quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Música de hoje

They love black culture, but they don't love black people... Isso mudará, tenho fé!




fonte: Interferência Sistema de Som

120 anos de Cora Coralina

Ana, ou Cora Coralina, conheceu cinco anos de fama antes de morrer, em 1985, aos 96. Lançou quatro livros, e o restante teve publicação póstuma.

Como foram mais de 80 anos de anotações diárias, material não faltou. Cora deixou de versos bucólicos a autocríticas mordazes, como o poema em que diz que era "criança feia, nervosa e triste [...], o retrato vivo do velho doente". (Mais segura de si, escreveria também: "Eu sou a velha mais bonita de Goiás".) Parte desses textos está em "Cora Coralina - Coração do Brasil", no Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo.

Será uma mostra pequenina, discreta, no saguão do segundo andar - espaço que foi possível conseguir, em meio à mostra multimídia sobre a língua francesa, para celebrar os 120 anos do nascimento da poeta. "É um espaço nobre, na entrada", ressalva a curadora Júlia Peregrino.

A exposição fica em cartaz até 13 de dezembro no Museu da Língua Portuguesa (Praça da Luz, s/nº. 0/xx/11 3326-0775). Ingresso: R$ 6,00 (pagamento somente em dinheiro)



Não sei... Se a vida é curta
Ou longa demais pra nós,
Mas sei que nada do que vivemos
Tem sentido, se não tocamos o coração das pessoas.

Muitas vezes basta ser:
Colo que acolhe,
Braço que envolve,
Palavra que conforta,
Silêncio que respeita,
Alegria que contagia,
Lágrima que corre,
Olhar que acaricia,
Desejo que sacia,
Amor que promove.

E isso não é coisa de outro mundo,
É o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela
Não seja nem curta,
Nem longa demais,
Mas que seja intensa,
Verdadeira, pura... Enquanto durar (Cora Coralina)





fonte: UOL

Animais viram "celebridades" em calendário

Dolly Parton está um must... mas Ozzy Osbourne é o meu preferido.

São eles: Dolly Parton, David Bowie, Ozzy Osbourne, Elvis Presley, Amy Winehouse, Bob Marley e um da banda Kiss.











fonte: UOL

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Comportamento



A pior coisa é assistir ao comportamento errado de terceiros e querer ou esperar que eles mudem ou enxerguem seus próprios erros, cansa e desanima. Maneira torta de encarar o que não tem jeito.

Freud há anos já falava do comportamento repetitivo... então porque é tão difícil aceitar o comportamento repetitivo do outro (que me irrita) como um fato consumado?


fonte: Caricatura de Freud 150

Musiquinha de hoje



Summer has come and passed
The innocent can never last
Wake me up when september ends

Like my father's come to pass
Seven years has gone so fast
Wake me up when september ends

Here comes the rain again
Falling from the stars

Drenched in my pain again
Becoming who we are

As my memory rests
But never forgets what I lost
Wake me up when september ends

Summer has come and passed
The innocent can never last
Wake me up when september ends

Ring out the bells again
Like we did when spring began
Wake me up when september ends

Here comes the rain again
Falling from the stars

Drenched in my pain again
Becoming who we are

As my memory rests
But never forgets what I lost
Wake me up when september ends

Summer has come and passed
The innocent can never last
Wake me up when september ends

Like my father's come to pass
Twenty years has gone so fast
Wake me up when september ends


fonte: Euzinha

Prêmio

Blog Frescura




Quem me conhece há um tempo sabe que adoro demonstrações sinceras de afeto. Me derreto mesmo. E agradeço ao Mauri (blog A Katana de Bambu) pelo selinho, com um beijo.

As regras são as seguintes:
1 - Dizer de quem recebeu o selo (já disse)
2 - Dizer 7 coisas coisas que não saem da sua cabeça
3 - Indicar 7 blogs

As 7 coisas:
1 - Meu pai que perdi há 1 ano e meio
2 - A vontade de parar de fumar
3 - A falsidade do ser humano
4 - Que preciso me incomodar menos com a falsidade do ser humano
5 - A vontade de ser feliz
6 - Nas coisas que ainda não consegui realizar
7 - Na esperança de um mundo melhor

Os indicados são (em ordem alfabética):
1 - Carol (Batom)
2 - Eloisa (Desesperada Busca por Sentido)
3 - Georgia (Saia Justa)
4 - James (Minha Literatura Agora)
5 - Maria (O Cheiro da Ilha)
6 - Natalia (Se o "se" não tivesse ficado só no "se")
7 - Wannia (Encantaventos)


fonte:Mauri

Life is great!





fonte: Bear

Olhando sob um novo ângulo







fonte: Bear

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Musiquinha pra hoje




fonte:Ayrton Freire

Xô mosquito!



