quarta-feira, 30 de março de 2011

E está tudo dito!



Acho que esta serve para nós, portugueses que nos importamos com Portugal. Novas eleições à porta e ao invés de ficar em casa porque se está cansado ou tem-se um passeio a fazer, não custa nada perder alguns minutos (e mesmo que seja uma hora ou duas) na fila para votar.

Irei ao Consulado votar, sempre votei enquanto estive morando em Portugal. E na próxima eleição irei mesmo sabendo que demoro horas para qualquer coisinha simples no Consulado de Portugal no Rio e paciência é coisa que me falta. Já combinei até com uma amiga que agora está morando no Rio e ainda arrastarei mamy comigo. Faça o mesmo, pelo voto podemos mudar um país.

Chapéus




Usar chapéu finalmente virou moda no Brasil. As européias usam há séculos, com estilo, em uma variedade incrível. Paris então, pra mim, é uma festa. E lenços? Mas sobre lenços já falei aqui (adoro também e ainda faço novamente um post sobre o assunto já que o tempo vai esfriar no Errejota). Cada um deles combina com um determinado estilo. Você sabe como e quando usá-los?

Em primeiro lugar, ao escolher um chapéu ele deve caber na sua cabeça, caso contrário ele ficará apenas pousado no cucuruco da mesma ou afundado. O floppy e o ballyhoo são aqueles que possuem a aba média, mas eles precisam entrar totalmente na sua cabeça, por favor. Provavelmente você receberá elogios de algumas pessoas, amigas principalmente que não entendem nada do assunto e gostam de agradar os outros, ou então aquelas que se fazem de amigas e adoram ver você pagando um micão. Cuidado, veja se o tamanho serve pra você, já vi horrores na rua, principalmente nos dias mais quentes. Como boa libriana o equilíbrio pra mim é essencial, então ao ver algo desequilibrado fico angustiada, mas como não conheço a pessoa não posso falar nada. Mas não é exagero se disser que sofro.

Então como não errar? Observando e sem medo nenhum ter auto-crítica. Aceite, logo de cara, que para saber se um determinado tipo de chapéu ficará bem em você é preciso experimentá-lo, porque ele pode não combinar com o seu tipo de rosto ou até mesmo a cor pode não lhe favorecer. Não desanime, existe uma infinidade de chapéus para todos os gostos.

Mas a minha dica é a seguinte: quer sair durante o dia, estilosa e sem medo de errar? Escolha um panamá, os dias ainda estão quentes então ele vai combinar com seus vestidinhos e shorts.

Ballyhoo




Panamá




Floppy





Gorro




Boina



Cowboy



Fedora




fotos:Google

Bom djia, djia!


terça-feira, 29 de março de 2011

Morreu o homem que me deu o melhor exemplo de vida: José Alencar

Aos 79 anos, vítima de cancêr, faleceu o Vice-Presidente do Brasil





O ex-Vice-Presidente José de Alencar, durante todo o tempo em que esteve gravemente doente, quando foi diagnosticado um cancêr no intestino, deu-me o melhor exemplo de vida.

Sem medo da morte, ou da doença, José Alencar sempre tratou o assunto com uma calma e sabedoria invejáveis. Durante as várias vezes que foi internado nunca perdeu o bom-humor, sempre com uma docilidade sincera, José Alencar conquistou o coração de inúmeros brasileiros que sempre torceram para que ele superasse cada operação e através de comentários, na rua ou na web, pude constatar que ele conquistava a todos com a sua força de viver, falando do cancêr como a doença séria que é mas não como se fosse um bicho-papão impossível de ser superada.

Fica aqui a minha homenagem a esse homem, que era um político sério e coerente e se tornou um exemplo a ser seguido.

. . .


"O ex-vice-presidente da República José Alencar morreu às 14h45 desta terça-feira por falência múltipla de órgãos. O político de 79 anos, que lutava contra um câncer, estava internado desde segunda-feira na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo.

