segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Odeio bancos!






Eu chamo de um mal necessário porque não gosto de bancos. Passo cheques muito raramente, e na última vez que passei um tive de ter o trabalho de ir até a agência porque a assinatura não conferia. Pedi pra ver as minhas assinaturas na posse do banco e a do cheque para compará-las. Abri os olhos indignada e perguntei qual era a diferença e a gerente disse que o "M" era diferente. Eu tenho dois nomes e dois sobrenomes e mais um "de", com várias vogais e consoantes à mistura, e a única coisa diferente no cheque que passei era o "M" de Maria e não estava diferente, apenas tinha uma das perninhas um bocadinho mais curta.

- Não está diferente, retruquei... está, disse a gerente. E fizemos isso para sua segurança. Eu vi que de nada adiantaria argumentar, que aquela era uma segurança estúpida (segurança em função de um valor alto) onde o argumento era um "M diferente" num nome com 30 letras, e pedi pra fazer novas assinaturas (afinal de contas já havia perdido meu tempo), e como eu disse que fui eu mesma que passei o cheque fizeram o pagamento - porque na cabeça dos que trabalham na compensação de cheques meu "M" devia ter 10 traços com floreados em rococó.

Acabou por aí? Não. Eu tinha conta conjunta e não queríamos manter a conta, então como é habitual neste tipo de procedimento, assinei concordando com o término da conta. Só que o funcionário do banco resolveu cancelar todos os cartões baseado no nome dos correntistas e com isso não reparou que eu tinha outra conta no mesmo banco, resultado: fiquei sem cartões do banco. Imaginem o susto que é ir num caixa eletrônico levantar dinheiro e ter as operações canceladas sabendo que havia saldo na conta. Foi um lapso meu, disse-me o funcionário.

Eu odeio bancos!

(Os fatos aconteceram em 2 bancos distintos, e em 2 países distintos também)


2 comentários:

Georgia disse...

Aff! Ninguém merece. Se vc fosse uma ladra com certeza ele teria pago o valor do cheque.

Bjao

Cris Caetano disse...

Certamente, Ge... porque aconteceu com minha mãe quando foi roubada: pagaram ao ladrão e foi um perrengue pra reaver o dinheiro. É um absurdo!

Beijão

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