Este ano o verão vai ser complicado, estou sendo atacada por mosquitos. Tomo banhos de OFF (repelente) e eles atacam no buraquinho onde o repelente não caiu. Não tô aguentando... xô mosquito, xô!!!


fonte:Euzinha

Animada

Engraçado como um dia de sol, com ventos fortes faz bem ao meu espírito. Estou me sentindo tão animada.





fonte: FFFFOUND!

B+a= ba

As arvres





fonte: Facebook

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Bom fim de semana




fonte: MySpace - Geeneus

Black is beautiful!



fonte:Euzinha

Sonhos

Tenho sonho coloridos quando é primavera...




fonte: Violet Voice

Grafitagem

Há dias postei aqui um protesto de grafiteiros nas ruas de São Paulo contra o cinza que o prefeito Kassab teima em manter, apagando toda a arte dos muros, inclusive a arte dos Gemeos e de outros grafiteiros conhecidos internacionalmente que tiveram suas obras expostas em Nova York, foram vítimas do cinza do prefeito de São Paulo.

Recebi o vídeo abaixo num comentário de um post do Nuvens. Sou a favor de cores e arte nos muros cinzas de qualquer cidade brasileira, mas organizem-se, conversem e acredito que com o tempo, a sociedade e os políticos do Brasil irão perceber que o grafite brasileiro merece seu espaço nas ruas e não apenas nas galerias de arte em países de Primeiro Mundo.

E obrigada ao Fiume420 por ter me enviado o link do vídeo.

from QUASI-VIDEO on Vimeo.




fonte:Fiume420

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Let's dance




fonte:Euzinha

Meus seguidores voltaram

Vamos comemorar?


Let's dance, folks!





fonte:Euzinha

Achei tão lindo...




fonte:CacaoCocoa

Esconde-esconde

Brinco de esconde-esconde contigo, enquanto finges que não me encontras...





fonte: CacaoCocoa

Solidão



A minha solidão
não é uma invenção
para enfeitar noites estreladas...

...Mas este querer arrancar a própria sombra do chão
e ir com ela pelas ruas de mãos dadas.

...Mas este sufocar entre coisas mortas
e pedras de frio
onde nem sequer há portas
para o Calafrio.

...Mas este rir-me de repente
no poço das noites amarelas...
- única chama consciente
com boca nas estrelas.

...Mas este eterno Só-Um
(mesmo quando me queima a pele o teu suor)
- sem carne em comum
com o mundo em redor.

...Mas este haver entre mim e a vida
sempre uma sombra que me impede
de gozar na boca ressequida
o sabor da própria sede.

...Mas este sonho indeciso
de querer salvar o mundo
- e descobrir afinal que não piso
o mesmo chão do pobre e do vagabundo.

...Mas este saber que tudo me repele
no vento vestido de areia...
E até, quando a toco, a própria pele
me parece alheia.

Não. A minha solidão
não é uma invenção
para enfeitar o céu estrelado...

...mas este deitar-me de súbito a chorar no chão
e agarrar a terra para sentir um Corpo Vivo a meu lado.



José Gomes Ferreira
foto: Cristian Meureta

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Rebolation

Hoje, pilhadíssima, não consigo escrever, e vou de rebolation. Só rebolation salva! Big Up!




fonte: amigo no Facebook (ISS)

Gracias siempre!




fonte: Euzinha

É primavera !









fonte: CacaoCocoa

terça-feira, 22 de setembro de 2009



o meu amor adotivo
aquele que apareceu
entrou como quem não quer
ficou como quem não é
legitimou-se sem sê-lo


Líria Porto
foto: Oana Ingrid

Fashion

Saiu a listinha dos 99 blogs mais influentes em estilo. Meu preferido ainda é o que consta em primeiro lugar, o The Sartorialist. Bora conferir?

99 Most Influential Style Blogs - http://www.signature9.com/style-99


fonte: o site

Regresso-me



Regresso-me sempre aos mesmos lugares, tu sabes. Os das minhas memórias, intensas. Aos lugares do nosso amor maduro inteiro madurado. No tempo, pelo tempo, pela vida.
Regresso-me a nós no vento norte na brisa do mar. Que sempre nos acolheu, aqui ou além. Intenso e inteiro continuas dentro de mim. A única maneira de guardar o amor.
Regresso sempre ao tempo de reconstruir. Aos caminhos que percorremos. Que guardam o teu cheiro. Onde me sorris a cada momento. Porque nada se desfaz. Porque tudo se refaz...