Na manhã desta terça-feira, um boletim médico revelou um quadro de oclusão intestinal e peritonite em condições críticas. Alencar lutava contra a doença na região do abdômen há 13 anos.

Ainda não há informações sobre os locais onde serão o velório e o enterro de Alencar. Ele estava sedado e acompanhado da família no momento da morte.

Confira a vida e a trajetória de José Alencar

José Alencar Gomes da Silva foi um homem com várias fases: passou pela infância simples, depois tornou-se um empresário de sucesso, na meia-idade decidiu entrar para a política, e, no fim da vida, virou um símbolo da luta pela sobrevivência. Após 17 cirurgias e mais de dez anos, por pouco ele não atendeu ao pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele afirmou que gostaria que o vice-presidente o acompanhasse na descida da rampa do Palácio do Planalto, no dia 1º de janeiro de 2011.

Alencar nasceu em 17 de outubro de 1931 no lugarejo de Itamuri, município de Muriaé, na Zona da Mata mineira, filho de Antônio Gomes da Silva e Dolores Peres Gomes da Silva. Aos 14 anos de idade, deixou a casa paterna para trabalhar de balconista numa loja de armarinhos da cidade de Muriaé. Ganhava 600 cruzeiros por mês.

Pouco tempo depois, transferiu-se para Caratinga, onde continuou a trabalhar de balconista. Aos 18 anos, emancipado pelo pai, estabeleceu-se como comerciante, com a lojinha “A Queimadeira”, cujo nome foi sugerido por um viajante, sob o curioso argumento de que “se fosse um bar, seria Bar Cristal; mas não é um bar, então é ‘A Queimadeira’, porque vai vender barato...”

Depois de “A Queimadeira”, Alencar foi viajante comercial, atacadista de cereais, dono de fábrica de macarrão, atacadista de tecidos e industrial do ramo de confecções.

Em 1967, em parceria com o empresário e deputado Luiz de Paula Ferreira, fundou em Montes Claros a Companhia de Tecidos Norte de Minas – Coteminas, hoje um dos maiores grupos industriais têxteis do país.

Na condição de empresário, José Alencar dedicou-se também às entidades de classe, tendo sido presidente da Associação Comercial de Ubá, diretor da Associação Comercial de Minas, presidente do Sistema Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais e vice-presidente da Confederação Nacional da Indústria.

Em 1994, candidatou-se ao governo de Minas Gerais, mas foi derrotado. Em 1998, elegeu-se senador por Minas Gerais com quase três milhões de votos. Finalmente, em 2002, compôs a chapa do candidato Luiz Inácio Lula da Silva, elegendo-se vice-presidente da República, cargo para o qual foi reeleito em 2006.

No posto de vice-presidente, notabilizou-se pela defesa da redução nas taxas de juros, pedido que repetia a cada vez que deixava o hospital. Entre 2004 e 2006, acumulou o cargo de ministro da Defesa.

José Alencar Gomes da Silva era casado com Mariza Campos Gomes da Silva e teve com ela três filhos: Josué Christiano, Maria da Graça e Patrícia. Em setembro de 2010, A Justiça determinou que ele reconhecesse a paternidade da professora Rosemary de Morais, de 55 anos.

Luta de José Alencar contra o câncer


O vice-presidente José Alencar lutou contra o câncer durante 13 anos. Nesse período, o político e empresário mineiro foi submetido a 17 cirurgias para retirada de tumores e para contornar as complicações que eles causavam em seu corpo.

Em 1997, foram descobertos e retirados dois tumores malignos - um no estômago e outro no rim direito. Em 2000, foi extraído outro tumor da próstata. Quatro anos depois, Alencar passou por uma operação para a retirada da vesícula biliar. Em 2005, problemas cardíacos levaram o vice-presidente à sala de cirurgia para uma angioplastia.

Em 2006, Alencar começou a luta contra os tumores na região abdominal. Em julho, foi retirado um tumor maligno. Em novembro do mesmo ano, o vice-presidente foi aos Estados Unidos para a retirada de outro nódulo. Em 2007 e 2008, foram mais duas cirurgias.

