terça-feira, 30 de junho de 2009

Enxaqueca ou dor de cabeça?

Saiba quais os diferentes tipos deste mal e conheça algumas dicas que podem evitar ou aliviar as crises


Durante anos fui vítima de enxaqueca. É algo insuportável, se você mexer o dedo do pé ou qualquer parte do seu corpo, a cabeça parece explodir, o enjôo não passa, você pensa que virou vampiro porque qualquer nesguinha de luz te incomoda e você quer morrer. Mudei o tipo de alimentação, diminuí a dose de cafeína (parar é impossível), não fumava, fazia exercícios duas vezes por dia, cinco dias na semana, tomava analgésicos, mudei os analgésicos e nada. Passou o tempo e ela também, não sei como nem porquê. Mas siga a dica, com você pode funcionar.

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Qual é o seu tipo de dor?

Cefaléia tensional

Características: Dor leve ou moderada, sem náuseas ou vômitos.Duração de meia hora a sete dias.

Causas: Pode surgir ao final de um dia estressante, uma discussão ou uma noite maldormida.

Recomendação: Uma boa noite de sono ou um comprimido geralmente são suficientes. ''Dores mais leves e espaçadas podem ser tratadas com analgésicos, mas a automedicação por longos períodos nunca é recomendável'', diz o médico Mario Peres.

Enxaqueca

Características: Dor latejante em um só lado da cabeça, náuseas e vômitos, vista embaçada, aversão à luz, a odores fortes e a barulho. Dura de quatro horas a três dias.

Causas: Se já há casos na família, a chance de você ter o problema é maior. Pode surgir por cansaço acumulado, exposição ao sol ou ao frio, consumo de bebida alcoólica e de certos alimentos.

Recomendação: Quando o analgésico não funciona mais, é preciso consultar um neurologista. As crises de enxaqueca resistem aos medicamentos comuns.

Cefaléia crônica

Características: Dor leve a severa, visão embaçada e desorientação. Se estende por mais de quinze dias.

Causas: Pode ser sinal de várias doenças diferentes. Se você também tem febre, dificuldade para movimentar a perna ou o braço, ou se o remédio de sempre não resolve mais, é hora de ir ao médico.

Recomendação: Agende uma consulta quando acontecerem mais de duas crises durante o mês. Pode ser um clínico geral ou um oftalmologista.


fonte: M de Mulher

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