Maria in O Cheiro da Ilha
foto: Mike Cechanowicz

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

32 músicas em 8 minutos

Um achado... Até "Numa Numa" tem. Doideira boa.




fonte:Euzinha

Só sei que nada sei

Cansada de certas coincidências na vida. O mundo é do tamanho de uma ervilha e isso me deprime.




fonte: it starts here

Bardot

Mostra traz fotos de Bardot sob lentes dos 'paparazzi originais'


A atriz francesa Brigitte Bardot, que comemora 75 anos, é o tema de uma exposição fotográfica em Londres, que também explora a origem dos paparazzi.


A exposição Brigitte Bardot e os Paparazzi Originais, a ser inaugurada na quinta-feira na James Hyman Gallery, em Londres, mostra a transição da fotografia de celebridades, dos estúdios e fotos posadas para as imagens capturadas na rua ou em momentos de lazer.



Segundo a curadoria, a exposição mostra como Bardot e os paparazzi criaram uma nova imagem de feminilidade, sexualidade feminina e moda jovem.



A exposição que reúne 75 fotografias, algumas delas nunca expostas antes, fica em cartaz até o dia 3 de outubro.




fonte: BBC Brasil

Pacientes em estado vegetativo podem aprender

Pacientes com danos graves no cérebro que não parecem ter sinal de consciência ainda têm capacidade de aprender, segundo um estudo da universidade britânica de Cambridge.

Pesquisadores fizeram testes com 22 pessoas em estado vegetativo permanente. Os cientistas faziam soar um barulho antes de soprar nos olhos das pessoas.

Ao ouvir o barulho, algumas pessoas demonstravam que estavam antecipando o sopro, ao mexer com os músculos próximos aos olhos antes de terem seus olhos soprados.

A equipe espera, com ajuda do teste, descobrir quais pacientes têm maiores chances de se recuperar, segundo pesquisa publicada na revista científica Nature Neuroscience.

Consciência


O pesquisador Tristan Bekinschtein, da universidade de Cambridge, disse que havia um consenso de que os pacientes só conseguiriam ligar um fenômeno ao outro – o barulho ao sopro – se estivessem conscientes dos fatos.

Mas o estudo, onde 70 sopros foram dados em 25 minutos, mostrou que este tipo de reação condicionada é possível até em pacientes que não estão conscientes, pelas medidas convencionais dos cientistas.

Eletrodos posicionados nos olhos detectaram o movimento dos músculos.

Uma experiência semelhante com pessoas sedadas com anestesia geral não obteve as mesmas respostas, sugerindo que os pacientes em estado vegetativo podem ter algum nível de consciência que não é medido por testes convencionais.

Para Bekinschtein, os pacientes que responderam aos estímulos sonoros antecipando o sopro têm maior probabilidade de se recuperar. Segundo ele, 80% dos pacientes que responderam ao barulho tiveram algum tipo de evolução no seu estado.

Os cientistas preparam agora um grande teste do tipo com pacientes nos Estados Unidos e na Bélgica.

"Estes eram experimentos pavlovianos clássicos e alguns pacientes, mas não todos, responderam", disse o cientista.

"Eles estavam claramente antecipando o estímulo que viria, então existe algum tipo de percepção. Do ponto de vista do paciente que está supostamente inconsciente isso pode ter implicações profundas."


fonte: BBC Brasil

I will




fonte: i can read

Pra começar bem a semana

Banda Brasov





E como música feliz combina com ele. Parabéns, Mauri!


Paz!



E Felicidades pra você!!!


fonte:Euzinha

Ninguém se envergonha mais

por Martha Medeiros


"As pessoas que frequentam o noticiário não são representantes de toda a sociedade, apenas de uma parcela dela. Mas pela projeção que recebem, ficamos tentados a traçar o perfil do novo homem e da nova mulher baseados em seu comportamento, e é por essas e outras que estamos com a impressão de que a vergonha sumiu do mapa.

Lembro de meus pais dizendo que não era vergonha nenhuma chorar, ter medo ou ter dúvidas. Me instruiam para jamais sentir vergonha de perguntar, pois quem pergunta, diziam eles, pode passar por ignorante uma vez, mas quem não pergunta permanece ignorante a vida inteira. Era sobre essas vergonhas que falávamos em casa, porque roubar, mentir ou se vulgarizar estava fora de pauta. Nossas vergonhas eram inocentes se comparadas com a falta de constrangimento que viria a imperar mais tarde.

A julgar pelo que se vê por aí, alguém ainda sente vergonha? Fazendo um apanhado do que se noticiou nas últimas semanas, dá pra acreditar que as pessoas ainda sintam alguma espécie de pudor? Um presidente do Senado é soterrado por denúncias, seus pares aprovam o arquivamento das investigações e ninguém fica nem vermelho. Um ex-presidente que jamais deu contribuição intelectual ao país e que nunca publicou um livro é empossado numa Academia de Letras e não vê nenhum vexame nisso. Um piloto de Fórmula 1 provoca um acidente de propósito, colocando pessoas em risco e corrompendo o espírito esportivo, e tudo não passa de uma consequência da máfia que rege o esporte hoje: o que antes era saudável, agora só existe para ser rentável.