Em janeiro de 2009, ele enfrentou cerca de 17 horas de uma operação de alto risco, para a retirada de nove tumores no abdômen. Os médicos também removeram parte do intestino delgado, outra do intestino grosso e uma porção do ureter, canal que liga o rim à bexiga. Alencar ficou internado 22 dias após a operação.

Depois de enfrentar 13 cirurgias, o câncer - um sarcoma - voltou e se espalhou em 18 pequenos tumores na mesma região. No dia 9 de julho, Alencar foi submetido a uma cirurgia de cerca de seis horas para desobstrução da alça do intestino delgado. Nesta operação, foram retirados dez dos 18 nódulos.

No dia 23 de julho, após insistir muito, o vice-presidente recebeu alta. Ao conversar com jornalistas na porta do hospital, ele afirmou que havia vencido mais uma batalha, mas não a guerra. No dia seguinte, voltou ao Sírio-Libanês, sendo submetido à 15ª operação, uma colostomia (abertura no abdome para drenagem fecal).

Os oito tumores que não foram retirados voltaram a obstruir seu intestino. A colostomia já havia sido indicada na outra operação, mas Alencar recusara.

O político então realizou um tratamento experimental contra a doença em Houston, Estados Unidos. No entanto, em agosto de 2009 exames constataram que o tratamento não surtiu os efeitos desejados e Alencar voltou a realizar sessões de quimioterapia.

Em julho de 2010, Alencar foi submetido a um cateterismo, que detectou uma obstrução grave na artéria descendente anterior do coração. Os médicos realizaram em seguida a 15ª cirurgia do político, uma angioplastia, e colocaram um stent, peça parecida com uma pequena mola que impede a interrupção do fluxo sanguíneo.

O vice-presidente sentiu, em setembro, desconforto respiratório e foi diagnosticado com um edema agudo no pulmão. Dois meses depois, em 11 de novembro, Alencar sofreu um infarto agudo no miocárdio. Um cateterismo indicou que artérias importantes não haviam sido comprometidas.

Alencar voltou à mesa de cirurgia para seu 16º procedimento cirúrgico em 27 de novembro, quando teve parte do tumor e do intestino delgado retirados, com o objetivo de desobstruir o intestino. O procedimento durou cerca de seis horas. Depois desta cirurgia, ele passou a apresentar piora na função renal e iniciou sessões de hemodiálise.

No dia 22 de dezembro deste ano, o vice-presidente realizou uma cirurgia de emergência, a 17ª, que teve como objetivo estancar uma hemorragia abdominal. Porém, segundo a equipe médica, o procedimento foi interrompido sem que fosse possível alcançar o local do sangramento. Por conta da nova operação, o tratamento de quimioterapia pelo qual passava Alencar teve que ser suspenso.

Alencar passou as festas de fim de ano na UTI do hospital, pois os médicos não conseguiram conter as hemorragias intestinais do vice-presidente. A equipe médica não deu alta para que ele comparecesse à cerimônia de posse da presidente Dilma Rousseff, que aconteceu no primeiro dia de 2011.

Alencar lamentou sua ausência na posse, mas afirmou estar aplaudindo o momento de longe, enquanto se despedia do cargo de vice-presidente “com a sensação de dever cumprido”, segundo afirmou.

Durante a cerimônia, Dilma Rousseff homenageou o ex-vice tanto no discurso do Congresso, quanto no pronunciamento à nação no Palácio do Planalto.

A quimioterapia foi retomada no dia quatro de janeiro, mas o intervalo longe do tratamento fez com que os tumores crescessem. Na tarde do mesmo dia, Alencar voltou a apresentar sangramento intestinal e foi transferido para a UTI. Mas, dia 16 de março ele apresentou melhoras e recebeu alta do hospital.

