quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

É Carnaval!



Bom Carnaval a quem passar por aqui. O meu já começa no próximo sábado, num dos muitos blocos que me levam a uma extrema alegria. Curto de montão. Depois do Carnaval eu volto!




terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Jeitinho carioca




Ri horrores. Quem é carioca se identifica.




domingo, 20 de janeiro de 2013

Credo in cruzes!



Abri o Facebook e dei de cara com uma frase impactante, aí continuei clicando em page down e a "coisa" se repetia assustadoramente. Me impressionou mesmo ver mensagens muito parecidas publicadas por pessoas diferentes num curto espaço de tempo e resolvi reproduzir algumas aqui.

Calma gente, o mundo é cão, mas tem boa gente espalhada por aí também. 


















sábado, 19 de janeiro de 2013

Xô preconceito!



Assino embaixo. Hoje em dia não sei mais se é certo ou errado dizer negro ou preto, e chamar alguém de negão? Acho o máximo, mas periga da pessoa se ofender por que alguém disse que é preconceituoso. 

E o casamento entre gays? Por que ser contra? Como isso interfere na vida de alguém? Pelamordedeus...

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Disco


Montei uma playlist supimpa. Só Disco, anos 70. Meu Ipod tá bombando.



Shake it!

Amizade Virtual



Resolvi publicar um texto que recebi de presente de uma amiga, a Déia, que por enquanto é uma amiga virtual, mas sinceramente na minha cabeça, ou melhor dizendo, em meus sentimentos, a única palavra amiga é que se encaixa perfeitamente. Tenho amigas reais que antes foram virtuais. Uma irmã de coração, a Rogéria, a Regina, que é minha vizinha e conheci através do Nuvens e uma outra que é frequentadora assídua do Nuvens, a Maria, que vive em Portugal e eu tive o prazer de encontrar pessoalmente - e que bom que nem eu ou ela tivemos algum receio em nos conhecermos. Foi um dos melhores dias que passei em Portugal na viagem que fiz em 2010, uma viagem pra lá de conturbada. O almoço que tive com ela e outra amiga, a Ana, foi um momento especial.


Texto de Rosana Corrêa

"Amigos virtuais: companheiros de viagem ou seres imaginários?

Vivemos uma nova era. Um novo tempo. Grandes transformações acontecem em todas as áreas da sociedade e nas relações humanas. A evolução tecnológica tem muito a ver com as mudanças. E, é dentro deste contexto que surge as amizades virtuais. O que traz á tona debates e opiniões convergentes e divergentes sobre o assunto. Afinal, amizade virtual existe?

Como frequentadora assídua de Redes Sociais, passei a pensar bastante sobre o assunto e a refletir sobre as opiniões que ouço.


Alguém disse outro dia, que amigos virtuais são seres imaginários, opinião que respeito, mas que discordo totalmente. Seres imaginários são frutos de mentes esquizofrênicas ou de usuários de alucinógenos. Pessoas adultas saudáveis, dentro do que é possível ser saudável na sociedade contemporânea, sabem que o virtual é uma porta que se abre para uma convivência maior. O que se procura captar no ciberespaço é uma parte da essência das pessoas que convivemos, são os pontos em comuns que nos unem; as ideias e ideais que podem nos aproximar ou não.

Negar que amizades virtuais podem contribuir e no crescimento de que as mantém é uma atitude retrógrada. Imagino, que quando Graham Bell criou o telefone, os seus contemporâneos de ideias ultrapassadas, achavam que do outro lado da linha havia seres imaginários, também! O novo sempre traz medo! Algo compreensível! Pessoas com o mínimo de bom senso se adaptam ao seu tempo. Se o nosso tempo nos permite primeiro conhecer parte da essência, antes do abraço ou aperto de mão devemos usufruir deste benefício.