Dopings, blefes, corrupção, empulhação. Tudo acontece pela falta de hábito de negar-se ao erro. “Não, eu não vou continuar num cargo que desonrei”. “Não, eu não vou concorrer a uma vaga numa entidade que está fora do meu círculo de atuação”. “Não, eu não aceito protagonizar uma farsa, mesmo que meu contrato não seja renovado”.

Danem-se os contratos. Danem-se os holofotes. Danem-se as ambições. Há momentos em que o caráter está em jogo e não se pode negociar.

Lembrei agora, numa escala bem menor de importância, dessa nova onda de se autografar revistas eróticas. Não vejo problema em uma mulher ou homem posarem nus, mas me pergunto se um livreiro não fica encabulado de aceitar que uma ex-BBB, por exemplo, utilize um recinto ocupado por obras de Guimarães Rosa, Machado de Assis e Clarice Lispector para distribuir dedicatórias na própria bunda. Ninguém vê nada de constrangedor nisso? Pelo visto, nada. É apenas a outra face da honradez: assumir o ridículo de seus atos e envaidecer-se deles. Também já não provoca vergonha aparecer na capa de uma revista e dizer que encontrou o amor eterno, e dali a dias deixar-se fotografar com outro amor pra sempre, e na edição seguinte ser flagrada aos beijos com, agora sim, um amor definitivo, e assim ir expondo frivolamente seus enganos quanto à intensidade de suas paixões. É a outra face da honestidade: o recato é que passou a ser condenável.

Como eu dizia, é só uma parcela do todo. Ainda há quem sinta vergonha de se exibir de forma descontrolada, vergonha de aceitar qualquer coisa por dinheiro, essas vergonhas benéficas, que ajudam a manter uma certa moralidade. E no caso de se fraquejar, que ninguém é perfeito, confio que ainda há quem faça um mea-culpa, apague a luz, fale baixo e não coloque o nariz pra fora de casa tão cedo, pois essa é a única face da humildade, creio que não há outra."

. . .


Aqui em casa foi parecido. Me ensinaram a não sentir vergonha em fazer perguntas, e não ter vergonha em chorar não foi necessário, porque sempre choraram na minha frente por vários motivos, então, derramar lágrimas era a coisa mais natural do mundo. Mas falávamos de outras vergonhas, como mentir, roubar ou mesmo sobre o que era vulgar. Também me ensinaram a pedir desculpas pelos erros que provavelmente iam surgir, mas nunca me ensinaram a negá-los, e talvez, por todos estes princípios, eu hoje seja capaz de sentir vergonha alheia.



fonte:Revista do jornal O Globo

domingo, 20 de setembro de 2009

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Se joga que hoje é sexta

Copiado do blog da Mi, o Banana com Canella.



Bom fim de semana!!!


fonte:YouTube

Alguém sabe de festa sem música?

Rebolation





fonte: via Facebook

Parabéns ao meu Nuvens

Nunca havia reparado que este Nuvens nasceu no dia 7 de agosto de 2005, o número 7 é constante em minha vida, mas nunca entendi porquê nem corri atrás em saber.

Hoje abri o blog achando que devia comemorar por todos os anos que não comemorei os seus aniversários, nunca tive coragem e ainda hoje me custa porque me lembro como ele surgiu. Surgiu de uma fuga. Sei lá porquê achei que era uma boa idéia criar um blog pra desviar a minha atenção de uma imensa tristeza, deu certo, na altura, me ajudou a superá-la. Mas ainda hoje me lembro e as lágrimas escorrem rosto abaixo enquanto escrevo.

Minha família é grande, e quando digo família estão incluídos, tios, tias, primos, primas e agregados, todos sempre reunidos na casa dos avós maternos (não conheci os paternos) em volta de uma mesa imensa, num apartamento grande que sempre parecia pequeno quando todos estavam presentes. E por esses e outros motivos, temos todos uma ligação forte de afeto. E um dia, no final de julho de 2005, meu tio, mais velho que minha mãe, sentiu dores no estômago, e teve que ser operado, era um cancêr avançado que não deu sinais nos check-ups anuais, acordou bem da operação e faleceu algumas horas depois. Foi um choque. Recebi a notícia às 8hs da manhã, da filha do meu primo mais velho que simplesmente disse: "Oi, Cris, prepara a tua mãe, o tio A. morreu." E eu dei um grito no telefone de susto e minha mãe olhando pra minha cara começou a tremer toda... e eu não precisei dizer mais nada...