No entanto, dia 28 de março o ex-vice voltou a apresentar obstrução intestinal e foi novamente internado na UTI “em estado crítico”.




fonte:Band Jornalismo
foto:UOL Notícias

Pele de mim





Para sempre, a voz do vento. Que se atira contra o teu peito quando a serra está em frente. Para sempre, na eternidade das palavras. Que te nascem do olhar e te escorrem dos dedos em sangue quente. Fervente. Docemente. Desaguando no rio. Em constante desafio...

Pele de mim...




Maria in O Cheiro da Ilha
foto:Hiroshi Hayakawa

segunda-feira, 28 de março de 2011

Sem paciência



A necessidade que algumas pessoas têm de que se concorde com o ponto de vista delas, me deixa profundamente irritada.

Por isso fazem guerras, por isso se matam. É tão ridículo ter que ter razão por motivos fúteis e mesmo quando o motivo é sério é tão fácil: se a afinidade não existe o afastamento é a melhor hipótese, mas ter que concordar só porque se quer é gostar de não viver em paz.

Não tenho a menor paciência com pessoas assim, causam-me enfado. E lá vou ter que ouvir meu mantra. Ó, dó, viu? E hoje ainda é segunda-feira.

A vida é tão rara, pessoas... sejamos menos intransigentes e vivamos mais em paz, ok?





Primavera





Sinto como se minha vida acompanhasse as estações do ano. Senti-me fraca e sem forças no Outono passado, passei por um período sombrio no Inverno, não vivenciei a Primavera pois continuava Outono pra mim. Mas senti-me mais forte e brilhante no Verão.

E agora, embora seja Outono no Rio de Janeiro, sinto-me em plena Primavera, tempo em que floresço, recomeço e desabrocho. Mas ainda estou no início da Primavera, tenho mais meses pra completar essa nova estação.

Fernando Pessoa escreveu algo assim: "Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já têm a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares..."


fonte:CacaoCocoa

Salto alto dói




Para minha grande tristeza cheguei à conclusão que meus pés desabituaram totalmente de usar sapatos de salto alto.

Andava pelas ruas do Porto, subindo e descendo ladeiras sempre no salto alto, fosse uma bota ou uma sandália, lá ia eu como uma libélula saltitante sem dor e feliz da vida. Mas aí, um belo dia, voltei a morar no Rio de Janeiro, e sinto muito, cariocas, mas aqui tudo é muito mais despojado, seja na roupa e no calçado e deixei o salto pra lá.

Continuei comprando sapatos de salto (tenho vício por sapatos) e eles costumam ficar guardados no closet, às vezes durante um ano, à espera que a louca (euzinha) resolva usá-los. Pois bem, semana passada, uma sandália de tecido, mega alta, olhava pra mim, desesperadamente, implorando que a usasse. Não resisti aos seus apelos e a coloquei nos pés, linda, loira e alta e fui pra nigth.

Nunca pensei que pudesse sentir tanta dor nos pés, passada uma hora sentada (sim, sentada), verifiquei que meu pézinho estava inchado e a dor que eu sentia é impossível de descrever. Devido à altura do salto, o pouco que andei pra lá e pra cá incharam meus pézinhos de tal forma que quando cheguei em casa, descalçar a sandália foi um parto porque ela tinha amado tanto meus pés (taí o motivo de ter me implorado para ser calçada) que não se soltava dos meus queridos e amados pés.

Algo me diz que minha personalidade masoquista ainda continuará comprando sapatos de salto, mas provavelmente optarei no futuro por aqueles que possuem uma plataforma de modo a causar menos dor.


fonte:Christian Louboutin

sexta-feira, 25 de março de 2011

Please, don't go away



Adoro gente criativa...


fonte:Cool Hunter

Se joga que hoje é sexta!



Hoje não vou me jogar, vou aproveitar para colocar meu rico soninho em dia. Pretendo estar ressonando no horário de criança dormir. Vamos lá ver se consigo.

