domingo, 26 de fevereiro de 2012

O ano no Brasil NÃO começa depois do Carnaval



Eu acho a tese de que o ano, no Brasil, só começa depois do Carnaval injusta, principalmente porque me lembro de trabalhar todos os anos no primeiro dia útil de janeiro e só parar nos 3 dias de Carnaval. Não voltei ao blog, mas encontrei uma matéria no Globo que dismistifica essa idéia de que brasileiro trabalha pouco.

"Costuma-se dizer que, o ano só começa para valer na segunda depois do Carnaval. Amanhã, portanto.

A tese tem graça e até faz sentido, mas esconde, em certos casos, um preconceito - o de que o brasileiro trabalha pouco. Aliás sexta, Terry Gou, presidente da taiwanesa Foxconn, que promete investir até US$ 12 bi aqui, afirmou que "os brasileiros não trabalham tanto porque estão no paraíso."

Só que a idéia de que o brasileiro é preguiçoso é folclore. Segundo José Pastore, professor da USP e um dos maiores especialistas em questão de trabalho, o povo brasileiro é um dos que mais trabalham no mundo: - Se comparar com a Europa, a média brasileira é um exagero - diz Pastore.

A média nacional, segundo ele, é de 40 a 48 horas de trabalho por semana, bem superior a de muitos países europeus. Na França, por exemplo, trabalha-se em média 35 horas semanais."

por Daniel Brunet

E eu acho que muito mais que preconceito, esta tese que é defendida por brasileiros que não suportam o Carnaval, é injusta. O Carnavalque dura apenas 3 dias e não é para todos, há quem trabalhe no Carnaval, que o digam os que trabalham no comércio e nos restaurantes, principalmente. E Carnaval no Brasil, existe na Bahia, no Rio de Janeiro, um pouco em algumas (poucas) cidades do Nordeste e passa desapercebido por todas as outras cidades do Brasil. Portanto, a tese é pra lá de preconceituosa e injusta. Mas pensar pra quê não é mesmo? É bem mais fácil criticar.

fonte:Jornal O Globo - Ancelmo Gois

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Último post antes das férias

A ignorância que assola uma população



Depois da tragédia do desabamento de 3 prédios no Rio de Janeiro, nada mudou. Eu contava, como profissional de Arquitetura, que pelo menos, durante um tempo até o esquecimento dos fatos, por medo, as pessoas se tornassem mais cautelosas. Mas não, nada muda, não sei se é prepotência ou um não me importo generalizado.

Obras ilegais continuam sendo feitas, síndicos de prédios continuam omissos e alguns entregam sua vida a Deus, contando apenas com o fato de a hora e o destino foi marcada lá em cima. Mas está certo pensar assim?

O Presidente do CREA (Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura) veio para a televisão afirmar que vãos de janela poderiam ter comprometido o prédio que caiu. Vãos estes abertos em paredes de tijolos, não estruturais. E eu juro que rasgo meu diploma, tendo cursado 5 anos de Arquitetura, profissão na qual me formei e ainda ter cursado 4 anos de Engenharia, profissão na qual não me formei, se alívio de carga (abertura de vãos) puderem influenciar estruturalmente na queda de um prédio.

Considerar uma obra ilegal por abrir vãos e ferir a estética de uma fachada, tornando a obra ilegal é uma coisa, agora... dizer que alívio de carga provoca a queda de um prédio? É caso para eu rasgar meu diploma porque não aprendi absolutamente nada em 9 anos de Faculdade.

Nada mudará, a partir do momento que ouço na televisão que pensam em fazer uma lei onde seja obrigatório a entrega de um laudo técnico de um engenheiro sobre cada prédio do Rio de Janeiro de 4 em 4 anos e em contrapartida o presidente da ABADI (Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis) não gosta da idéia porque isso causará custo ao condomínio dos prédios. Depois dessa abro a boca, coloco a mão na cabeça e peço a Deus para olhar para o povo da minha cidade... para as pessoas comuns, que dependem desse tipo de gente que ocupa cargos onde não deveriam estar.

Até qualquer dia...





O Nuvens dará uma pausa, não sei por quanto tempo... Até qualquer dia desses...

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Sem palavras





fonte: Google
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