Revivi a morte de meu avô, meu tio era parecidíssimo com ele, inclusive na personalidade, caladão, mas quando abria a boca pra brincadeira tinha tiradas inteligentes que me proporcionavam gargalhadas. Pra piorar, o neto mais novo, que era grudado nele tinha a mesma idade que eu tinha quando meu avô morreu... chorei por L. que não derramou uma lágrima e eu tinha certeza que sabia como o pequeno se sentia.

Por toda essa dor, tentei várias vezes comemorar os aniversários do blog, mas nunca consegui de verdade, e hoje me veio isso na cabeça, comemorar agora por todos os anos que não comemorei, mudar, mandar a tristeza pra outro lado, superar, fazer diferente, encarar a dor de forma diferente. Confesso alguma angústia na comemoração e não sei explicar porque a sinto, mas sinto uma imensa necessidade de superá-la.

Agora, limpando o rosto e tentando abrir algum sorriso. Aceitam uma champagne? Há pra todos os que fazem este Nuvens ser o que é.






Exposição revela cumplicidades que uniram Frida e Rivera

no MAM, Rio de Janeiro





fonte:UOL

Hey!

Shame on you...





fonte: CacaoCocoa

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Música pra hoje

Nervos de Aço, de Lupicínio Rodrigues na voz do gentleman Paulinho da Viola.



Você sabe o que é ter um amor, meu senhor
Ter loucura por uma mulher
E depois encontrar esse amor, meu senhor
Nos braços de um outro qualquer

Você sabe o que é ter um amor, meu senhor
E por ele quase morrer
E depois encontrá-lo em um braço
Que nenhum pedaço do meu pode ser

Há pessoas com nervos de aço
Sem sangue nas veias e sem coração
Mas não sei se passando o que passo
Talvez não lhes venha qualquer reação

Eu não sei se o que trago no peito
É ciúme, despeito, amizade ou horror
Eu só sei é que quando a vejo
Me dá um desejo de morte ou de dor

n.r.: Contava Lupiscínio, que noivo, pela primeira vez, encontrou a noiva de braço com outro, e ela disse a Lupicínio que se casaria com o primeiro homem que ela encontrasse, nem que tivesse que morrer de fome por causa desse ato, mas assim o faria. E foi daí que surgiu a idéia de Nervos de Aço na mente de Lupicínio.


fonte:Euzinha

Celebration II

Saiu o novo clipe da Madonna da música Celebration, desta vez sem o namorado Jesus. Há uma homenagem a Michael Jackson e finaliza com Lola travestida de Madonna, sua mãe.




fonte: UOL

Sorte

Leio cartas e a sua mão...





fonte: art and ghosts

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Pra fechar a loja

Dança comigo?




fonte: uma amiga no Facebook

Musiquinha de hoje




fonte: via Facebook

Somos humanos




fonte: i can read

Mantra




fonte: iLOVE

Tobogã



fonte: CacaoCocoa

AVATAR

Não é novidade... quem anda pela net já ouviu falar e aguarda ansioso, como eu, que andava ocupada e deixei pra depois e esqueci.

O novo filme de James Cameron recebeu uma matéria bem escrita no blog Obvius, aqui. Eu deixo pra vocês o trailler que está no YouTube e a página oficial do filme: http://www2.avatarmovie.com/





fonte:Obvius

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Não sai da minha cabeça

La Barca


Estou cantarolando este bolero o dia inteiro...

Então, vai lá Luis Miguel e cante La Barca, me rendo!



Dicen que la distancia es el olvido
Pero yo no concibo esta razón
Porque yo seguiré siendo el cautivo
De los caprichos de tu corazón

Supiste esclarecer mis pensamientos
Me diste la verdad que yo soñé
Ahuyentaste de mí los sufrimientos
En la primera noche que te amé

Hoy mi playa se viste de amargura
Porque tu barca tiene que partir
A cruzar otros mares de locura
Cuida que no naufrague en tu vivir

Cuando la luz del sol se esté apagando
Y te sientas cansada de vagar
Piensa que yo por ti estaré esperando
Hasta que tú decidas regresar

Supiste esclarecer mis pensamientos
Me diste la verdad que yo soñé
Ahuyentaste de mí los sufrimientos
En la primera noche que te amé

Hoy mi playa se viste de amargura
Porque tu barca tiene que partir
A cruzar otros mares de locura
Cuida que no naufrague en tu vivir

Cuando la luz del sol se esté apagando
Y te sientas cansada de vagar
Piensa que yo por ti estaré esperando
Hasta que tú decidas regresar


fonte:Euzinha

Fica aqui a homenagem

Patrick Swayze





fonte:YouTube

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Organização

Achei que algumas caixas são muito pequenas...




fonte: iLOVE

Cores

150 pichadores colorem a avenida 23 de Maio em protesto



Um grupo de 150 grafiteiros e pichadores atacou ontem, domingo, cerca de um quilômetro de muros dos dois lados da avenida 23 de Maio, entre a zona sul e o centro de São Paulo, para protestar contra o que chamam de "cinza do (prefeito Gilberto) Kassab".