Mas se joguem por mim!

quinta-feira, 24 de março de 2011

Sem palavras






A inspiração fugiu por todos os poros de minha pele. Estou seca, nada sinto, não há risos nem lágrimas. Não temam por mim que nem de amparo necessito. Deixei de existir.


fonte:CacaoCocoa
n.e.: Para aqueles que são amigos, não temam, são apenas palavras. Apenas a fuga da inspiração é verdadeira.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Adorei!





fonte:de Rô

Explore e decore



Hoje o assunto é decoração em apartamentos espaçosos.

Há quem acredite que colorir uma parede é essencial quando se pretende tornar um ambiente mais aconchegante. Nem sempre. A decoração nos dá vários recursos e a prova disso é a imagem logo ali embaixo, onde a escolha do piso em madeira puxando para a tonalidade de mel foi o ponto chave para tornar o ambiente mais 'quente'.

O mobiliário moderno, mesmo em tons de cinza, convida qualquer um a se esparramar docemente neste ambiente.





fonte:Per Jansson

terça-feira, 22 de março de 2011

Água, um bem a ser preservado

Declaração Universal dos Direitos da Água







Art. 1º - A água faz parte do patrimônio do planeta.Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.

Art. 2º - A água é a seiva do nosso planeta.Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado do Art. 3 º da Declaração dos Direitos do Homem.

Art. 3º - Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.

Art. 4º - O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.

Art. 5º - A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.

Art. 6º - A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.

Art. 7º - A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.

Art. 8º - A utilização da água implica no respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.

Art. 9º - A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.

Art. 10º - O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.


Mais uma vez menciono que se existe um dia especial para que lembremos de alguma coisa é porque nos restantes dias do ano não lembramos, não cuidamos ou não respeitamos. Mas sempre é tempo para começarmos a agir.



Musiquinha pra terça-feira




fonte:

Juntando os cacos






Você sabia que era uma cilada perigosa mesmo antes de começar. Agora não reclame depois de cair como uma jaca, espatifar no chão e partir os ossos. Junte os pedaços e leve na boa à espera da bonança.

fonte:CacaoCocoa

segunda-feira, 21 de março de 2011

O inesperado






Ando à espera do inesperado. Não parece fazer sentido. Quem pensa que eu faço sentido sempre está completamente enganado.

fonte:i can read

Riscos






Gosto de correr riscos. Mas aprendi que eles devem ser calculados.



fonte:CacacoCocoa

Quintana, para começarmos bem a semana

Das Utopias





Se as coisas são inatingíveis... ora!
Não é motivo para não querê-las...
Que tristes os caminhos se não fora
A mágica presença das estrelas!



Mario Quintana
foto:Nayda Mason

domingo, 20 de março de 2011

sexta-feira, 18 de março de 2011

It's Friday!

Se joga porque hoje é sexta!


O YouTube aprontou de novo comigo, não tem incorporação pro vídeo charmosíssimo dos The Cure, mas segue um vídeo meia-boca e o link do vídeo charmoso.

Se joguem porque hoje é Sexta! Uhú!



http://www.youtube.com/watch?v=wa2nLEhUcZ0&feature=related



Perdidos





Não sei por onde andas desde o dia em que te perdi por entre meus dedos.



fonte:CacaoCocoa

quinta-feira, 17 de março de 2011

Obama no Brasil





A visita de Barack Obama ao Brasil levantou uma questão bizarra, o ciúme. É possível ler nos jornais de hoje que partidários do PT, ligados ao governo anterior, leia-se Presidente Luis Inácio Lula da Silva, se sentem incomodados por Obama vir ao Brasil na gestão da Presidente Dilma Russef e não ter vindo na de Lula.

Não sei se é pra rir ou pra chorar.


fonte:jornal
imagem:Google

quarta-feira, 16 de março de 2011

Alice





Alice ajeitava as meias nas pernas que teimavam em cair por conta do elástico que havia perdido a validade. Era dia de prova e eram as meias da sorte, diferentes em cada perna, porque Alice não era uma menina comum. Na perna direita, listras finas rosa pink e laranja e na esquerda, outra de bolinhas verdes e azuis.

