito fosse uma atitude típica (e reprovável) de uma evangélica (acho que ser evangélico virou defeito depois de algumas personalidades políticas destilarem seus preconceitos, mas enfiar todo evangélico no mesmo saco é ser tão preconceituoso como essas pessoas). Além deste "defeito" também recebi outros adjetivos impublicáveis aqui. Não sou evangélica, nunca fui, sou espírita praticamente desde que nasci, então imagina a viagem que a pessoa faz ao tentar te ofender na internet. Provavelmente eu seria chamada de macumbeira se dissesse que era espírita, mas como não sou do candomblé ou umbanda e não faço oferendas, rebateria o adjetivo e se rebatesse, provavelmente eu receberia algum outro adjetivo também ofensivo e o preconceito e as ofensas não teriam fim; e este é um exemplo do comportamento na internet, triste não? Mas como não tenho a menor intenção de ficar me desgastando em bate-bocas, na altura não respondi e passei a ler apenas as notícias e abstrair dos comentários e comentar, nunca mais.

Muitas pessoas se sentem protegidas pelo distanciamento físico que a internet proporciona e com isso, aproveitam para destilarem suas frustrações em cima dos outros através de xingamentos... é triste, essas pessoas precisam de ajuda e não se dão conta disso. Bem, chega de blá blá e vamos ao texto do Gregorio, é logo aí abaixo.

 





por Gregorio Duvivier




Puta, piranha, vadia, vagabunda, quenga, rameira, devassa, rapariga, biscate, piriguete. Quando um homem odeia uma mulher — e quando uma mulher odeia uma mulher também — a culpa é sempre da devassidão sexual. Outro dia um amigo, revoltado com o aumento do IOF, proferiu: "Brother, essa Dilma é uma piranha". Não sou fã da Dilma. Mas fiquei mal. Brother: a Dilma não é uma piranha. A Dilma tem muitos defeitos. Mas certamente nenhum deles diz respeito à sua intensa vida sexual. Não que eu saiba. E mesmo que ela fosse uma piranha. Isso é defeito? O fato dela ter dado pra meio Planalto faria dela uma pessoa pior?

Recentemente anunciaram que uma mulher seria presidenta de uma estatal. Todos os comentários da notícia versavam sobre sua aparência: "Essa eu comeria fácil" ou "Até que não é tão baranga assim". O primeiro comentário sobre uma mulher é sempre esse: feia. Bonita. Gorda. Gostosa. Comeria. Não comeria. Só que ela não perguntou, em momento nenhum, se alguém queria comê-la. Não era isso que estava em julgamento (ou melhor: não deveria ser). Tinham que ensinar na escola: 1. Nem toda mulher está oferecendo o corpo. 2. As que estão não são pessoas piores.

Baranga, tilanga, canhão, dragão, tribufu, jaburu, mocreia. Nenhum dos xingamentos estéticos tem equivalente masculino. Nunca vi ninguém dizendo que o Lula é feio: "O Lula foi um bom presidente, mas no segundo mandato embarangou." Percebam que ele é gordinho, tem nariz adunco e orelhas de abano. Se fosse mulher, tava frito. Mas é homem. Não nasceu pra ser atraente. Nasceu pra mandar. Ele é xingado. Mas de outras coisas.

Filho da puta, filho de rapariga, corno, chifrudo. Até quando a gente quer bater no homem, é na mulher que a gente bate. A maior ofensa que se pode fazer a um homem não é um ataque a ele, mas à mãe — filho da puta- ou à esposa — corno. Nos dois casos, ele sai ileso: calhou de ser filho ou de casar com uma mulher da vida. Hijo de puta, son of a bitch, fils de pute, hurensohn. O xingamento mais universal do mundo é o que diz: sua mãe vende o corpo. 1. Não vende. 2. E se vendesse? E a sua, que vende esquemas de pirâmide? Isso não é pior?

Pobres putas. Pobres filhos da puta. Eles não têm nada a ver com isso. Deixem as putas e suas famílias em paz. Deixem as barangas e os viados em paz. Vamos lembrar (ou pelo menos tentar lembrar) de bater na pessoa em questão: crápula, escroto, mau-caráter, babaca, ladrão, pilantra, machista, corrupto, fascista. A mulher nem sempre tem culpa.



fonte: Folha de S.Paulo

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Um pingo de história





Quem chamou a atenção foi o historiador José Murilo de Carvalho. Um folheto de 1821, chamado "Correspondência turca", faz um elogio às brasileiras. E olha que Fernanda Lima ainda não existia.

Veja só:

"A Grega se acomoda, a Hebraica negocia, a Persana pactua, a Armeniana presta-se, a Georgiana rivaliza, a Parsis dorme, a Indiana baila, a Espanhola desfaz-se em serviço, a Francesa discorre, a italiana calcula, a Inglesa contemporiza, a Polonesa está ali, a Holandesa nem ali, a Russa serve ao lado de um amante: a Brasileira é a única que chora, e faz chorar em ternura, quando diz, que nos ama, e nos quer bem. Nos braços do Amor, ou da Amizade, ninguém ama como ela."


fonte e texto:Ancelmo Gois

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Para que não fiquem dúvidas








É mesmo assim...



Comigo é sempre assim, é só dar tempo ao tempo que a verdade sempre cai no meu colo. 





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