A ação, dizem eles, teve o objetivo de colorir novamente os muros que antes abrigavam grafites e pichações e foram pintados pela prefeitura.

Nove jovens chegaram a ser detidos pela Polícia Militar, mas acabaram liberados. No fim da tarde, assessores de Kassab disseram que os muros seriam pintados de cinza de novo.

"Nunca vi um ataque [de grafiteiros] como esse. A gente resolveu retomar um espaço nosso", disse o grafiteiro Mundano. Ele conta que o ato foi combinado por e-mail e que não tinha uma organização definida. "Recebi um e-mail anônimo, foi no boca a boca mesmo", afirmou Crânio, outro participante.

Às 10h, o grupo, que se reuniu no Centro Cultural SP, espalhou-se ao longo de um quilômetro da avenida. "Não queríamos depredar, mas levar arte à população, que não costuma ir a galerias", afirmou Mundano.

Entre imagens coloridas, picharam frases como "Fora Kassab", "Fora Sarney", "Apaguem os problemas da cidade e não o grafite", "Fiquem pelados" e "Seja feliz, mate um político".

Por volta das 10h30, quando a parede de acesso ao viaduto Pedroso já estava tomada por grafites, um carro da PM chegou. Os policiais tentaram impedir a continuidade do ato e pediram a identidade de três rapazes, enquanto os demais continuavam a pintar.

Nove jovens, entre eles Mundano, foram levados para o 5º Distrito Policial (Aclimação), onde prestaram depoimento e foram liberados. O delegado Milton Coccaro disse que eles não foram presos porque entendeu que nenhum dos "nove artistas tinha a intenção de deteriorar o patrimônio".

"Era uma manifestação de cunho artístico. Também não era razoável prender nove e deixar 150 lá, grafitando." Segundo o delegado, alguns disseram que o grupo tinha autorização da prefeitura. Porém, não apresentaram documentos.

A Subprefeitura da Sé concedeu uma autorização para que a Ioiô Filmes grafitasse uma parede na 23 de Maio. A produtora, porém, diz que não tem relação nenhuma com os protestos de ontem. "Será que pintaram onde vamos filmar?", questiona Diego Alencar, da Ioiô.

A empresa contratou um grafiteiro que irá realizar o trabalho amanhã, segundo ele. Em seguida, tudo será apagado pelo artista. A filmagem será exibida em canal de TV por assinatura.

Além dos muros cinzentos (agora pichados), a 23 de Maio tem em alguns trechos pontuais trabalhos de grafiteiros feitos com a autorização da prefeitura --"osgemeos", por exemplo, estão lá. Esses grafites foram poupados no ataque.

Para o arquiteto Candido Malta, ninguém tem o direito de promover alterações em um espaço público, mas, nesse caso, o ato é válido como protesto. Para ele, se pichadores e grafiteiros antes pintavam nas paredes da avenida com a conivência da prefeitura, agora devem ser ouvidos para que a atividade seja disciplinada.

Alguns grafiteiros mais veteranos criticam a ação. "Há uma grande poluição com trabalhos mal feitos por aí", afirma Pato, que já expôs em Londres.

. . .


E um país jovem, como o Brasil, se mantém na rabuda quando o assunto é arte urbana. Aqui ainda é preciso protestar pelo graffiti.
Através do Facebook fui parar num link onde li que vários grafiteiros brasileiros foram convidados para colorir os prédios de Rotterdam. O projeto leva o nome de R.U.A. Festival e basta clicar aqui pra conhecer mais do projeto.


fonte: Folha Online

Mãos livres



A idéia é Japonesa, e a intenção é mesmo em ter as mãos livres. Acho que é preciso, neste caso, torcer pra chegar em casa e ter uma marquise onde se proteger antes de fechar o guarda-chuva.
Vamos pensar? Chão molhado, comprinhas na mão, e um guarda-chuva aberto que não passa numa porta comum...
Ou então visualize o guarda-chuva/bolsa deslizando pelo braço abaixo como uma bolsa qualquer. Visualizou o volume dele aberto? Sou muito estabanada, prefiro a gabardine e um chapeuzinho de chuva básico que me permitem ter as mão livres. Mas não deixa de ser interessante.


fonte: designerblog

Ausência



Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência, essa ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.