Nenhum aparelho tecnológico, por mais avançado que seja, altera o caráter e a personalidade de um homem. Pessoas de bom caráter são o que são, onde quer que estejam. Uma questão de índole, de essência! Já fui surpreendida com atitudes de pessoas que conheci de vida inteira, que me deixaram espantada. Não estou falando de erros corriqueiros, não, mas atitudes dignas de psicopatas.

Conhecer pessoalmente alguém, não significa conhecê-lo em sua totalidade. O "Eu" é intocável! É inatingível! Ás vezes penso que pode acontecer de uma pessoa fugir das convivências virtuais por medo e ao seu lado estar alguém com uma mente doentia, ainda não percebida que um dia irá se manifestar. Não há garantias quando o ser em questão é o bicho homem. Surpresas podem vir tanto no real ou quanto no virtual. “Coração dos outros é terra estranha.”

Confiança é conquistada com o tempo, mas se por acaso você depositar confiança em alguém no real ou virtual e se decepcionar, não se culpe, porque pessoas de bom caráter julgam o mundo por elas e por essa razão, podem muitas vezes cometer enganos. Isso faz parte do Show da vida. Que não vivamos temendo o semelhante tal qual aos lobos, sem motivos reais que requerem precaução, pois a vida só tem sentido se vivida em comunidade e em comum união.

Não tenha vergonha de admitir que têm amigos virtuais, porque há uma parte de pessoas na sociedade, que rotula este tipo de comportamento como incapacidade de manter relacionamentos no real ou fuga da realidade. Cada um sabe de suas escolhas e o que busca pelos caminhos que percorre. Não se justifique nunca por ser quem é, e, por suas escolhas. Ouça sempre as opiniões, mas tenha bem nítido em sua mente que a principal opinião sobre sua vida e você, vem de você mesmo, pois os outros são os outros.

Reme com sua nau! E boa viagem pelos mares da vida!"

n.e.: Vale acrescentar que as amigas mencionadas não são as únicas por quem tenho um imenso carinho, e há também amigos. Alguns também se tornaram reais e outros são, por enquanto virtuais. Mera retórica, já que a palavra amigo é a única que cabe em meu coração.







segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Comercial


Há coisas bonitas com as quais me identifico.




domingo, 13 de janeiro de 2013

Sei




Boa Semana!



Os sapos






Enfunando os papos,
Saem da penumbra,
Aos pulos, os sapos.
A luz os deslumbra.

Em ronco que aterra,
Berra o sapo-boi:
- "Meu pai foi à guerra!"
- "Não foi!" - "Foi!" - "Não foi!".

O sapo-tanoeiro,
Parnasiano aguado,
Diz: - "Meu cancioneiro
É bem martelado.

Vede como primo
Em comer os hiatos!
Que arte! E nunca rimo
Os termos cognatos.

O meu verso é bom
Frumento sem joio.
Faço rimas com
Consoantes de apoio.

Vai por cinquenta anos
Que lhes dei a norma:
Reduzi sem danos
A fôrmas a forma.

Clame a saparia
Em críticas céticas:
Não há mais poesia,
Mas há artes poéticas..."

Urra o sapo-boi:
- "Meu pai foi rei!"- "Foi!"
- "Não foi!" - "Foi!" - "Não foi!".

Brada em um assomo
O sapo-tanoeiro:
- A grande arte é como
Lavor de joalheiro.

Ou bem de estatuário.
Tudo quanto é belo,
Tudo quanto é vário,
Canta no martelo".

Outros, sapos-pipas
(Um mal em si cabe),
Falam pelas tripas,
- "Sei!" - "Não sabe!" - "Sabe!".

Longe dessa grita,
Lá onde mais densa
A noite infinita
Veste a sombra imensa;

Lá, fugido ao mundo,
Sem glória, sem fé,
No perau profundo
E solitário, é

Que soluças tu,
Transido de frio,
Sapo-cururu
Da beira do rio...

