terça-feira, 29 de novembro de 2011

Hey!






Sou de poucas palavras...

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Caras





Nunca se assustem com quem se mostra demais. Mas preocupem-se com quem se mostra de menos.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Mônica Salmaso






Um dia eu senti um desejo profundo
De me aventurar nesse mundo
Pra ver onde o mundo vai dar

Saí do meu canto na beira do rio
E fui prum convés de navio
Seguindo pros rumos do mar

Pisei muito porto de língua estrangeira
Amei muita moça solteira
Fiz muita cantiga por lá

Varei cordilheira, geleira e deserto
O mundo pra mim ficou perto
E a terra parou de rodar

Com o tempo
Foi dando uma coisa em meu peito
Um aperto difícil da gente explicar

Saudade, não sei bem de quê
Tristeza, não sei bem por que
Vontade até sem querer de chorar

Angústia de não se entender
Um tédio que a gente nem crê
Anseio de tudo esquecer e voltar

Juntei os meus troços num saco de pano
Telegrafei pro meu mano
Dizendo que ia chegar

Agora aprendi por que o mundo dá volta
Quanto mais a gente se solta
Mais fica no mesmo lugar



segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Momentos






Há momentos em que nos sentimos diferentes da maioria...

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Inclusão social

'Obviamente é um momento de emoção'



A presidente Dilma Rousseff chorou ao discursar nesta quinta-feira (17) durante lançamento do plano Viver sem Limites, que pretende investir R$ 7,6 bilhões até 2014 na inclusão de pessoas com deficiência.

Ela se emocionou logo após cumprimentar Ivy, de 6 anos, e Beatriz, de pouco mais de 1 ano, ambas portadoras de síndrome de Down. Elas são filhas, respectivamente, do deputado federal Romário (PSB-RJ) e do senador Lindbergh Faria (PT-RJ), e estavam no colo dos pais durante a cerimônia. "As duas menininhas tiveram aqui uma cena maravilhosa e enternecedora. A filha do Romário carregando a filha do Lindbergh”, afirmou a presidente.



“Eu acredito que em alguns momentos a gente considera que eles são muitos especiais, e aí queria dizer que, hoje, este é um momento em que vale a pena ser presidente”, disse Dilma provocando aplausos de pé da plateia. Em seguida, usou um lenço para enxugar as lágrimas.

“Obviamente é um momento de emoção. Estamos aqui hoje para celebrar a coragem de viver sem limites e com autonomia em um de seus aspectos mais importantes, a capacidade que nós seres humanos temos de nos transformar, de nos superar. A incrível força que há nas pessoas para vencer desafios e superar limites”, disse.

O início do discurso da presidente foi interrompido ainda por uma mulher da plateia, que levantou-se para pedir “atenção especial” do governo às pessoas com autismo. “Sou mãe de uma criança autista. Pelo amor de Deus, só nós sabemos o quanto é difícil”, disse a mulher.

A ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário – cuja pasta coordena o plano – disse durante o lançamento que “a inspiração e o comando [do programa] nasceram da própria presidenta Dilma” e lembrou que outros 15 órgãos do governo estão envolvidos na gestão das diversas ações previstas.

Maria do Rosário enfatizou que é dever do governo “retirar limites e barreiras” e promover a igualdade de oportunidade a pessoas com deficiência. Ela prometeu ainda que, até 2014, “todos as crianças e adolescentes com deficiência estarão na escola”.

“Vamos otimizar recursos, buscar resultados e assegurar o que é o nosso objetivo nesse plano: uma vida melhor para as pessoas com deficiências, percebidos como pessoas plenas no contexto de suas famílias e da sociedade brasileira”, afirmou.

Viver sem Limite
Do total de R$ 7.6 bilhões, R$ 1,8 bilhão serão aplicados em educação, com transporte escolar acessível, adaptação de acesso a escolas públicas e universidade, construção de salas com recursos multifuncionais, além da oferta de até 150 mil vagas para pessoas com deficiência em cursos federais de formação profissional e tecnológica.

Já na saúde, há previsão de R$ 1,4 bilhão para ações de prevenção às deficiências, maior acompanhamento dos exames no Teste do Pezinho, fortalecimento dos serviços de reabilitação, atendimento odontológico, maior acesso a órtese e prótese, além de reforço de ações clínicas e terapêuticas.