Carlos Drummond de Andrade
foto: Christian Coigny

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Paz



Você ainda se perde por aqui, porque os caminhos das palavras se cruzam nos levando onde não gostaríamos de ir nem onde somos desejados. Dizem que o tempo cura tudo, só que o tempo não perdoa, mesmo que leve ao esquecimento, o passado fica marcado como ferida feita com ferro quente na pele, como fazem aos bichos nas fazendas, mas conosco é por dentro, e os dias vão formando a cicatriz que nenhuma pomada deu jeito de apagar.
O medo, ainda do futuro, está nas voltas que o mundo dá nos levando por vezes ao mesmo lugar de onde saímos, é o medo de pensar que a vida é um labirinto onde todos se encontram em algum ponto mesmo quando se perdem. Mas quem sabe? Talvez no futuro não consigamos nos reconhecer, é torcer e acreditar em destinos totalmente opostos e na névoa que a vida deixa nos olhos, e que isso seja pra sempre.





Bom fim de semana!



Esta noite vou ficar assim
Prisioneira desse olhar
De mel pousado em mim
Vou chamar a música
Pôr à prova a minha voz
Numa trova só p'ra nós

Esta noite vou beber licor
Como um filtro redentor
De amor, amor, amor
Vou chamar a música
Vou pegar na tua mão
Vou compor uma canção

Chamar a música
A música
Tê-la aqui tão perto
Como o vento no deserto
Acordado em mim
Chamar a música
A música
Musa dos meus temas
Nesta noite de açucenas
Abraçar-te apenas
É chamar a música

Esta noite não quero a TV
Nem a folha do jornal
Banal que ninguém lê
Vou chamar a música
Murmurar um madrigal
Inventar um ritual

Esta noite vou servir um chá
Feito de ervas e jasmim
E aromas que não há
Vou chamar a música
Encontrar à flor de mim
Um poema de cetim

Chamar a música
A música
Tê-la aqui tão perto
Como o vento no deserto
Acordado em mim
Chamar a música
A música
Musa dos meus temas
Nesta noite de açucenas
Abraçar-te apenas
É chamar a músicaEsta noite vou ficar assim
Prisioneira desse olhar
De mel pousado em mim
Vou chamar a música
Pôr à prova a minha voz
Numa trova só p'ra nós

Esta noite vou beber licor
Como um filtro redentor
De amor, amor, amor
Vou chamar a música
Vou pegar na tua mão
Vou compor uma canção

Chamar a música
A música
Tê-la aqui tão perto
Como o vento no deserto
Acordado em mim
Chamar a música
A música
Musa dos meus temas
Nesta noite de açucenas
Abraçar-te apenas
É chamar a música

Esta noite não quero a TV
Nem a folha do jornal
Banal que ninguém lê
Vou chamar a música
Murmurar um madrigal
Inventar um ritual

Esta noite vou servir um chá
Feito de ervas e jasmim
E aromas que não há
Vou chamar a música
Encontrar à flor de mim
Um poema de cetim

Chamar a música
A música
Tê-la aqui tão perto
Como o vento no deserto
Acordado em mim
Chamar a música
A música
Musa dos meus temas
Nesta noite de açucenas
Abraçar-te apenas
É chamar a música


fonte:Euzinha

Sempre há espaço pra mais uma...



fonte: Euzinha

Música pra sexta-feira



fonte:Euzinha

Amar-te

E hei de amar-te assim, perdidamente...




fonte: FFFFOUND!


It's true...




fonte: FFFFOUND!

Independente



fonte:FFFFOUND!

Desassossego



Sou uma espécie de carta de jogar, de naipe antigo e incógnito, restando única do baralho perdido. Não tenho sentido, não sei do meu valor, não tenho a que me compare para que me encontre, não tenho a que sirva para que me conheça. E assim, em imagens sucessivas em que me descrevo – não sem verdade, mas com mentiras – vou ficando mais nas imagens do que em mim, dizendo-me até não ser, escrevendo com a alma como tinta, útil para mais nada do que para se escrever com ela. Mas cessa a reacção, e de novo me resigno. Volto em mim ao que sou, ainda que seja nada. E alguma coisa de lágrimas sem choro arde nos meus olhos, alguma coisa de angústia que não houve me empola asperamente a garganta seca. Mas ai, nem sei o que chorara, se houvesse chorado, nem porque foi que o não chorei. A ficção acompanha-me, como a minha sombra. E o que quero é dormir.


Bernardo Soares
foto: Marta Bauza

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Groove is in the heart




fonte: James Penido

SP Photo Fest



Transmissão ao vivo do SP Photo Fest, Festival Internacional de Fotografia no MIS em São Paulo. A partir das 19 hs confira a palestra com o fotógrafo Scout Tufankjian, autor do livro “Yes we can”, sobre a vitoriosa campanha presidencial do presidente norte-americano Barack Obama.