Alice tinha alguns amigos invisíveis com os quais conversava constantemente, soltando sonoras gargalhadas na maioria das vezes, mas nunca foi motivo de piada na escola, descrevia seus amigos com tantos detalhes que havia coleguinhas que juravam tê-los visto perambulando pela escola. A melhor amiga invisível de Alice era Gabriela, ou Gabi.

Quem não gostava do jeito, digamos, bizarro de Alice, era a diretora da escola, uma mulher alta, gorda que parecia amassar barro enquanto andava, de tão pesada que era. Suas bochechas eram tão gordas e flácidas que balançavam enquanto ela andava ao mesmo tempo que diminuíam a boca de lábios muito finos. E tinha o cabelo tão negro amarrado num coque mal penteado que o conjunto a tornava uma figura assustadora.

O melhor amigo de Alice era Pedrinho, um menino hiperativo que vivia com as maçãs do rosto rosadas de tanto que corria de um lado pro outro, Pedrinho não sabia o que era andar, só corria. Seu cabelo cor-de-fogo, contrastava com a pele muito branca, mas tão branca que Alice dizia que ele era transparente.

No dia da prova, Alice chegou correndo à escola - atrasada como sempre - por culpa das ditas meias da sorte, já velhas. Pedrinho a ultrapassou na corrida, e olhando pra trás, riu e fez uma careta. Alice não aguentou e mandou bem alto...: - Você chega antes de mim, mas não antes da Gabi (a amiguinha invisível). Pedrinho era o único que morria de medo dos invisíveis porque uma vez, Alice disse que se ele não acreditasse eles puxariam a perna dele enquanto estivesse dormindo e isso aconteceria sempre às sexta-feiras. Nem é preciso dizer que depois disso, Pedrinho nunca mais dormiu tranquilo às sextas-feiras.

A prova era de português e Dona Conceição, a diretora, também era a professora de português dos dois. Alice, como evitava confusão com a "Dona Grande Panetone" (apelido que ela deu à professora), gostava de sentar no fim da sala e Pedrinho sentava sempre na primeira carteira, de cara com a mesa da professora, bem longe de Alice.

Alice que vinha atrasada, com as meias arriadas ao tornozelo e em altos papos com Gabi, nem reparou no taco solto logo à entrada da sala de prova e caiu redonda fazendo um imenso barulho. A gargalhada foi geral e ela viu sair dos olhos de Dona Grande Panetone várias facas minúsculas enquanto das narinas saía uma fumaça idêntica ao que o vapor velho que passava na fazenda dos avós, soltava.

Alice levou o maior sermão da professora e foi resmungando para o fim da sala enquanto Gabi puxava suas tranças.

A prova poderia ter corrido bem se Alice não achasse que devia se lembrar da matéria que estudou em voz alta com a amiga invisível, Gabi. Mas Alice tinha um mundo tão próprio quando apareciam seus amigos invisíveis, que esquecia que nem sempre podia se comunicar com eles em voz alta, e a professora já cansada de chamar várias vezes a sua atenção por falar durante a prova, rumou decidida ao encontro de Alice, enquanto seus pés batiam no chão fazendo barulho.

- Me dê a sua prova, Alice, acabou!
- Acabou o quê, professora?
- Acabou a sua prova.
- Mas de jeito nenhum, nem cheguei na metade. (respondeu alice com o nariz em pé que Deus fisicamente lhe deu)
- Não vou aturar mais o barulho que você está fazendo... me dê a prova já!

E começou o puxa-puxa da prova...