Na área social, serão dispobilizados R$ 72,2 milhões para implantação de Centros de Referência, voltados para o atendimento a pessoas com deficiência em situação de risco, como extrema pobreza, abandono e isolamento social.

Junto com estados e municípios, o governo quer ainda prevê aplicar R$ 4,1 bilhões em acessibilidade. Uma das ações nesse sentido é a possibilidade de todas as 1,2 milhão de residências do Minha Casa, Minha Vida 2 serem adaptadas para pessoas com necessidades especiais.

O plano prevê também a criação de 5 centros de ensino técnico para formação de treinadores de cães-guia. Obras de mobilidade urbana para a Copa também deverão obedecer critérios de acessibilidade.

Segundo dados obtidos pelo governo com o Instituto Brasileiro de Estatísticas e Geografia (IBGE) no Censo de 2010, 23,91% da população brasileira (cerca de 45,6 milhões de pessoas) possuem algum tipo de deficiência. A SDH diz que o plano busca "promover a cidadania e fortalecimento da participação da pessoa com deficiência na sociedade".



n.r.: quando é para falar mal, falo, mas quando merece que se fale bem, gosto muito mais.




fonte:G1

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Air on G String







Uma amiga publicou esta música hoje e como esta música tem uma importância imensa na minha vida senti a necessidade de compartilhá-la.

Chuá, chuá...









Mó chuá no Errejota, um dia típico de Inverno. Esqueceram de dizer a S.Pedro que é quase verão.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Bom fim de semana!





Salve Jorge! Ogum Iê!






Deus adiante paz e guia
Encomendo-me a Deus e a virgem Maria minha mãe ..
Os doze apóstolos meus irmãos
Andarei nesse dia nessa noite
Com meu corpo cercado vigiado e protegido
Pelas as armas de são Jorge
São Jorge sendo com praça na cavalaria
Eu estou feliz porque eu também sou da sua companhia
Eu estou vestido com as roupas e as armas de Jorge
Para que meus inimigos tendo pé não me alcancem
Tendo mãos não me pegue não me toquem
Tendo olhos não me enxerguem
E nem em pensamento eles possam ter para me fazerem mal
Armas de fogo o meu corpo não alcançara
Facas e lanças se quebrem se o meu corpo tocar
Cordas e correntes se arrebentem se ao meu corpo amarrar
Pois eu estou vestido com as roupas e as armas de Jorge
Jorge é da Capadócia.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

O câncer no Brasil





No ano passado, aproximadamente 60 mil pacientes não puderam submeter-se aos serviços de radioterapia, e 80 mil não conseguiram ser operados para extração de um tumor: "Além de não conseguir atender a todos — na radioterapia o índice de não atendidos é de 34% e em cirurgia, de 53% — os pacientes começam o tratamento muito depois do tempo devido. No caso dos procedimentos de quimioterapia, o tempo de espera médio foi de 76,3 dias, e apenas 35% dos pacientes foram atendidos com 30 dias (prazo recomendado pelo Ministério da Saúde). Na radioterapia, o resultado é ainda pior: 113,4 dias de espera e apenas 16% atendidos no primeiro mês."

fonte:Folha de S.Paulo - 3 de novembro

Eu vou cantar com muita alegria



terça-feira, 8 de novembro de 2011

Baderna na USP

Alunos retirados da USP precisam de 'aula de democracia', diz Alckmin


Eu acho que eles deveriam ter algumas aulas de Direito Constitucional. Ocupar e destruir o patrimônio público com coquetel molotov e pichações pelo direito de fumar maconha no Campus não tem nada a ver com liberdade. No meu tempo de faculdade reinvindica-se pelo fim da Ditadura. Esses filhinhos-de-papai que usam GAP e Ray-Ban, deviam ser expulsos da Universidade, há vários estudantes interessados em estudar numa Universidade como a USP.

Reinvindicando Democracia, só cometeram atos de vandalismo. Há maneiras mais inteligentes de reinvindicar a descriminalização da maconha. Eu acho, sinceramente, o motivo de ocupação da USP extremamente fútil. Após vários assaltos e a morte de um estudante, na USP, a Reitoria resolver policiar o Campus, mas alguns estudantes olharam para a segurança como um ato político. Ando meio cansada dessa maneira arcaica de pensar que a polícia de hoje se manifesta como no tempo da Ditadura. Isso causa-me profundos bocejos.

