quarta-feira, 7 de abril de 2010

Rio de Janeiro

Crianças e adolescentes brincam em ônibus que ficou completamente coberto pela água na Rua Viúva Claudio, no bairro do Jacaré


O sol saiu. Laranjeiras e Cosme Velho tem lama dos dois lados da calçada. A lama seca no asfalto levanta uma poeira que incomoda quando os carros passam. Os carros da Defesa Civil e dos Bombeiros circulam com as sirenes ligadas e um helicóptero sobrevoa o bairro. Agora é torcer pra que mais nenhuma encosta desbarranque provocando mais mortes.


Encosta de morro desaba na Ilha do Governador, zona norte do Rio, matando uma mulher e deixando duas meninas feridas


As aulas continuam suspensas e até a manhã de hoje, 102 mortes já tinham sido confirmadas no Estado em decorrência das chuvas.


Deslizamento de encosta no Corcovado, no bairro do Humaitá, zona sul do Rio de Janeiro, atinge quadra da Casa de Espanha e expõe casa verde que ficava escondida pela mata




fotos:UOL

4 comentários:

Maria disse...

Não tenho muito para te dizer.

Deixo apenas outro abraço, solidário...

Cris Caetano disse...

Obrigada, querida.

Hoje a discussão é sobre a falta de um protocolo de emergência para esse volume de chuva que atingiu o Rio de Janeiro.

Um abraço apertado e um beijo.

Luis Eme disse...

parece que o Rio de Janeiro tornou-se bem mais largo em Março e Abril...

e não digo isto em jeito de anedota ou com humor, é a realidade...

e as favelas (que parecem castelos de areia) resistem a estes dilúvios, não vêm na "enxurrada"?

bjs Cris

Cris Caetano disse...

Mas não resistiram, Luís, pois a quantidade de mortes na cidade vêm de deslizamentos nas favelas.

Niterói, cidade prá lá da ponte, decretou Estado de Calamidade Pública, é uma região mais pobre com muitas zonas de risco.

As encostas ainda estão encharcadas e o risco de mais deslizamentos ainda existe.

Beijinhos

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