Se você não puder comparecer ao MIS para as palestras, acompanhe a transmissão ao vivo pela internet", clicando neste link: http://www.studiointro.com.br/


fonte: SP Photo Fest via Facebook de Adriana Paiva

Só pra dar uma animadinha

Cansei de Ser Sexy - CSS





fonte:Euzinha e YouTube

Coração de pedra

Há pessoas que realmente parecem ter passado por uma cirurgia assim...




fonte: dockera

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Rebolation

Kuduro yeeee, yooooo





fonte:Euzinha

Música de hoje

O refrão hoje não sai da cabeça hoje. Bons tempos!!!
Mas a Cris sabe nadar!!! Yoooo!!!




fonte:Euzinha

Grafiteiros pixam Paris

por Alê Youssef



Localizada em um grande e moderno prédio em Montparnasse, bairro de alto padrão de Paris, a Fundação Cartier - braço socio cultural da chiquérrima marca de jóias e relógios - destaca-se por financiar e promover grandes exposições de arte contemporânea.

Com filas que dão a volta no querteirão do prédio, o hit do ano da Fundação é a grande exposição que conta a história do graffiti, desde as primeiras intervenções a assinaturas dos “escritores” do metro de New York, passando pela evolução das “tags” e desenhos, influência que tal arte exerceu em artístas como Keith Haring e Basquiat, chegando até hoje em dia quando grafiteiros fazem enorme sucesso no mundo. O brasileiro Vitché é um dos exemplos.

Do ponto de vista histórico, a exposição é uma das mais completas que vi, pois reúne fotos e vídeos de entrevistas com os verdadeiros precursores do graffiti como Joe 182, Snake 1, MICO, Riff 170, Pistol 1, Flint Gennard. Todos eles assinavam seus nomes pelas paredes e vagões do metrô nova iorquino. Era o início da grafia que depois se tranformaria nas letras mais gordinhas que caracterizam as famosas “tags” de hoje em dia. A intervenção era muito parecida com que Juneca, Bilão, Pessoinha e outros “escritores” brasileiros faziam no final dos anos 70, início dos 80.

Outra grande atração da exposição é a maravilhosa porta do banheiro do estúdio de Jack Stewart, professor e artista responsável por documentar e divulgar todo o movimento do graffiti. Durante o processo de criação do seu famoso livro ‘Subway Graffiti: an aesthetic study of graffiti” Stewart entrevistou todos os grandes artístas da época em seu estúdio e a porta de seu banheiro transformou-se em uma verdadeira relíquia da street art mundial, pois reúne 190 assinaturas e tags de 80 dos mais famosos artístas.

Mas ao lado de tanta história, a grande sensação da mostra é paulistana da gema. Com direito a destaque na fachada do fashion prédio da Cartier, work shop para interessados e seções de cinema com vídeos específicos, o que mais atrai o público e gera debate e discussão é a pixacão, que os franceses explicam como termo brasileiro para um tipo de graffitti único em São Paulo.

O pixador convidado foi Djan Ivson da Silva, a.k.a, Cripta, que além da fachada, pixou várias paredes do interior da exposição. Cripta, aliás, foi quem auxiliou João Wainer e Roberto T. Oliveira, no espetacular documentário “Pixo”, que lota a sala de exibição da Fundacão Cartir toda vez que passa. A reação do público às escaladas espetaculares e às cenas de prisão de pixadores é sensacional.

O debate sobre o estilo verdadeiro e “roots” da nova arte que nasce em São Paulo, da sua veia selvagem e por isso mesmo autêntica e da busca pela visibilidade, contagia todos os que passam pela exposição. Jovens, idosos, moradores de Paris, turistas, aficcionados por arte ou curiosos, todos tentam entender esse movimento impressionante que toma conta das ruas e das fachadas dos prédios da capital paulista.

Ao ver tudo isso acontecer foi impossível não sentir uma mistura de orgulho e frustracão. Orgulho pois trata-se de um assunto muito próximo e cotidiano sendo debatido em alto nível dentro de uma respeitável fundação de apoio à arte. Frustração pois sei o quão distante dessa realidade estamos na terra em que todo esse movimento acontece. Em São Paulo, cidade que cada vez mais se afirma como berço de nova arte contemporânea, o poder público e as fundações privadas ainda não olharam como deveriam para a nova arte que todo dia ferve em nosso underground. A Prefeitura ainda apaga obras de OsGemeos, por exemplo.

Acima, foto da fachada com pixo de Crita. Abaixo, as paredes das escadas da Fundação também pixadas.




fonte: Revista TRIP
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