Paralelo a isso, a educação é Direito de todos e é por isso que existem as Universidades públicas, mas... eu questiono esse Direito, já que a grande maioria das pessoas que necessitam de ensino gratuito ficam fora dela, a maioria que passa, estudou em bons colégios particulares ou cursinhos pagos pelos pais. Já na minha época, no estacionamento da UFRJ, a quantidade de carros do ano era impressionante.




"O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, afirmou na tarde desta terça-feira (8) que os estudantes retirados do prédio da reitoria da USP após ocupação precisam de uma “aula de democracia”. Alckmin criticou a depredação do patrimônio da universidade realizado durante a invasão. Na madrugada desta terça, a Polícia Militar cumpriu a determinação judicial de reintegração de posse do prédio da reitoria da USP.

"Alguns estudantes precisam ter aula de democracia, de respeito à decisão judicial, de respeito ao patrimônio público porque a população que paga impostos, população que é mais pobre, que mantém a USP, que é todinha dinheiro público... Não é possível depredar móveis, pichação, depredar prédio público feito com sacrifício da população desta que é a melhor universidade da América Latina", disse Alckmin.

Durante a reintegração, 73 estudantes foram detidos. Eles serão indiciados por dano ao patrimônio público e desobediência à ordem da Justiça. Eles também serão responsabilizados por dano ambiental devido às pichações feitas nas paredes do prédio. Todos deverão passar por exame de corpo de delito.

Alckmin afirmou que a atitude dos estudantes não é tolerável. "A lei é para todos. Não é possível estabelecer que alguém esteja à margem da legislação. Não é tolerável, não é razoável esse tipo de procedimento de invadir prédio público, depredar prédio público, não cumprir ordem judicial. No passado, na época do período militar, a PM não ficava na universidade porque tinha aspecto político da repressão ao pensamento, da manifestação política. Hoje é totalmente diferente, já passou o período militar. Nós estamos no processo democrático. A presença da polícia é para garantir a integridade física e patrimonial de professores e funcionários, evitar assalto, latrocínio, roubo", completou o governador.

Ainda segundo Alckmin, desde que a PM começou a patrulhar a Cidade Universitária, os índices de criminalidade caíram. "Se formos pegar todos os indicadores, roubo caiu 80%, roubo de automóveis caiu 95%, lesão corporal, 80%".




fonte:G1

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Se joga que hoje é sexta!



Eu sei que haverá quem não concorde comigo, mas quando se ama e obviamente se é amada, qualquer sacrifício é bem menos difícil de ser suportado. A capacidade de transpor os sacrifícios valem a pena pela reciprocidade do amor e do companheirismo.





por Adélia...






Dor não tem nada haver com amargura. Acho que tudo que acontece é feito pra gente aprender cada vez mais, é pra ensinar a gente a viver. Desdobrável. Cada dia mais rica de humanidade.


Adélia Prado

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Falta remédio contra câncer em hospital de Heliópolis



O Hospital Heliópolis, referência na zona sul no atendimento a pacientes com câncer, está sofrendo há mais de um mês com a falta de medicamentos para tratamento quimioterápico.

A unidade é administrada pelo governo estadual.

De acordo com pacientes e funcionários do hospital, os remédios usados no combate ao câncer em falta são: xeloda, temodal, erlotinibe, sunitinibe, lapatinibe e everolimus.

Os pacientes com reumatismo também têm dificuldade para encontrar sulfassalazina, azatioprina e metotrexato.

Também há reclamações da falta de materiais básicos, como luvas, seringas, ataduras e respiradores, e do número insuficiente de médicos e funcionários, além de aparelhos médicos sucateados usados, especialmente, no pronto-socorro.

Resposta


A Secretaria de Estado da Saúde informou que o Hospital Heliópolis é considerado o quarto melhor hospital de oncologia da cidade de São Paulo.

A direção do hospital esclarece que nenhum paciente cadastrado teve o tratamento interrompido por falta dos medicamentos citados.

No caso do everolimus, a pasta diz que houve falta pontual, por atraso do fornecedor.

A secretaria afirma ainda que não foi constatada falta de materiais. O pronto-socorro não irá fechar nos fins de semana, mas é dada prioridade para os casos mais graves.

"Também não procede a informação sobre a saída de 260 médicos", afirma. O hospital recebeu em outubro R$ 2,8 milhões para modernização.



fonte: Agora São Paulo
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