Enquanto a professora puxava a prova de um lado, Alice e Gabi puxavam do outro e nesse vai-não-vai, Alice vê a sua mãe que puxava o lençol tentando fazê-la acordar. Alice deu um salto da cama e eufórica sentou encostada à cabeceira, enquanto puxava pra cima de si o lençol porque sentia frio naquela manhã de julho, e começou a contar o sonho para a mãe:
- Deixa te contar o sonho mega bizarro que tive.
- Agora não, Lili, você precisa levantar e se arrumar, porque hoje é dia de prova.
- Mas mãe, é rapidinho...
- Alice (a mãe só lhe chamava assim quando precisava mostrar autoridade), conheço seus sonhos, são autênticas novelas e você vai se atrasar.
- Mas mãaaaaaae, só um pouquinho...
- Já disse que não, e como as suas meias da sorte rasgaram, quer dizer se desmancharam....
- Aaaaaaaaaaaaaaah, não, mãaaaaaaaaaaae!!! E agora, como eu vou fazer prova, como eu vou passar, como vai ser, por quê você rasgou, como aconteceu, como...????
E numa enchurrada de comos e porquês, a mãe dá uma risada e diz:
- Comprei uma coisa que tenho certeza que vai te dar sorte.
E a mãe, correndo toda serelepe até o armário de Alice, tira uma caixa que estava escondida no fundo de uma gaveta.
- O que é?
- Abre, ora!
Alice que já tinha um sorriso que rasgava de um lado ao outro do rosto, solta um grito: Gabi!!!
- Hein?
- É a Gabi! Minha amiga invisível do sonho...
- Tá bem, Lili, o nome da boneca é Gabi, agora vamos, sai já, já dessa cama.
- Mãe, cê não tá entendendo, a amiga invísivel do sonho...
Nisso, a mãe de Alice já foi saindo do quarto balançando a cabeça.
Alice levanta da cama e quando vai pegar a boneca, esta lhe pisca o olho.
- Ok, Gabi... entendi, é segredo!


Cris Caetano

O Copo D'Água





O velho mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d'água e bebesse.

"Qual é o gosto?", perguntou o Mestre.

"Ruim", disse o aprendiz.

O mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago. Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago, então o velho disse:

"Beba um pouco dessa água".

Enquanto a água escorria do queixo do jovem, o mestre perguntou:

"Qual é o gosto?"

"Bom!" disse o rapaz.

"Você sente gosto do sal?", perguntou o mestre.

"Não", disse o jovem.

O mestre então sentou ao lado do jovem, pegou sua mão e disse:

"A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende do lugar onde a colocamos. Então quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido das coisas. Deixe de ser um copo. Torne-se um lago".



imagem:Google

Estoy enamorada de Joaquin



segunda-feira, 14 de março de 2011

Aguaviva






Qué cantan los poetas andaluces de ahora?
Qué miran los poetas andaluces de ahora?
Qué sienten los poetas andaluces de ahora?
Cantan con voz de hombre pero, dónde los hombres?
Con ojos de hombre miran pero, dónde los hombres?
Con pecho de hombre sienten pero, dónde los hombres?
Cantan, y cuando cantan parece que están solos
Miran, y cuando miran parece que están solos
Sienten, y cuando sienten parece que están solos
Qué cantan los poetas, poetas andaluces de ahora?
Qué miran los poetas, poetas andaluces de ahora?
Qué sienten los poetas, poetas andaluces de ahora?

Y cuando cantan, parece que están solos
Y cuando miran , parece que están solos
Y cuando sienten, parece que están solos
Y cuando cantan, parece que están solos
Y cuando miran , parece que están solos
Y cuando sienten, parece que están solos
Pero, dónde los hombres?

Es que ya Andalucía se ha quedado sin nadie?
Es que acaso en los montes andaluces no hay nadie?
Que en los campos y mares andaluces no hay nadie?
No habrá ya quien responda a la voz del poeta,
Quien mire al corazón sin muro del poeta?
Tantas cosas han muerto, que no hay más que el poeta
Cantad alto, oireis que oyen otros oidos
Mirad alto, vereis que miran otros ojos
Latid alto, sabreis que palpita otra sangre
No es más hondo el poeta en su oscuro subsuelo encerrado
Su canto asciende a más profundo,
Cuando abierto en el aireya es de todos los hombres

Y ya tu canto es de todos los hombres
Y ya tu canto es de todos los hombres
Y ya tu canto es de todos los hombres
Y ya tu canto es de todos los hombres

Vamos pensar no Japão?




