segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Ivan Puig

Tirando alguma chateação que tive nos últimos dias com a apropriação indébita do nome do meu blog e da sua imagem de cabeçalho, a web contiua sendo um terreno fantástico. Nela encontrei Ivan Puig, que não conhecia.

As palavras abaixo são dele:

"Inventar otras formas posibles. Solucionar, manufacturar; chácharas y tiliches. Pepenar, reciclar, alargar la vida de objetos obsoletos, la tecnología y la lucha contra su enajenamiento. Preguntar, cuestionar, incidir; el sarcasmo, la ironía y la paradoja. Me gusta la contradicción, me gusta la poesía, la simpleza y la complejidad juntas, la sorpresa y sorprender. Me gusta que la gente se sonría cuando la pieza detona en su interior; me gusta, incitar, me gusta pensar que el arte tiene una fuerza transformadora, política y creativa, con resultados concretos y tangibles y también con efectos sublimes y sutiles. Me gustan las herramientas, disfruto transformar los materiales y gozo de las formas, procuro que mis piezas tengan varios niveles de lectura; me encanta la metáfora y los juegos de palabras. Me fascina el humor sencillo y lúcido. Me gusta el sonido y su capacidad de evocar y suscitar. Disfruto mucho de los procesos y del trabajo colectivo, suelo ser obsesivo en la buena factura de las piezas. Jugar a la ciencia y de pasada dudar de ella, dudar de todo, dudar de la duda misma, rayar en lo metafísico Observo y concluyo., temerario y temeroso, me enfuerece la prepotencia y la injusticia social."




Gosto de sorrir ou sonhar quando olho a obra de um artista e Ivan Puig me fez sorrir, me surpreendendo.

E a propósito de "apropriação indébita", não resisto à sua definição, e aqui vai parte dela, ou sua parte mais interessante:

Apropriação indébita
é o crime previsto no artigo 168 do Código Penal Brasileiro.

É a posse legítima de coisa alheia móvel, porém vindo o agente a se comportar como dono da coisa. Essa inversão pode ser: Pela disposição da coisa: através do consumo próprio indevido;


Elemento subjetivo do injusto: É o propósito de tirar proveito da coisa, comportando-se o agente como se fosse dono da coisa, às custas do real proprietário.

Interessante, não é mesmo? Sempre gostei de Direito Penal, assim como de Direito Constitucional, mas minha paixão continua sendo a arte, com seus braços longos e cheios de ramificações.

fonte: FFFFOUND! e Código Penal Brasileiro

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