Manuel Bandeira

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Meu Brasil Brasileiro



A economia do Brasil cresceu? Cresceu sim, seguiram direitinho a fórmula criada lá atrás quando o país era ainda governado por outro partido diferente do atual. As pessoas tem mais poder de compra? Claro que sim. Mas a saúde continua a mesma de sempre. E não adianta correr atrás de um mandato judicial para obrigar a um internamento quando o hospital não tem a menor condição de internar mais alguém. Canso de ver na TV, doentes, em estado lastimável, espalhados pelos corredores por falta de vagas em enfermarias. Enfermarias de crianças com o teto e paredes mofados, sujeitas à bactérias e fungos e um único ventilador num calor de mais de 40ºC. A saúde, no Rio de Janeiro, já deu o último suspiro faz tempo.







Bebê morre após esperar 15 horas por vaga em UTI na Baixada Fluminense


Depois de 15 horas à espera de uma vaga na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) pediátrica de um hospital de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, um bebê de apenas um mês não resistiu e morreu.

Iasmin Vitória Matos de Farias sofria de um problema respiratório grave e a família foi informada que a menina precisaria ser transferida. Após 15 horas aguardando a vaga, parentes conseguiram na Justiça o direito de internação, mas quando apresentaram o documento ao hospital já era tarde. A criança sofreu uma parada cardiorrespiratória e morreu.

fonte:R7

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

66 anos. Happy B-Day!!!








Eu amo-te tanto...






Eu amo-te tanto que nem sei se é
racional ou possível
amar assim
quase perdidamente
quase a dar a vida
quase a extinguir-me
se for preciso
Eu amo-te tanto
que o medo de te
perder me assalta
dia e noite em
sonhos que não quero
que não percebo
e que são quase reais
às vezes
Eu amo-te tanto
que acordo quando me
chamas e dizes
não teve importância
O que importa é este
amor que nos agarra
e aperta e machuca
e que não vai acabar nunca.


fonte: Maria in O Cheiro da Ilha
foto: Alvin Booth

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

É mesmo assim...



3 anos para enxergar. 1 minuto para entender. 1 dia para acreditar. Uma vida para esquecer.


n.r.: A frase não é minha, li ontem numa Rede Social qualquer, mas é tão verdadeiro que não resisti. Mas 3 anos para enxergar é muito, enfim...

sábado, 5 de janeiro de 2013

Viver sem tempos mortos




A impressão que eu tenho é de não ter envelhecido embora eu esteja instalada na velhice. O tempo é irrealizável. Provisoriamente, o tempo parou pra mim. Provisoriamente. Mas eu não ignoro as ameaças que o futuro encerra, como também não ignoro que é o meu passado que define a minha abertura para o futuro. O meu passado é a referência que me projeta e que eu devo ultrapassar. Portanto, ao meu passado eu devo o meu saber e a minha ignorância, as minhas necessidades, as minhas relações, a minha cultura e o meu corpo. Que espaço o meu passado deixa pra minha liberdade hoje? Não sou escrava dele. O que eu sempre quis foi comunicar da maneira mais direta o sabor da minha vida, unicamente o sabor da minha vida. Acho que eu consegui fazê-lo; vivi num mundo de homens guardando em mim o melhor da minha feminilidade. Não desejei nem desejo nada mais do que viver sem tempos mortos.



Simone de Beauvoir



foto: O Verbo no Infinito

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Maturidade






O grande barato da maturidade é aprender a não perder tempo com bobagens.

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Que venha 2013






Decisão para 2013: me sentir a rainha da cocada preta, branca, de abóbora (nhami), enfim, de qualquer uma... 


Eu vejo um povo se supervalorizando e euzinha nada? Faço ginástica 4 vezes por semana, puxo mó ferro, zero de flacidez e nem assim me autovalorizo? Nã, ni, nã, não pode! 

Então tô partindo para a valorização de minha cute pessoa, começa 2013 e eu me sentindo a própria Kate Moss. (risos altos)
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