Convido a todos, a doarem bons pensamentos de amor e paz ao povo japonês em função dos últimos acontecimentos e do perigo iminente de um vazamento radioativo.

Não importa se você é católico, protestante, mulçumano, judeu, ateu, espírita ou agnóstico, deseje amor e paz a todos no Japão sempre que se lembrarem deles, seja através da notícia nos jornais diários, seja através de uma conversa entre amigos.

Escolha a sua maneira de enviar, pode ser através de uma oração ou apenas uma simples intenção de felicidade ao próximo, deseje que cada indivíduo tenha força para suportar esse triste momento.

Eu realmente creio na força do pensamento e desejar o bem é de graça, podemos fazer até enquanto estamos deitados, portanto é muito fácil.

Obrigada!

Reflexão





Há que aceitar que somos falhos, que somos capazes de nos enganar.
Há que aceitar a existência da prepotência que carregamos porque caso ela não existisse ser enganado não seria algo tão difícil de ser superado.
Há que aceitar que confiar cegamente é uma atitude ingênua e pouco madura.
Há que aceitar nossa imperfeição para podermos seguir em frente sem mágoa com relação a nós próprios.


fonte:i can read

Artes Visuais - Warhol TV



Depois do grande sucesso em Paris e Lisboa, a mostra chega ao Oi Futuro reunindo a importante e pouco conhecida obra do artista pop americano feita para a televisão. Andy Warhol experimentou vários meios de expressão artística, explorando áreas tão diversas quanto o cinema, a fotografia, a pintura, a música e o vídeo. Entretanto, sua relação com a TV foi marcante: fez inúmeros filmes, realizou programas para canais a cabo, entrevistou personalidades e produziu videoclipes. Todos os filmes e vídeos inéditos no país são do acervo do Museu Andy Warhol, em Pittsburgh, EUA.

De 2 de fevereiro a 3 de abril

De terça a domingo, das 11h às 20h

Entrada Franca

Oi Futuro - Flamengo



fonte:Jornal O Globo
texto: Oi Futuro

Estranhos Estrangeiros





Você sabe que de alguma maneira a coisa esteve ali, bem próxima. Que você podia tê-la tocado. Você poderia tê-la apanhado. No ar, que nem uma fruta. Aí volta o soco. E sem entender, você então pára e pergunta alguma coisa assim: mas de quem foi o erro?

Você vai perguntar: mas houve o erro? Bem, não sei se a palavra exata é essa, erro. Mas estava ali, tão completamente ali, você me entende? No segundo seguinte, você ia tocá-la, você ia tê-la. Era tão. Tão imediata. Tão agora. Tão já. E não era. Meu Deus, não era. Foi você que errou? Foi você que não soube fazer o movimento correto? O movimento perfeito, tinha que ser um movimento perfeito. Talvez tenha mostrado demasiada ansiedade, eu penso. E a coisa se assustou então. Como se fosse uma coisa madura, à espera de ser colhida. É assim que eu vejo ela, às vezes. Como uma coisa parada, à espera de ser colhida por alguém que é exatamente você.

O erro? Eu dizia, pois é, o erro. Eu penso, se o erro não foi de dentro, mas de fora? Se o erro não foi seu, mas da coisa? Se foi ela quem não soube estar pronta? Que não captou, que não conseguiu captar essa hora exata, perfeita, de estar pronta. Porque assim como o movimento de apanhar deve ser perfeito, deve ser perfeita também a falta de movimento, a aparente falta de movimento do que se deixa apanhar. Você me entende?



Caio Fernando Abreu
foto:..., and love me

quinta-feira, 10 de março de 2011

Ui, Carnaval!




Volto na segunda, o Monobloco sai neste domingo, portanto meu Carnaval ainda não terminou.










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